20080519

Estudo defende fusão do 1.º e 2.º ciclos (Lusa)

Será que interessa saber quem foram os autores do estudo?

5 comentários:

  1. Alguém... tira um estudo, como um ilusionista tira um coelho da cartola...
    De facto, as propostas apresentadas podem ter uma fundamentação pedagógica séria e consistente. O problema não é «científico».
    É um problema de «confiança política». Isto é usado como argumentário para a redução dos quadros docentes. O que se conjuga aliás com a vertente «populista» da «escola a tempo inteiro»... populista porque pagam um salário horário aos professores de «complemento de formação» (fora da carreira! uma aberração!) abaixo do que recebem empregadas domésticas (vulgarmente designadas por «mulheres-a-dias»). Assim, podem contentar os pais e mães eleitores/as, porque as criancinhas ficam 12 ou 14 horas à «guarda» da escola, enquanto os pais trabalham:
    - ou seja, cada vez mais selvaticamente, espremidos/as, a «bem da economia e da nação»...

    Uma tristeza, pobres de nós e das nossas crianças!
    Manuel Baptista

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  2. Tal e qual Manuel ...
    Obrigada pela colaboração. Às vezes, fico sem palavras e é excelente qdo se encontra sintonia. E harmonia :)

    Realmente, não terá a ver com a cientificidade do estudo (que 'por acaso' apareceu num excelente timing à sinistra), mas antes com a forma como o país está a ser destroçado em nome das coisas mais incrédulas - para não dizer pior.

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  3. É inacreditável como consentimos que nos humilhem desta forma.
    Todos sabemos que este tipo de charadas ditas "estudos" servem simplesmente decisões políticas, de carácter ideológico. E o mais estranho é a classe profissional com maior número de habilitações no país o estar a permitir.
    Estou com uns carolas, que de todo nada têm a ver com protagonismos, (os protagonistas são todos os professores), a propor algo de inédito como o foi acontecimentos como o 8 de Março.
    Os sindicatos, Moriae, são um universo de 2 centenas de indivíduos que há muitos anos estão completamente fora do Ensino, com hábitos de pensamento e procedimentos do tipo partidarite, que não têm qualificações profissionais, académicas e que a única coisa que estão a tentar fazer é (unicamente) pela vidita deles.
    Desafiei-os incessantemente. Telefonei. Mandei mails. Ia ás reuniões. Falava com os advogados.
    Estava (tudo) a banhos. Literalmente.
    Treta.
    Agora temos nós que pegar o "touro pelos cornos" e não embarcar mais em ingenuidades. Eu não embarquei. Mas (até) pensei que iriam ter vergonha na cara. Mas nem isso tiveram. Estão extintos. De morte natural. Deixá-los fazerem os últimos números.
    Aceito reptos. Estou a lançar vários.
    Aguardo.
    Um abraço
    anahenriques

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  4. Eu diria mais. Extinga-se o primeiro e o segundo ciclos e imediatamente os resultados escolares seriam os adequados ao critério desta ministra e dos seus secretários. Deixava de haver repetências e gastos com o ensino das nossas crianças. Aprender, isso é coisa bué ultrapassada e o governo é todo modernaço, pelo que eliminando alguns níveis de ensino, a progressão é feita de imediato para as Novas Oportunidades.

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  5. Porque não fechar as escolas?
    Todos os Funcionário seriam despedidos e as Despesas primária e secundária = 0
    E o Deficit do nosso descontentamento acabava.
    As crianças escusavam de passar pela tormenta de aprendizagem de 12anos e ficariam APROVADOS e pode ser que estes, futuros políticos, ficassem mais inteligentes.
    Queimem os Livros, Proíbam a Música, despeçam os políticos, etc.
    Bracara Augusta
    A.

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