
Imagem recolhida no blogue Abnoxio (Ademar Santos) em E sobre alunos agredidos por professores... não há também números?...
Senhora Ministra, não nos venha contar mais histórias ... Estamos fartinhos! Caros colegas, pensem bem no que está a acontecer porque ... ainda pode piorar.
"Aconteceu tudo no último dia de aulas, a 13 de Junho. Uma professora (que quer manter o nome sob reserva) saía da Escola EB 2/3 de Paranhos, no Porto, já depois do toque de saída, pelas 18h, quando foi interpelada por duas mulheres, que a agrediram e insultaram ainda no interior do recinto escolar. A assistir estava um funcionário da escola, que não reagiu. (...)"
"Aconteceu tudo no último dia de aulas, a 13 de Junho. Uma professora (que quer manter o nome sob reserva) saía da Escola EB 2/3 de Paranhos, no Porto, já depois do toque de saída, pelas 18h, quando foi interpelada por duas mulheres, que a agrediram e insultaram ainda no interior do recinto escolar. A assistir estava um funcionário da escola, que não reagiu. (...)"
Leia a notícia completa sobre a professora agredida no interior de uma escola no IOL Diário por Filipe Caetano. O assunto continua, nas mesmas mãos em Professora agredida: Inspecção e PGR acompanham. E depois, há sempre mais para ler:
- Escola Segura: apreendidas 20 mil doses de droga
- Empurrar e gozar é mais do que brincadeira de recreio
- Problema da violência escolar melhorou, assegura PGR
- Madeira: inquérito a agressão a professor dentro de escola
- Inspecção-Geral da Educação investiga denúncias de violência
- «Violência escolar é marginal», diz Ministra da Educação
- Problema da violência escolar melhorou, assegura PGR
Nota: aos cov/bardes que infelizmente pululam nas escolas um voto especial de que rapidamente provem do seu veneno. É que, não acontece só aos outros e as pessoas começam a ficar cansadas de ver parasitas, graxistas, etc et al.
Há uns anos atrás, em reunião com Encarregados de Educação, afirmei, perante olhares estupefactos, que ninguém se fosse embora dali convencido de que a Escola era o local mais seguro do mundo onde podiam deixar os filhos. Que desconfiassem. Que estivessem alerta. A prová-lo, estão estas notícias todas e mais algumas. Isto, apesar da ministra dizer o contrário. Isto, apesar de falar em situações "marginais". Eu diria antes de "marginalidade".
ResponderEliminarE agora, que fazer?
Sem estruturas de apoio, com uma "Escola Segura" que, obviamente, não estará em todo lugar, ao mesmo tempo, com funcionários que assobiam para o lado, e que, juntamente com alunos e professores, estão amedrontados... Que vamos fazer sra. ministra e seus sucedâneos?
Concordo plenamanete: quem se cala é COBARDE, fim da história!! Ainda não fui agredida, mas por muito menos já pus dois alunos com processos disciplinares. E quero lá saber se resultam ou não: ao mostrar ao público o que foi feito, estou a deixar bem claro que há certas coisas que NÃO se perdoam!!
ResponderEliminarAlém disso, estou a servir de exemplo aos outros. Força, colegas: como bem diz a minha avó, "Quanto mais te abaixas, mais mostras o rabo"!
SANDRA COSTA