Imagem daquiQuerido Pai Natal
Este ano deixei passar o prazo. A carta não seguiu a tempo e a gerigonça das teclas pifou... Fiquei sem fazer o meu pedido. Mas, como ainda acredito em ti, tal como nas fadas, espero que venhas a tornar realidade o meu ensejo!
Eu sei que passamos tempos difíceis e que não tens hipóteses de oferecer cheques-prenda chorudos... A bem dizer, aquilo que eu te queria pedir nem custa muito... e aliviava-nos tanto!
Pois cá vai: Monta-os UM por UM e mais Um no teu trenó e leva-os, peço-te encarecidamente, leva-os para bem longe daqui, Pólo Norte, Sibéria, tanto me faz, mas leva-os e que fiquem para sempre até ao final dos tempos geladinhos e encarquilhados.
Como vês, não peço muito, apenas o suficiente para que a vida menos cinzenta, menos sinistra.
Desta que muito te estima
Hurtiga















