Mostrar mensagens com a etiqueta a luta continua. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta a luta continua. Mostrar todas as mensagens

20090526

Manifesto Conjunto

Subscrevo:
Encontramo-nos Sábado

1) Este governo desfigurou a escola pública. O modelo de avaliação docente que tentou implementar é uma fraude que só prejudica alunos, pais e professores. Partir a carreira docente em duas, de uma forma arbitrária e injusta, só teve uma motivação economicista, e promove o individualismo em vez do trabalho em equipa. A imposição dos directores burocratiza o ensino e diminui a democracia. Em nome da pacificação das escolas e de um ensino de qualidade, é urgente revogar estas medidas.

2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.

3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Saír à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo sábado.

Subscrevem:
Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Educação SA (Reitor), O Estado da Educação (Mário Carneiro), Professores Lusos (Ricardo M.), Outròólhar (Miguel Pinto), O Cartel (Brit.com, Advogado do Diabo)

Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), PROmova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), CDEP (Comissão em Defesa da Escola Pública)

20090515

AINDA ACHAS QUE NÃO VALE A PENA LUTAR?


Artigo 109º da Lei nº 12-A/2008, de 27 de Fevereiro
Dirigido a: Todas as escolas públicas
Serviço de origem: DAGOE15/05/2009

Exmo.(a) Senhor(a)Presidente do Conselho Executivo/ Director(a)

Tendo chegado ao conhecimento da tutela que alguns agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas estão a proceder à publicitação de listas de docentes, informando-os da sua transição, ao abrigo do art. 109º da Lei nº 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, para a modalidade de contrato de trabalho em funções públicas, alertamos que tais procedimentos devem ser suspensos até novas orientações.

Com os melhores cumprimentos,
A Directora Regional AdjuntaHelena Libório

A DAGOE, de que eu desconhecia a existência, faz parte da DREC e tem como competências:
1. Acompanhar e apoiar a organização e funcionamento das escolas e a gestão dos respectivos recursos humanos, financeiros e patrimoniais;
2. Analisar e informar todos os processos em matéria de pessoal docente e não docente da competência da DREC;
3. Desenvolver todos os procedimentos solicitados pelos serviços e organismos do Ministério da educação, no âmbito da gestão do pessoal docente e não docente dos estabelecimentos de educação e ensino públicos;
4. Analisar e informar os pedidos de certificação de tempo de serviço docente prestado nos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo e dos formadores do IEFP.
5. Cooperar em matérias de natureza pedagógica no âmbito da DSAPOE;
6. Estimular/promover uma estreita articulação entre os diferentes sectores que integram a DSAPOE.

A mim quer-me parecer que houve muita gente a precipitar-se nesta matéria. Agora é a história da galinha e do ovo… Ou pior é a história de saber quem foi o primeiro pintaínho a saltar da casca…
http://educar.wordpress.com/2009/05/15/e-agora-3/

20090420

Os Xutos são os Maiores!



Os Xutos são os maiores!


Por Joaquim Letria
OS “XUTOS E PONTAPÉS” celebraram 30 anos de vida e de sucesso por dois motivos: são a melhor banda de “rock” portuguesa de sempre e os seus músicos, além de competentes, são uns gajos porreiros.
Conhecer a música dos “Xutos” e conhecê-los pessoalmente ajuda a perceber como os “Xutos” não só não acabam, como renascem com uma música adoptada pela esmagadora maioria dos portugueses.
“Sem Eira nem Beira” não é um manifesto. É um hino à necessidade de todos resistirmos à corja que está a dar cabo do que resta de Portugal.
A surpresa maior é por a cáfila da rádio e dos discos ter feito desaparecer “Os Vampiros”, com que o Zeca Afonso retratou o salazarismo e, como ninguém fala francês, não conhecem Boris Vian. Do disco rígido também apagaram o “Não posso mais”, do Abrunhosa, com que nos despedimos do cavaquismo e do Dias Loureiro.
Por estas e por outras, “Vivam os Xutos”! São os maiores!
«24 Horas» de 20 de Abril de 2009

20090402

Recado aos COLEGAS da Santo Onofre




A morte saiu à rua num dia assim

Naquele lugar sem nome para qualquer fim

Uma gota rubra sobre a calçada cai

E um rio de sangue de um peito aberto sai


O vento que dá nas canas do canavial

E a foice duma ceifeira de Portugal

E o som da bigorna como um clarim do céu

Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu


Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual

Só olho por olho e dente por dente vale

À lei assassina, à morte que te matou

Teu corpo pertence à terra que te abraçou


Aqui te afirmamos dente por dente assim

Que um dia rirá melhor quem rirá por fim

Na curva da estrada à covas feitas no chão

E em todas florirão rosas de uma nação

José Afonso


20090305

Nova reunião de PCEs

PCE’S VOLTAM A REUNIR EM LISBOA,DIA 21 DE MARÇO.

CAROS COLEGAS PCE’S, INSCREVAM-SE!
10 de Janeiro e 7 de Fevereiro são datas que ficarão para a história da educação como o inicio da movimentação de um grupo de PCEs atentos ao que se passa à sua volta, inconformados com as “investidas” do Ministério da Educação, solidários com os colegas professores e descomprometidos relativamente ao poder. Queremos continuar o nosso movimento e quanto mais vezes nos juntarmos, quanto mais unidos estivermos maior será a nossa força reivindicativa.Não podemos baixar os braços mesmo que alguma pontinha de desilusão tenha acontecido devido à tomada de posição de alguns professores que, com medo das ameaças da DGRHE, não confiaram na nossa tomada de posição e entregaram os objectivos. Mas temos os outros todos, aqueles colegas que confiaram em nós e que se mantiveram coerentes na luta; para com esses, a nossa responsabilidade aumentou.
Temos que nos manter unidos e trazer cada vez mais PCEs para a nossa causa.Pedimos pois a cada um dos que estiveram em Santarém e em Coimbra que não deixem de estar presentes em Lisboa no dia 21 de Março e que tragam mais um colega para sermos ainda mais.
Mais um apelo para que a Isabel (organizadora do Encontro de Lisboa) não passe as aflições que eu passei com a organização em Coimbra: Inscrevam-se rápido e comuniquem, por favor, a vossa presença para podermos saber quantos colegas irão estar presentes.
Saudações.Rosário Gama

(via http://ferrao.org/2009/03/rosario-gama-terceira-reuniao-dos.html )

20080918

os horários

Finalmente os nossos chefinhos e chefões perceberam que os professores trabalhavam bem mais do que as 35 horas estipuladas e agora (felizmente) legisladas. Daí andarem desesperados a tentar "meter o Rossio na rua da Betesga", mesmo que daí resultem horários de 41 horas como nos dá conta o seguinte depoimento recebido por mail:
Consultando o site da DGRHE(http://www.dgrhe.min-edu.pt/Portal/WebForms/Escolas/DistribuicaoServicoDoc.aspx)parece-me não haver grande margem para dúvidas quanto à distribuição do serviço lectivo este ano. No entanto, ao abrir o link para o exemplo de um horário, aparece-me a componente de trabalho individual juntamente com as reuniões. Ora todos nós sabemos que nem as reuniões de departamento nem as de planificação nem tão pouco as de grupos de trabalho de que façamos parte são de "carácter ocasional". Assim, deduzo que TODAS as reuniões estarão a ser feitas nas nossas horas de trabalho individual. No meu horário, porque estão marcados três blocos para reuniões num dos dias da semana e contabilizando todas as horas que nele constam, tenho 30 (trinta!) horas marcadas. Como tenho mais de 100 alunos, o que corresponde no mínimo a 11 horas de componente de trabalho individual, das duas uma:
- ou ou tenho apenas 5 (cinco) horas de trabalho individual;
- ou tenho um horário semanal de 41 (quarenta e uma!) horas. Acresce ainda que tenho 4 horas (2 blocos) de ensino especial na componente de estabelecimento, o que, de acordo com o ECD (artigo 92º) e do Despacho n.º 19117/2008, me parece ser ilegal devendo, na minha óptica, estarem na componente lectiva. Será isto aceitável (já que normal não é de certeza)?
NÃO, CLARO QUE NÃO É ACEITÁVEL! Não nos deixemos levar nestas "espertezas saloias"! Cabe a cada um de nós reclamar nas nossas escolas e obrigar à reposição da legalidade na distribuição do serviço. Fazê-los perceber aquilo que verdadeiramente sempre trabalhámos e, mesmo muito importante, não abrir precedentes que apenas nos irão prejudicar ainda mais no futuro.
E NÃO NOS CALEMOS, por medo, inércia ou qualquer outro motivo, PERANTE AS INJUSTIÇAS!
Dito isto, desejo a todos os colegas um ano o melhor possível!

20080605

Ah, grandes colegas!!!

Mais uma escola a dar uma lição a um PCE com veleidades a directorzinho!
Sei, de fonte segura, que numa escola do Alentejo a Assembleia de Escola assumiu o seu papel enquanto órgão soberano legítimamente eleito. Quando o PCE apareceu com lista, calendarização e uma imensa vontade de pôr em prática mais esta aberração boa para aspirantes a ditadorzinhos, eis senão quando a AE em bloco rejeita as propostas de tão diligente chefinho e adia todo o processo de eleição do CG para o final de Setembro!!!
Ah, grandes COLEGAS!!!
(recebida por mail)

20080412

VALE A PENA LUTAR!

A FENPROF e a Plataforma estão de parabéns. O Mário Nogueira está de parabéns. Os professores, estão de parabéns. Mais logo, informação actualizada.
É hora de ir almoçar e estar com a família. Hoje, com um sorriso reforçado. Mário, um grande abraço!

--- ADENDA (19:12) ---