20080214

Avaliação

Porque não fazer uma avaliação de desempenho da Ministra utilizando as mesmas grelhas impostas pela tutela?

O Valentim da Ministra

Quem foi o maldito professor que, numa de tomada de consciência real, a abandonou no altar, já que, olhando aqueles olhos nos olhos, verte tanto ódio ao pessoal, mesmo que inocentes sofram na pele as consequências dos disparates (qualquer dia, moi, professor de gestion, vou ensinar, via processo da mobilidade especial, solfejo)?

Para quem ainda não percebeu que tudo tem um fim ....

Alunos poderão passar 11 horas diárias na escola

20080213

Avaliação

Vamos levar isto com alegria! As coisas estão a levar um caminho sem pés nem cabeça!

A avaliação dos professores tornou-se, afinal, no melhor indicador para avaliar o Ministério da Educação. Pela boca morre o peixe!

imagem recebida por e-mail

Movimento dos Professores Revoltados

"COLEGAS PROFESSORES!
De uma vez por todas VAMO-NOS UNIR!
O FUTURO não será cor-de-rosa e "estranhamente" temos consciência disso ... e estamos a ser coniventes.
Sempre concordamos que os Sindicatos nada fazem ... e nós? Somos o MPR - Movimento Professores Revoltados, formado inicialmente por um pequeno grupo de professores INCONFORMADOS e a espalhar-se POR TODO O PAÍS com uma ENORME e galopante adesão.
REENVIEM para TODOS os vossos contactos de professores os endereços do E-MAIL (movimentoprofesoresrevoltados@gmail.com) e do BLOG (http://movimentoprofessoresrevoltados.blogspot.com/) com o propósito de mobilizar TODO O CORPO DOCENTE para as iniciativas que nos propomos desenvolver.Consultem com regularidade o BLOG, comentem e/ou enviem artigos vossos para o nosso e-mail.Este BLOG pretende ser uma FORÇA ACTIVA!REENVIEM este e-mail, comentem com os vossos colegas na escola, COLABOREM por um OBJECTIVO ÚNICO!
VAMOS LUTAR!
Atenciosamente,
Movimento Professores Revoltados."

Recebi este e-mail na última semana e confesso que por falta de tempo só agora estou a divulgar.
Acredito que os nossos Blogs podem servir para alguma coisa, nomeadamente para sermos mais unidos e lutarmos pelos direitos de todos nós.
Por onde passo, ouço os mesmos comentários,..."se me calhasse o euro milhões,largava a escola de um dia para o outro". Se calhar é mesmo isso que muitos de nós pensamos, pois actualmente não é nada gratificante desempenhar a função de professor. Somos meros bonecos que nos deixamos manipular, por falta de união.
Acreditem que a união faz a diferença!
Verdadinha

20080212

Beatriz Costa e o Blog Imbatível

... [é de ler tudo ...]

Parabéns ao SPN

E aos 1200 colegas que lá estiveram com admirável postura.
Abraço solidário,
M.

Ser enervante

Governo vai alargar ao 2º ciclo modelo de escola a tempo inteiro

«in Lusa, 12 de Fevereiro de 2008
O Governo vai alargar ao segundo ciclo o conceito de 'escola a tempo inteiro' que introduziu na antiga primária, reorganizando o horário e o currículo, nomeadamente através da concentração de disciplinas, anunciou à Lusa a ministra da Educação.

Em entrevista à agência Lusa, Maria de Lurdes Rodrigues explicou que o modelo será muito semelhante ao do primeiro ciclo, sendo remetidas para 'o final do dia' as actividades de enriquecimento curricular ligadas às expressões e ao estudo acompanhado, de forma a 'concentrar na parte lectiva o essencial das actividades associadas à aquisição de competências básicas'.

'O Português e a Matemática podem sair reforçados nesta outra forma de organização de actividade docente e da actividade dos alunos, nomeadamente em termos de carga horária', afirmou, adiantando que haverá igualmente um reforço do Estudo Acompanhado.
No âmbito da revisão do currículo do segundo ciclo, que estará concluída até Março, o Ministério da Educação quer ainda concentrar algumas disciplinas para reduzir o número de docentes a leccionar em cada turma.

A ministra explicou que as escolas nunca puseram em prática um mecanismo que permitia que um só professor leccionasse um conjunto de disciplinas à mesma turma, como Matemática e Ciências ou Língua Portuguesa e Inglês, por exemplo, apesar de o currículo prever essa possibilidade.

'Na prática, o que acontece é que cada um dos espacinhos é preenchido por um professor e é isso que dá lugar à situação de os alunos do segundo ciclo conhecerem, por exemplo, 16 professores', criticou Maria de Lurdes Rodrigues.

'Se quisermos reduzir o número de professores vamos ter de arranjar outros mecanismos. É necessário estimular as escolas para que façam uma concentração das áreas disciplinares para que os alunos possam ter uma visão mais integrada do conjunto das disciplinas que têm', acrescentou.

Além da concentração de áreas disciplinares, o Governo vai reorganizar o horário dos alunos do 5º e 6º anos, preparando-se para pôr em prática um modelo semelhante ao que já introduziu no primeiro ciclo.
Há dois anos, o Ministério da Educação tornou obrigatório o prolongamento do horário das escolas da antiga primária até às 17:30, estipulando que as actividades como Música, Desporto, Expressões ou Inglês fossem dadas apenas na parte da tarde, fora do currículo das crianças.

'Temos intenção de alargar o conceito de escola a tempo inteiro ao 2º ciclo (...) Em algumas escolas sobrelotadas não é possível acabar já com o regime de desdobramento (turmas de manhã e outras de tarde), mas é para isso que se deve caminhar, como se caminhou no primeiro ciclo', anunciou.

Segundo a ministra, trata-se de 'dar às escolas a possibilidade de oferecerem aos alunos um conjunto de actividades extracurriculares com condições'.

'Dar condições para que a formação musical possa ser estendida, para que as visitas aos museus e aos espaços de património possam ser organizadas de modo diferente, para que o desporto escolar possa ser alargado às turmas do segundo ciclo', exemplificou.
O modelo será gerido pelos próprios estabelecimentos de ensino, ao contrário do que sucede na antiga primária, onde são maioritariamente as autarquias e associações de pais a assegurar as actividades de enriquecimento curricular.

Numa entrevista exclusiva à Lusa, Maria de Lurdes Rodrigues considerou ainda ser necessário 'alargar a componente de apoio à família às crianças do segundo ciclo, que são ainda muito pequenas', uma vez que muitas famílias 'têm ainda dificuldades com a ocupação dos tempos livres' dos filhos de 10 e 11 anos.

Nesse sentido, a responsável afirmou que o Executivo socialista vai continuar a apoiar financeiramente as instituições de solidariedade social e Misericórdias que queiram reorientar o serviço dos seus centros de actividades de tempos livres (ATL) para assegurar a ocupação dos alunos antes e depois das aulas começarem.

A ministra desvalorizou o alerta feito por estas instituições, que afirmam não ter capacidade para garantir esse serviço com a diminuição de financiamento instituída pelo Governo, considerando que se as IPSS e Misericórdias 'não estiverem disponíveis, haverá seguramente outras instituições que o prestarão', como associações de pais e municípios.

'O modelo de financiamento é muito, muito atractivo, pelo que não vejo nenhuma razão para essas instituições descontinuarem o serviço que prestam. Não é do lado do Governo que há ruptura. O Governo apoiou e continuará a apoiar todas as instituições que estejam disponíveis para o esforço de apoio às famílias', afirmou.

Pais concordam com escola a tempo inteiro e menos disciplinas no 2º ciclo

in Lusa, 12 de Fevereiro de 2008

A confederação que reúne as associações de pais (CONFAP) concorda com o alargamento do conceito de 'escola a tempo inteiro' ao segundo ciclo, defendendo ainda uma redução do número de disciplinas e a sua reorganização por áreas de saber.

A ministra da Educação revelou hoje, em entrevista à Agência Lusa, que o Governo vai alargar ao segundo ciclo o conceito de 'escola a tempo inteiro' que introduziu na antiga primária, reorganizando o horário e o currículo, nomeadamente através da concentração de disciplinas.
Maria de Lurdes Rodrigues explicou que o modelo será muito semelhante ao do primeiro ciclo, sendo remetidas para 'o final do dia' as actividades de enriquecimento curricular ligadas às expressões e ao estudo acompanhado, de forma a 'concentrar na parte lectiva o essencial das actividades associadas à aquisição de competências básicas'.

No âmbito da revisão do currículo do segundo ciclo, que estará concluída até Março, o Ministério da Educação quer ainda concentrar algumas disciplinas para reduzir o número de docentes a leccionar em cada turma.

'Iremos trabalhar com o Governo na implementação desta medida procurando aproveitar a experiência adquirida com a 'escola a tempo inteiro' no primeiro ciclo e procurar evitar os constrangimentos práticos que a medida teve na aplicação' à antiga primária, afirmou à Lusa Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), lembrando que a medida estava prevista e pretende acertar o ensino português com o que é praticado no resto da Europa.

Entre os principais 'constrangimentos' verificados na aplicação da medida ao primeiro ciclo, o responsável pelas associações de pais salienta edifícios deficientes e 'instalações sem cantinas, pavilhões gimnodesportivos para a componente lúdica e sem salas para a componente de música'.

'Queremos acreditar que, no caso do segundo ciclo, pela configuração das escolas, este problema não se porá com a mesma acuidade do primeiro ciclo', afirmou.

'As escolas EB 2/3 têm esses equipamentos, mas resta saber se é possível articulá-los com o modelo de funcionamento de uma escola a tempo inteiro que tenham estas actividades e outras relativas a miúdos do quinto e sexto anos', realçou.

Os pais concordam ainda com uma redução das cargas horárias e defendem o reagrupamento das actuais disciplinas por áreas de saber.
'Há muito tempo que nós dizemos que os currículos do 2º ciclo e do 3º ciclo têm de ser revistos. São currículos imensos e faz sentido agrupar as disciplinas por áreas e, nesse ponto de vista, nós não partilhamos a ideia de que possa ser feito por um professor único', defende, realçando que 'deve haver pelo menos um professor de língua portuguesa, um professor de matemática e um professor de expressões', as três áreas que considera fundamentais no currículo do segundo ciclo, onde as crianças chegam depois de quatro anos com um só professor.

'Este é um enorme trambolhão que as crianças dão e, portanto, faz sentido trabalhar por áreas e reduzir o currículo. Esta medida deve procurar recolher o melhor do que são não só as experiências de outros países como ainda a aplicação da medida ao primeiro ciclo cá', disse, considerando que trabalhar por áreas de saber contíguas, como matemática e físico-químicas, por exemplo, será benéfico para os alunos de forma a reduzir as aulas, as disciplinas e o peso das mochilas, por exemplo.

RCS/JPB.
Lusa/fim»

Até ...


Revista do SPGL (Nº 218 Nov-Dez 2007, pg. 14)



DN (clicar na imagem).










Procura-se advogado para tratar destes assuntos.

"Ilegal" devia ser considerado o Valter Lemos

«Amigos,

Enviei o texto que se segue para o Público e escrevi uma carta para o Expresso. Como não sei se vão publicar, gostaria que divulgassem o texto pelos V. conhecidos. Através da net poderei alertar o máximo número de pessoas para o que se está a passar com a reforma da música. Agradeço que reenviem para os V. contactos.»

Rosário, mãe de um aluno da EMCN (Escola de Música do Conservatório Nacional) de Lisboa


TEXTO

Sou mãe de um jovem de onze anos, que entrou para a Iniciação de Cravo na EMCN (Escola de Música do Conservatório Nacional) de Lisboa e presentemente encontra-se no 2º grau.

Não percebo porque se deseja reformar o que funciona bem. A EMCN de Lisboa tem um Projecto de Escola verdadeiramente fabuloso com excelentes professores e com três regimes de frequência que possibilitam às famílias a melhor escolha consoante as suas necessidades. O ensino integrado pugnado pelo ME vai obrigar o meu filho a abandonar o agrupamento de escolas da sua residência, onde se encontra matriculado desde os seis anos (1º ano do 1º Ciclo).

Por que é que o ME não apoia as boas práticas da EMCN de Lisboa e não as estende ao país? Por que é que o ME não está orgulhoso da EMCN de Lisboa, dos seus professores e dos seus alunos?

A idade para iniciar a aprendizagem de um instrumento depende do tipo de instrumento; assim, nos arcos e piano deve começar-se o mais cedo possível – 4, 5, 6 anos no máximo. Nesta perspectiva e apresentando um projecto inovador, a EMCN de Lisboa levou para a frente as iniciações e a criação de pólos em zonas limítrofes de Lisboa para dar apoio às famílias, que desejavam que os seus filhos pequenos estudassem um instrumento e não tinham possibilidade de os trazer a Lisboa; foi, também, uma forma de alargar o ensino de instrumentos a um público mais vasto. Um governo (que não sei qual foi) apoiou a medida e legislou a existência das iniciações, que o Senhor Secretário de Estado, Valter Lemos, na reunião que teve no passado dia oito do presente mês com os professores, funcionários e pais de alunos da EMCN de Lisboa, designou de ilegal.

Este ME baseia-se na LBSE para querer implementar o regime integrado como o único regime de frequência. Os outros governos anteriores, mesmo socialistas, nunca puseram em prática esta parte da legislação porque penalizaria enormemente os alunos e as suas famílias – há alunos que vêm de Torres Vedras, Alenquer, Barreiro, Setúbal, Amadora, Sintra que só podem frequentar o regime supletivo ou o articulado, que são os que lhes permitem estar na escola/agrupamento da sua residência, levantarem-se a horas decentes, terem aulas e depois, geralmente, da parte da tarde, deslocarem-se para a EMCN de Lisboa, onde têm em dois ou três dias aulas de instrumento, formação musical, coro, expressão dramática, etc. Se este governo apostar no regime integrado estes alunos vão, concerteza, abandonar a música (provavelmente vamos perder futuros "Viana da Mota", "Maria José Falcão", "Maria João Pires", "Pedro Burmester" e muitos outros), porque não há um pai ou mãe que deseje que o seu filho acorde às cinco da madrugada para vir para Lisboa! Será isto uma opção democrática? Será isto a igualdade de oportunidades para todos?

Rosário Rodrigues Leal

(recebido por mail)


20080211

A Malta das Cantigas

Sessão de canto livre, Coliseu dos Recreios, 1974

«Eu sei que não é fácil falar de tudo isto a esta distância, porque passou muito tempo e vocês nem sequer tinham nascido quando a parte mais empolgante desta história aconteceu. Ainda assim, eu tentei, por achar que valia a pena e por entender que, para além da qualidade mais ou menos discutível do que fizemos e cantámos, havia os valores que nos uniam e mobilizavam e que são universais e intemporais. Era um tempo em que as pessoas não valiam por aquilo que tinham e sim por aquilo que eram e pensavam, era um tempo em que não se era avaliado pelos sinais exteriores de riqueza e de poder e sim pela força dos ideais por que cada um se batia. Havia causas e sonhos, havia princípios e afectos. E eu achei que, mesmo tendo passado já tanto tempo, devia contar-vos ou recontar-vos esta história, num tempo fugaz e competitivo em que a memória parece valer cada vez menos, empobrecendo-nos assim a cidadania e a própria democracia. Talvez vocês encontrem alguém que queira ouvir esta história, de preferência ao som da música desse tempo e das vozes que lhe deram vitalidade e alegria. Zeca Afonso e a malta das cantigas talvez mereçam essa atenção e esse interesse, já que, num tempo ainda não globalizado, ajudaram, à sua maneira, a História a acontecer, com a confiança partilhada e generosa de quem canta de olhos postos num tempo melhor.»

Assim termina este pequeno livro de José Jorge Letria, Zeca Afonso e a Malta das Cantigas, da Terramar (2004), escrito em 2002. Embora tenha apenas 70 e poucas páginas e se leia rapidamente, ele é um "testemunho vivo de um tempo em que Portugal e os Portugueses viviam privados das liberdades fundamentais". José Jorge Letria não só viveu nesse tempo como foi um dos da "malta das cantigas". Aconselho vivamente a sua leitura e a sua divulgação junto das novas gerações, nas escolas e aos nossos filhos pois bem precisados estão de ouvir estas experiências que temos a responsabilidade de lhes transmitir.

O SPGL e o DN apropriam-se de textos publicados na Sinistra Ministra


Revista do SPGL (Nº 218 Nov-Dez 2007, pg. 14)



DN (clicar na imagem).










Procura-se advogado para tratar destes assuntos.

20080210

"Vamos dar às escolas liberdade de se organizar, desde que respeitem os objectivos decisivos",

Ministério da Educação alarga margem de manobra para avaliação de professores
As datas para que as classificações dos professores sejam expressas mantêm-se, mas a maneira como cada escola irá organizar-se para cumprir essa avaliação poderá ser mais flexível e não obedecer aos prazos intermédios previstos. A decisão foi ontem anunciada pelo Ministério da Educação (...)Nas datas das classificações - o final deste ano lectivo para os professores contratados e o do próximo para os outros - "não há qualquer adiamento"(...) Para os docentes, a esperança na suspensão dos procedimentos em curso nas escolas, no âmbito deste modelo de avaliação dos professores, foi reforçada, na sexta-feira, pelo Tribunal Administrativo de Lisboa, que aceitou a providência cautelar, interposta por um sindicato (o Sindep), para adiamento da avaliação do desempenho dos professores.(...)A providência cautelar do Sindep é suspensiva e o Ministério da Educação tem 10 dias para responder. Falta agora conhecer o destino das quatro providências cautelares também já entregues - em Coimbra, Lisboa, Porto e Beja - pelos sindicatos da Federação Nacional dos Professores (Fenprof). O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, espera boas notícias para breve(...) E lembra que "a eficácia do despacho é suspensa assim que o ME é notificado", pelo que todos os actos entretanto executados, nesse âmbito, nas escolas "são de validade nula".

Grande Plenário de Professores e Educadores no dia 12 no Porto (Cinema Batalha, às 10h.30). Nota: as faltas são justificadas.Participa.

GRANDE PLENÁRIO DE PROFESSORES E EDUCADORES

12 DE FEVEREIRO DE 2008

10H30 no Cinema Batalha -- Porto

É TEMPO DE DIZER BASTA:

· A UM HORÁRIO DE TRABALHO SOBRECARREGADO

· A UMA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO BUROCRATIZADA

· A UM MODELO DE GESTÃO QUE DESQUALIFICA A PROFISSÃO DOCENTE

Para mostrar a nossa indignação

É IMPRESCINDÍVEL PARTICIPAR!

É NECESSÁRIO ESTARMOS INFORMADOS

Dinamiza na tua escola a participação dos professores neste plenário.

A justificação é feita ao abrigo da lei sindical.



JUSTIFICAÇÃO DE FALTAS -ESCLARECIMENTOS

1. Os professores e educadores necessitam de solicitar autorização para participar numa reunião sindical?

R.: Não! Nos termos do Decreto-Lei 84/99, de 19 de Março, compete à Direcção Sindical comunicar aos órgãos de gestão a realização da reunião, com a antecedência mínima de 24 horas. Os docentes podem, também, comunicar previamente a sua intenção de participar.

2. Podem ser impostas restrições à participação de docentes de uma mesma escola / jardim-de-infância?

R.: Não! Uma vez que não carece de autorização, a participação dos professores e educadores depende única e exclusivamente da sua vontade, contando, para todos os efeitos, como prestação efectiva de serviço docente.

3. Então os professores e educadores não têm de entregar nada no Conselho Executivo?

R.: Terão de entregar, mas apenas posteriormente, a justificação de falta que lhes é fornecida no final da respectiva reunião.

4. E terão os docentes de entregar, no Conselho Executivo, um plano de aula para poderem faltar?

R.: Não! Segundo o disposto no n.º 10, do Artigo 94º, do Estatuto da Carreira Docente,isso só acontecerá quando a falta depender de autorização, o que não é o caso dasfaltas dadas ao abrigo da Lei Sindical.

5. Quais os efeitos das faltas dadas ao abrigo da Lei Sindical?

R.: Estas faltas não têm quaisquer efeitos penalizadores para os docentes, seja em termos de carreira, seja em termos de avaliação de desempenho, etc. Assim, não há qualquer problema com a justificação das faltas dos professores, que continuam a beneficiar de um crédito de 15 horas, por ano lectivo, para actividade
sindical.

Conclusão:
Não há, pois, qualquer impedimento legal à sua participação neste Grande Plenário de rofessores e Educadores. No caso de lhe ser imposto qualquer obstáculo à participação no Plenário, contacte, de imediato, o SPN.
Portanto, participe! O que está em causa é o seu futuro profissional. É a sua vida!

NÃO PODE ALHEAR-SE DESSE FUTURO!
DÊ VOZ AO SEU PROTESTO,
À SUA REVOLTA E À SUA INDIGNAÇÃO!