20080614

ESCLARECEDOR OU TALVEZ NÃO...

"O parto decorreu normalmente e o Zezito nasceu bem. Eram dez e meia da noite de uma sexta-feira, 6 de Setembro de 1957. Fernando e Adelaide não formalizaram o nascimento do rapaz ali, na freguesia de Miragaia. Esperaram pelo regresso a Trás-os-Montes para registar o bebé como natural da freguesia de Vilar de Maçada, no concelho de Alijó, distrito de Vila Real, com o nome de José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. «José Sócrates foi o nome por mim escolhido», esclarece o pai, «e com o que a minha ex-mulher esteve de acordo. José, nome de meu pai. Sócrates, apesar de não ter nenhuma raiz familiar, foi ideia minha por me vir à lembrança o filósofo grego por quem nutria alguma admiração através da leitura de testemunhos que a figura deste filósofo representa de racionalidade e humanismo. Ainda houve alguma objecção por parte do conservador do registo civil na aceitação do nome, por não ser usual, mas que foi superada."

Pode ler-se aqui

E este é o início da biografia não autorizada de José Sócrates, escrita pela jornalista Eduarda Maio, a quem o "biografado" concedeu uma entrevista.

Estas linhas levam-me a reflectir em dois pontos:

1º Percebo perfeitamente porque os progenitores do "Zézito" esperaram para o resgistarem em Vilar de MAÇADA... (algo de profético terá iluminado aquelas mentes!)

2º Já não me ocorre alguma lógica na escolha do nome "Sócrates". Se não vinha de família, que ideia foi aquela de "racionalidade e humanismo"?

Querida Irlanda!

Obrigada ao povo da Irlanda que saiu de casa para dizer: NÃO papo grupos!

Irlanda: bruta rasteira no Tratado de Bilderberg

Imagem do KAOS
Por espantoso que pareça, depois de um glorioso "Dia da Raça", tivémos um ainda mais glorioso dia do Estampanço. Em 1830, Carlos X foi deitado abaixo, nas "Trois Glorieuses", mas os tempos são agora outros, e os Espantalhos de Bilderberg, como não têm ossos, nem dignidade, nem qualquer tipo de verticalidade, iriam precisar de "centaines de glorieuses" para serem deitados abaixo. Por mim, podem ficar: são como musas, e inspiram-me os melhores textos.
O primeiro bloco do encómio vai para o Povo da Irlanda, velha raça celta, e pátria de três dos mais brilhantes aforistas, cínicos e génios da Literatura Séria, Wilde, Shaw e Joyce. Gosto de pensar que tenho um pouco de cada um deles, e isso deve-se, certamente, a também estar entalado num recanto periférico, e estagnado, da velha Europa.
A Irlanda, hoje, provou que é possível devolver a Europa aos Cidadãos, retirando-a das garras dos fabricantes de futuros lassos, e entregando-a, de novo, à incógnita da Dúvida e da necessidade de reflexão. Os "fora" irlandeses, um dos países que, brilhantemente, "deu o salto", dentro da Família Europeia, imediatamente se encheram de textos de felicitações de todos os cantos do Hemisfério Civilizado, América incluída, e, curiosamente, caso lá queiram ir verificar, há um enorme cepticismo contra aquela "Coisa", equivocamente chamada "Tratado de Lisboa", que ninguém, no seu estado normal de sanidade mental se deu ao trabalho de ler, mas que, com a intuição e a gravidade que nos concedem milénios de maturidade continental e histórias atribuladas, sabe estar cheio de rasteiras, daquelas mansas, que se abrem quando menos se espera...
A minha expectativa cultural, política e económica é muito escassa: sou um mero cidadão europeu, residente em Portugal, futura região autónoma da Galiza, com Alcalde y tudo, a morar numa cidade que se desfaz por todos os lados, ao ponto de se terem de tapar as rachas, os rebocos desfeitos e os acabamentos precocemente envelhecidos com muitas bandeiras herdadas das festividades da República. O pior é quando chove a a bandeira fica reduzida à haste, e toda a desolação reemerge, impante e fatal, para nosso desconsolo de olhar sofrido e comum...
O segundo encómio vai para o KAOS, que andou, tal qual eu, na zona do não-vale-a-pena-mesmo-batermo-nos-por-mais-nada, e, de repente, camionionistas, o Saloio de Boliqueime, mais o Saloio da Cova da Piedade e o Saloio de Vilar de Maçada começaram a tremer nas perninhas de Pastéis de Tentúgal, e a coisa começou a transbordar.
Começou... e começou é uma das palavras mais frágeis que conheço. Eu, Iluminista, e por consequência, Europeísta, dou, de repente, comigo a celebrar estridentemente o fracasso de um pretenso "avanço" da Construção Europeia. Pois, mas a verdade é que, entre dois ou três meses, num súbito acelerar da porcaria, me chegaram subitamente rumores das tais alíneas que ninguém leu, mas LÁ ESTÃO, e vou exemplificar-vos: uma, central, é a da destruição do Sistema de Ensino. Paira no ar que Portugal poderá ficar medusado num patamar académico que não lhe permitirá dar mais do que Licenciaturas (de Bolonha), e os Mestrados e Doutoramentos vão ter de ser tirados... lá fora. Cá dentro, com a destruição da Coluna Vertebral da Formação mínima, arriscamo-nos -- e um dos grandes canalhas associados a isso é o escroque Valter Lemos, o da Reforma do Sistema de Macau e das golpadas dos Politécnicos... -- a poder apenas fazer a formação de "profissionais", gente habilidosa de mãos, para tratar de canos, instalações eléctricas, montagens de "Meo"s e "Netcabos", arranjo de motores de alta cilindrada, e acompanhamento de velhinhas alzheimerizadas, mas com brutas contas em certos bancos sérios... O resto vai para os colégios da fradaria e para aqueles que não sendo da fradaria têm nomes de Santos e geram a perpetuação das elites. Sem ofensa, ou.... aliás, com ofensa, não é por acaso que o Clã Soares anda a ampliar o seu "Colégio Moderno", bem para cima das velhas árvores da mamada, na Alameda do Campo Grande. Fosse viva a Amélia das Marmitas, e havia já grande escândalo de muleta, lá à porta, ó, se havia...
Em França, parece, já se sonha com percursos formativos alternativos, como as maravilhosas Novas Oportunidades, mas até coisas mais arrojadas, como dar diplomas em gares de metro e comboio, estações de serviço e átrios de Centros Comerciais (!). Para quem pensa que estou alucinado, pesquise.
A parte seguinte é ainda melhor: aparentemente, tudo eram favas contadas. Os Bilderbergers, depois de terem fingido que se iam reunir em Atenas, estiveram, afinal, muitos caladinhos, concentrados, há uma semana, perto de Washington, D.C., "Caput Mundi", para mostrar que a coisa, desta vez, ia mesmo arrancar para o duro. Com o indispensável Balsemão, seguiram "the next-ones", António Costa e Rui Rio, o que nada deixa de bom para os palhaços que os antecederam, um dos quais, ainda no lugar de Primeiro-Ministro da Bandeira de Conveniência Portugueses. Dia 1 de Julho arrancava a duvidosa Presidência Francesa, com Sarkozy, o mais perigoso de todos os políticos europeus, à frente.
Estes cavalheiros não brincam em serviço, e mandaram um dos nossos, ainda mais saloio do que os anteriores, para Saragoça, inaugurar o que se apresenta como uma festa, mas, curiosamente, é tudo menos uma festa: é a Expo-2008, cujo tema é a ÁGUA -- ouviram bem?... a Água -- que, depois da especulação sobre o preço dos combustíveis e dos alimentos, vai ser a próxima fronteira de especulação que esses filhos da puta, que estão a desmantelar a nossa parca felicidade, irão abrir. Suponho que o Bimbo de Boliqueime nos tenha representado decentemente, já que sobre o Referendo Irlandês "ainda não tinha opinião (!)", aliás, como dizem os homens do táxi, a única opinião que ele alguma vez terá é de que está à espera do fim do seu 2º Mandato, para levar mais uma reforma para casa. Não será com o meu voto, aliás, como nunca, em circunstância alguma, seria. Falta-me saber se a Maria, como noutras ocasiões, foi beijar a mão (!) da Rainha Sofia...
O grave, no meio disto, é mesmo a Água.
Já se imaginou, mergulhado num sistema, onde será levado a matar o seu vizinho, por causa de um copo de água?... Pois é o próximo "virtual/real game" para o qual você vai ser convidado, mansamente, sem que disso se aperceba, e com o tema a entrar "naturalmente" pelos meios de Intoxicação Social. Espere só que toque a sineta do tema, que nisso eles serão lestos, assim como você desconhecia que Bilderberg estava reunido em Washington. Malhas que o Império tece, e continuará a tecer.
Célebre ficou a frase, naquele ridículo debate parlamentar, entre a Moça de Vilar de Maçada e Senhora de Mota Amaral. Não havia debate: era um trocar de rosas, entre duas madames, com os mesmos gostos em tudo -- e aqui vou entrar nas inconfidências, mas, de vez em quando, tem mesmo de ser, lá me desculpem as fontes do Protocolo de Estado, de onde vem a informação... -- incluindo o tipo de enfarda... perdão, guarda-costas, sólidos, bem desenhados e capazes de esconder um segredo. Aliás, o debate era tão musical, e com aquelas vozes tão bem timbradas no feminino, que só me faziam lembrar o Duplo Concerto de Brahms, com a Tinhosa de Vilar de Maçada a fazer o timbre do violino mal contido, e a Virgem das Ilhas a do violoncelo já com os "esses" muito abertos e esgaçados, uma longa vida dedicada à Harmonia..., e foi mesmo nesse enlevo de alma, já a deixar antever o Centrão Seguinte que a "outra" se descaiu com "o Tratado ser muito importante para a sua carreira política..." Como mantemos uma relação amorosa muito profunda e antiga, imediatamente reportei o facto na "Wikipédia", como poderão confirmar no texto, e depois no "histórico" das alterações. Suponho que ele me irá agradecer eternamente, mas eu também lhe agradeço eternamente muitas coisas que impiedosamente tem feito a 10 000 000 que, como eu, estamos confinados à Cauda da Europa, e aos rasgos de humor da sua miserável soberba. Até a Câncio, essa insólita pendureza do nosso imaginário ali veio à baila...

Que se foda.
O ensaio geral das 65 (!) semanais avançou logo, e ainda nem o Tratado de Bilderberg estava em vigor. Sabe Deus que eu não sou do Bloco de Esquerda, e ainda mais sabe Sócrates que tem em mim um dos mais ferozes franco-atiradores contra a sua mentira, porque fui dos enganados que o pôs lá... Acontece, e paga-se, mas de ambas as partes, ó, se paga.
O carinho seguinte vai para os Sindicatos, que, como já aqui referi, estão incluídos, numa das oclusas alíneas do Tratado de Bilderberg, hoje chumbado pelos Povos Livres da Iralanda, não como representantes das classes que deveriam defender, mas como "cooperantes com os Governos". Procure, se quiser, e leia a Realidade recente, se tiver dúvidas...
O resto é o conselho de um espírito livre, Europeu, Português, na plena posse dos seus direitos cívicos, e com talento para a escrita, como é publicamente reconhecido: Sr. Sócrates, a quem tratam, piedosamente, pelo "Engenheiro", o Senhor já saiu desta arena muito debilitado politicamente, aquando do vexame da sua "Licenciatura", que tentou apagar da "Wikipédia", mas lá ficou, estigmatizada para sempre, como uma vergonhosa marca de fogo, indigna de um Chefe de Governo Europeu. Se tivesse vergonha na cara, demitia-se JÁ, como consequência do fracasso da jóia da coroa da sua carreira política (!), mas sei que vai continuar, por isso, lhe deixo aqui o conselho, maduro, pensado e lapidarmente escrito: o seu Ministro Amado, também conhecido, em certos meios, pelo "Homem da América" (a invenção não é minha, é dos tais... meios...), teimoso e ridículo como você mesmo, a galope daquele ser indescritível que preside à Comissão Europeia, defendem a continuação da ratificação do Tratado de Lisboa.
Estamos plenamente de acordo, mas, para que se cumpra a Europa da Cidadania, e se veja, se, por acaso, ela confirma, ou infirma, os objectivos da Europa dos Interesses, essa ratificação deverá passar a ser feita, um a um, nos restantes países, não em Parlamentos herméticos, mas Referendo a Referendo, para que possamos ter uma visibilidade final.
Muita boa noite, e parabéns por mais esta sua derrota.

20080613

Irlandeses dizem NÃO ao Tratado de Lisboa!

Porreiro, pá!

A FIM DA ERA DO PETRÓLEO

Se compreendermos um processo catastrófico, estamos melhor preparados/as para dar a resposta adequada:

http://www.luta-social.org/2008/06/o-poder-do-petrleo-ou-o-capitalismo-no.html

http://www.eutsi.org/kea/economia/critica/el-crepusculo-de-la-era-tragica-del-petroleo-de-ramon-fernandez-duran.html

Vamos alargar a discussão, pois as lutas sectoriais não se activaram por encanto; a causa disto é o fim da era do petróleo.

Solidariedade,
Manuel Baptista

20080612

INTEMPORAL


Intemporal, este bom Eça!

Primeiro foram os Professores, depois os Pescadores e agora ... os Camionistas

Imagem: Copyright © 2008 www.iol.pt


O que vale é que em todos os grupos, os 'dissidentes' não são carneiros mal-mortos ... A esses, um enorme bem-haja! A LUTA CONTINUA e às vezes, RESISTIR É VENCER.

«Adiou-se a paralisação por mais 48 horas e o que ganhamos? A morte de uma pessoa e camiões vandalizados», desabafou Jorge Lemos, um dos elementos eleitos da comissão que negociou com o Governo o pacote de medidas e que foi apresentado como uma conquista negocial. (...)" (IOL Portugal Diário)

NOTA: Post inserido na sequência de Do I need to say more??? (ASHA), no contexto Notícas & Posts - PARALIZAÇÃO DOS CAMIONISTAS e, apesar de detestar poluição sonora, a favor do BuziNão - 17 de junho e de outras formas de acção que vão surgir (ainda no SEGREDO DOS DEUSES)

BuziNão - 17 de Junho


PrtSc do post publicado por Fernando Oliveira no blogue Catarse

Fonte primária: Portugal Diário

Do I need to say more???

Bloqueio chega ao fim com a “benção” das transportadoras
09:00 12-06-2008

Já passava das duas da manhã quando as transportadoras reunidas no Expo-Salão da Batalha anunciaram que aceitavam os termos do acordo negociado entre a ANTRAM e o Governo. De acordo com o ministro Mário Lino, a situação dos combustíveis em Portugal deverá regressar à normalidade nos próximos dias, graças ao término da paralisação dos camionistas, que desde segunda-feira ameçou “parar” o país.

No entanto, a comissão organizadora dos protestos anunciou que irão formar em breve uma nova associação para defender os interesses do sector, uma vez que não se revêem inteiramente nos objectivos defendidos pela ANTRAM.
Em entrevista à SIC Notícias, Mário Lino mostrou-se satisfeito com o resultado obtido na reunião de camionistas realizada na Batalha, de onde resultou, entre outros pontos, a promessa de que brevemente será realizada uma reunião entre o Governo, a ANTRAM e a nova comissão de camionistas para continuar a debater os problemas da classe.

Desta forma, o Governo voltou a ter que ceder, face à subida constante dos preços dos combustíveis, dando assim origem a um acordo com a ANTRAM, que mereceu o compromisso do Movimento Independente das Micro e Médias Empresas Ligadas aos Transportes, que paralisou a distribuição de bens pelo país. Todavia, o acordo não teria saído se o Governo não tivesse cedido relativamente ao congelamento do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) em 2009, e o imposto de camionagem durante os próximos três anos. [...]
No pacote de oito medidas, que ficou fechado, estão contidas quase todas as exigências dos camionistas [...]

Ainda que o amor seja mudo

O Teu Percurso AMMedeiros

Herói


Hoje vim aqui partilhar. E também falar-te de outra maneira. Escrever o que me atrevo apenas a dizer-te com as lágrimas contidas no olhar. Com as mãos quando te tocam quase sem te tocar para que sintas que estou ali e que te protejo sempre, meu Herói.
Ultrapassaste um internamento, uma infecção, as defesas na debilidade quase absoluta. Deixaste que um novo tubo entrasse numas das tuas veias. Deixaste comigo a teu lado, enquanto olhava no fundo do teus olhos profundos, enquanto perscrutavas nos meus a serenidade e a confiança que és tu que emanas sem te dar conta…
Aguentaste a crueldade de alguém. Há sempre um dito “profissional de saúde” disposto a agredir a dignidade de um qualquer doente, seja ou não um doente oncológico. Não importa. Tu é que és um menino de grande coragem e sabedoria.
Agora voltaste. Estás comigo. Vives cada momento. E vejo-te feliz sorver o tempo em actividades com os teus melhores amigos. Transbordas alegria em cada palavra. Enches a casa com a tua presença, o som da tua voz, as tuas expressões… Quase me parece uma miragem, que após 3 meses te possa sentir a viver alguns dias que têm o aroma dos dias em que a Leucemia não estava presente e nem suspeita dela pairava no espectro dos meus mais secretos medos.
Surpreendes-te quiçá, ou talvez não, que consiga presenciar todo o tipo de intervenções até mesmo as mais invasivas… Sabes, Herói? O que dói mais fundo é, por vezes, o que os meus olhos não vêem, mas sentem. O que dói mais fundo é a vida que te vejo precária, são os 16 anos que agora vives assim e, apesar de tudo com tanta determinação e uma vontade férrea de vencer e viver. Dói-me quando te observo e sob os teus olhos esteja aquela cor na pele tão escura, aquelas olheiras que não tinhas, que o teu rosto tenha uma lividez assustadora, que o teu corpo tenha mudado tanto e pressinta um sofrimento maior na integração da tua imagem, dói-me ver-te caminhar com aqueles passos descoordenados de velhinho que já tantos obstáculos viveu e caminhou… Dói-me quando te vejo ter dores e não suporto a tua dor e a minha, dói-me ver-te tremer de febre e não ser eu a suportar os teus tremores, dói-me quando baixas os estores da janela do quarto da vida e desligas a comunicação com todos porque estás débil…
Sabes, Herói? O que mais me dói é que possa existir um algo, seja o que for, esta entidade abstracta, que possa ser mais poderosa que a força de uma mãe. Mas existe. Não nos venceu, nem vai vencer, são os três anos de tratamento que me doem, sim doem muito, mas nós vamos ganhar. Tu vais ganhar mais vida, meu Herói.
O teu percurso pode ser difícil, mas tu és excepcional. Os Heróis vencem os maus, nunca se cansam. O teu percurso será sempre extraordinário e preenchido pelas cores da vida.


Adoro-te.

AMMedeiros

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Outros posts da autora:
O seu outro blogue: Colóquios e Solilóquios do Ser

Maria do Carmo Vieira - Intervenção no Encontro de 19/Abril da CDEP

Novo post no Blogue da CDEP!

Intervenção de Maria do Carmo Vieira no Encontro da Comissão de Defesa da Escola Pública de 19/Abril/2008

20080611

TRABALHADORES: UM SINDICATO QUE NÃO É UMA CORPORAÇÃO

Realmente há muito tempo que se tinha compreendido que os 'sindicatos profissionais' não eram bons instrumentos para unir a classe trabalhadora, em vez de a dividir em categorias mais ou menos estanques e mais ou menos 'elitistas'. O conceito alargado de sindicato, sindicato de ramo de 'indústria' (ou de actividade) já era bem conhecido no início do século vinte.
Estamos no século XXI Portugal continua a estar arredado desse conceito.
Por isso as lutas são fragmentadas; por isso não existe unidade, mesmo quando há razões objectivas para tal.


Os Trabalhadores Industriais do Mundo (em inglês: Industrial Workers of the World ) é um sindicato internacional que tem a sua sede presente em Cincinnati, Ohio, nos EUA. Hoje está a organizar-se activamente e conta muitos membros no mundo. Para se ser membro de IWW não exige que se trabalhe num dado posto de trabalho, nem exclui ser-se membro de outro sindicato. Os membros da IWW defendem que todos os trabalhadores deveriam estar organizados num único sindicato enquanto classe e que o sistema económico baseado no trabalho assalariado deveria ser abolido. São conhecidos pelo facto de defender um modelo de democracia sindical baseada na assembleia de local de trabalho onde os trabalhadores elegem delegados com mandato revogável e são implementadas outras normas da democracia directa ou de base (autogerida).

EM DESTAQUE - PARALIAZAÇÃO DOS CAMIONISTAS

«Abastecimento a aviões suspenso na Portela

A ANA - Aeroportos de Portugal suspendeu o abastecimento de combustíveis aos aviões no aeroporto da Portela, mas a medida não levou ao cancelamento de qualquer ligação aérea até ao momento. «Não estamos a ter capacidade para reabastecer qualquer avião à excepção dos de emergência, militares e de Estado», disse o porta-voz da ANA, sublinhando não haver até ao momento registo do cancelamento de qualquer voo.

Veja também:

Referência: copy&paste do site Diário Digital

Força camionistas, Força Portugal!


"Eu não sou camionista sou designer gráfica, cidadã portuguesa que paga os seus impostos no final de cada mês, este mês não consegui pagar a prestação da minha casa, pois a maior fatia do orçamento familiar vai para os combustíveis, e cá em casa já se anda a passar fomeca. Por tudo isso que não é pouco, estou solidária convosco. Dou ideia para colocarem uma bandeira de Portugal em cada camião, porque este é que é o verdadeiro jogo que temos que ganhar, quem se reúne para jogos da selecção deve agora gritar bem alto as faltas que nos sufocam, e nos vão tornando cada vez mais pobres.

Força camionistas, Força Portugal!

Lutemos por um futuro digno, até ao fim das consequências, nem que tenhamos que parar todos! Faça-mos um novo 25 de Abril, que o outro já são só memórias!" (E. G., 11 de Junho de 2008 10:03)