Excelente escolha do blogue Insónia
20081227
Dedicado a um amigo especial
In paradisum
In paradisum deducant te Angeli:
in tuo adventu suscipiant te Martyres,
et perducant te in civitatem sanctam Jerusalem.
Chorus Angelorum te suscipiat,
et cum Lazaro quondam paupere aeternam habeas requiem.
In paradisum
May angels lead you into paradise;
may the martyrs receive you at your coming
and lead you to the holy city of Jerusalem.
May a choir of angels receive you,
and with Lazarus, who once was poor, may you have eternal rest.
20081226
O El Solitario também usava Armas de Plástico?
A CARTA QUE NÃO ESCREVI
Imagem daquiQuerido Pai Natal
Opiniões
Texto: A megera por Valdemar Rodrigues
"Sobre a avaliação dos professores já se disse quase tudo, algumas vezes bem, mas quase sempre cometendo a ingenuidade de assumir que é ao actual governo que se deve a natividade da coisa ou seja, que até ao pontificado de Maria de Lurdes Rodrigues os professores nunca haviam sido sujeitos a qualquer avaliação. (...)" (Continue a ler no Jornal Oeste Online)
'Cedências na Educação só na véspera de eleições'
Cedências na Educação só na véspera de eleições (SUSETE FRANCISCO e PEDRO SOUSA TAVARESVASCO NEVES, DN)A indisciplina escolar ou como a escola capitalista gera reacções espontâneas e inconscientes de rejeição pelos jovens estudantes
O sucesso na escola capitalista massificada, segundo as actuais políticas educativas prosseguidas pelos Estados, na era do capitalismo desorganizado que é próprio da globalização mercantil neoliberalA diferença é que o valor do futebol é para esse estudante óbvio, ao passo que vê a escola como uma imposição sem sentido. A menos que a escola seja valorizada no seu meio familiar, o estudante vê as aulas e o estudo como uma tolice que tem burocraticamente de cumprir antes de ir à vida que a morte é certa.
Ora, nada tem sido feito por parte dos responsáveis educativos para tornar óbvio o valor do estudo, dos livros e da escola a quem não aprende em casa a valorizar essas coisas. Pelo contrário: ao obrigar cada vez mais os professores a fazer as vezes de dinamizadores culturais, para não dizer palhaços, retirando da escola a sua dignidade própria e tentando transformá-la em entretenimento mentecapto, os responsáveis educativos pioraram a situação. Pois quando se encara a escola desta maneira é porque se pensa que a física, a matemática, a geografia, a história, a literatura ou a filosofia não são realmente interessantes.
O oposto desta atitude é a conversa dos senhores de olhar severo que usam palavras caras na televisão para repetir sem quaisquer argumentos que essas são as coisas mais importantes do mundo, para toda a gente. Acontece que isto é uma mentira. A maior parte da humanidade nunca teve o mínimo interesse em física, matemática, história ou filosofia, e vive bem assim. Tal como a maior parte da humanidade nunca teve o mínimo interesse em saber fazer pão, saber fazer electricidade ou saber curar uma perna partida. Pessoas diferentes interessam-se por coisas diferentes.
Para a escola ser respeitada por estudantes e pais não precisamos de pregar a mentira evidente de que a matemática ou a história interessam a toda a humanidade. Tal como o estudante que aprende futebol não pensa com certeza que aquilo é a coisa mais importante do mundo; basta-lhe que seja interessante para ele, e que sinta ter talento para isso. Esta é a atitude que temos de ter na escola. A filosofia, a música erudita ou a matemática não são as coisas mais importantes do mundo. São apenas importantes para algumas pessoas. Mas para sabermos se somos uma dessas pessoas, temos de passar pela escola e estudar essas coisas da melhor maneira possível. Se não o fizermos, não saberemos se realmente nos interessa ou não. O papel da escola universal é dar a todos os estudantes esta oportunidade única, sobretudo aos que não a têm em casa.
Fonte do texto de Desidério Murcho:
http://dererummundi.blogspot.com/2008/12/falta-de-educao.html
20081225
Os tempos modernos! Ora bolas para esta m**** de sociedade!!!
"Uma professora de Matemática, com 40 anos, foi ontem encontrada morta nas traseiras do prédio onde residia, na rua Carlos Seixas, em Coimbra. A vítima terá caído da varanda do quarto andar, onde morava.
(...)
Segundo uma colega, a mulher era docente de Matemática na Escola secundária Quinta das Flores, mas estaria "a fazer trabalho de secretaria", por isso "dizia muitas vezes que não aguentava mais"." (Correio da Manhã, 15 Dezembro 2008)
Os pecados ecológicos do Vaticano ou como a Santa Igreja mata os mais belos seres naturais

Tinha 120 anos e 33 metros de altura. Vivia num bosque remoto da montanha no município de Gutenstein, no vale de Piesting ( na Áustria), e nada sabia das nossas guerras, obsessões e vícios. Andava apenas preocupado em aguentar o peso da neve que periodicamente se depositava nos seus múltiplos ramos.
Até que num dia destes chegou um engenheiro florestal, parou, observou-o e disse-lhe, com voz de especialista:
- És o maior exemplar e o mais bonito de todos desta zona.
Ao ouvi-lo, algumas folhas dos ramos mais baixos coraram de vergonha, enquanto toda a árvore se pavoneou de vaidade, aproveitando um intervalo da ventania que ali soprava forte, sabendo bem que as árvores suas vizinhas, ao ouvirem aquilo, ficariam roídas de inveja.
Alguns dias mais tarde, o engenheiro voltou, mas desta vez com dezenas de operários e um grande camião com uma grua de todo o tamanho. Quando ouviu o som nauseabundo das moto-serras, o velho e garboso abeto percebeu logo que tinha chegado a sua hora.
Ainda tentou reclamar:
- Afinal, não me tinham dito que era o mais belo, alto e proporcionado abeto deste bosque? Então porque é que me matam?
Ouviu então uma resposta que arrepiava, e que tinha tanto de loucura como de cinismo:
- Meu caro, tens muita sorte, é o que te digo! Na verdade, o teu cadáver irá ser a prenda do nosso grande país, a Áustria, ao país mais pequeno do mundo, o Vaticano. Iremos instalar-te no centro de uma conhecidíssima praça, a praça de São Marcos, no Vaticano, para que todos admirem o teu cadáver. Enfeitaremos o teu corpo com milhares de bolas e enfeites, luzes e luzinhas a apagar e a acender, antes de, no topo, depositarmos uma estrela polar. Um coro de crianças dar-te-ão as boas vindas, e cantarão bonitas canções. Infelizmente já não as poderás ouvir, porque já estarás morto. O teu cadáver ficará assim exposto por alguns dias, até ao dia 2 de Fevereiro para a glória da Áustria e do Vaticano. Serás assim o símbolo do nascimento de Cristo e da vida eterna, prazer que, no en tanto, já não vais gozar porque assim decidiu o engenheiro florestal que te encontrou. Milhares pessoas, que te irão visitar, hão-de tirar fotografias do teu cadáver para mais tarde te recordar.
Espantado e incrédulo, a árvore gigante ainda perguntou:
- E depois?
- Bem, depois…, depois de 2 de Fevereiro vão-te lançar à lixeira, ou mandar-te para alguma incineradora nos arredores de Roma…. !!!
Desgraçadamente este não é um conto de fadas. É sim a triste realidade dos dias de hoje, no Estado eclesial do Vaticano, de acordo com um costume idiota, iniciado…. com o Papa João Paulo II !!!
Será que é tão difícil para a Igreja e a Cúria Vaticana salvar a vida destas árvores de enorme porte e que são um hino à mãe-natureza? Será que às suas consciências não pesará o pecado ecológico de serem cúmplices e autores morais dos assassinatos destas portentosas árvores, já para não falar do desperdício de energia que o seu transporte e a alimentação das luzes vai representar?
Que as imagens da chegada do cadáver de mais uma vítima inocente sirva de reflexão a todos nós sobre a frieza, a insensibilidade e a falta de respeito do Vaticano para a mãe-natureza, em particular para estas bonitas e majestosas árvores que são os enormes abetos das montanhas alpinas.


[Portugal] O espectro da liberdade surge sempre com uma faca nos dentes
"Manifesto Casa Viva
Ao contrário do que nos querem
fazer crer os meios de comunicação, o assassinato, às mãos da polícia grega, no passado dia 6 de Dezembro, do jovem de 15 anos Alexandros Grigoropoulos (Alexis) não foi um incidente isolado. Tratou-se, antes, duma explosão do Estado repressivo que, de forma sistemática e organizada, aponta para os que resistem, os que se revoltam, os que combatem o estado actual das coisas e a autoridade que lhe dá corpo. Tratou-se, enfim, da escalada do ataque generalizado a toda a sociedade, que pretende impor formas mais rígidas de controlo e exploração e que se reflecte diariamente nos "acidentes de trabalho", na perseguição e encarceramento de imigrantes, na pobreza, na exclusão social, na chantagem para que nos integremos num mundo de divisões sociais, todos crimes daquilo a que, geralmente, se chama o Sistema.
Tudo, claro, bem regado pela guerra ideológica coordenada entre os mecanismos dominantes de comunicação e os poderes, que nos convencem de que não há alternativa, pelo menos até que uma crise ponha a nu as contradições do seu modelo, altura em que decidem que serão novamente eles, os arquitectos do modelo falhado, a guiar-nos para novos paradigmas.
Das escolas transformadas em armazéns de putos, às universidades onde se tenta criar carreiristas acríticos, passando pelos espaços tétricos da escravidão assalariada em que nos encerram e pelas fronteiras de arame farpado onde se impede que os deserdados apoquentem o banquete, a democracia e o capitalismo mostram a sua verdadeira face.
Da mesma forma, as chamas nas ruas de várias cidades gregas não são uma uma resposta unicamente direccionada ao assassinato policial. Sem o sufoco social crescente que acompanha a raiva que agudiza a revolta contra a morte de Alexis, não
haveria essa característica undamental que os protestos gregos trazem em si, a de se voltarem contra a estrutura vigente e não apenas contra a conjuntura governamental ou repressiva do momento.
Neste contexto, as pedras arrancadas das ruas gregas e atiradas à polícia ou às catedrais do mundo-feira, as garrafas ardentes que recortam os céus, as universidades ocupadas e transformadas em assembleias de debate aberto, todas as acções e tentativas, são pedaços do mundo insubmisso, livre, fraterno e justo com que, eles e nós, sonhamos. A sua coragem para continuarem a resistir apesar da porrada, da prisão, das nuvens de gás lacrimogéneo e das balas, são um exemplo para que não nos calemos nunca perante o medo e o silêncio que nos querem impor e que, ao invés, os utilizemos como detonador do levantamento contra o terrorismo de legal
que pratica o Estado e da criação de algo novo, fundado em novos princípios.
Utilizando as leis "anti-terroristas" que, por toda a europa, se têm imposto da forma como sempre as têm utilizado, as autoridades estão, neste preciso momento, a deter os que lutam e a confrontá-los com acusações como "associação criminosa", num ambiente devidamente temperado pelos meios de comunicação, verdadeiros guardiões do status quo, que, com a sua propaganda que vê "violência" numa montra partida e "normalidade" num ser humano a morrer à fome, pavimenta o caminho à repressão, de forma a que tudo volte à fatalidade da injustiça e da submissão.
Daqui, queremos deixar bem claro que não temos dúvidas sobre o lado em que estamos. Ao lado dos que apelam "não deixem este hálito flamejante de poesia atenuar-se ou extinguir-se". Solidários com os que lutam, com os detidos nos confrontos dos últimos dias, com todos os que se juntaram à mesma luta no Chipre, Alemanha, Espanha, Dinamarca, Holanda, Reino Unido, França, Itália, Polónia, Turquia, Estados Unidos, Irlanda, Suécia, Suíça, Austrália, Eslováquia, Croácia, Rússia, Bulgária, Roménia, Bélgica, Nova Zelândia, Argentina, México, Chile e, certamente, muitos outros locais deste planeta que é nosso. "
Casa Viva
Praça Marquês de Pombal, 167,
Porto - Portugal
http://www.casa-viva.blogspot.com/
20081224
Christmas trees, "green trees"
Imagem daqui : "cannabis tree ;))" (zverja)"Christmas trees didn't come to the English speaking world until the 19th century. The tradition started in Germany and eastern Europe in the 16th century.
There's another "green tree" we might think about today.One that could feed and clothe billionsof the world's poor and increase the standard of living for everyone.One problem: It's been made illegal." (Brasscheck TV)



















