20090430

OS SONSOS ENERVAM-ME!

Imagem "cão azul"
CASO 1-
"José Sócrates está a enviar um pedido de desculpas formal, por escrito, aos pais das crianças de uma escola de Castelo de Vide cujas imagens foram usadas num tempo de antena do Partido Socialista."
Onde pode ler-se:
"Eventualmente por ausência de informação adequada ou de actuação adequada da parte sobretudo da empresa, houve pessoas que participaram no vídeo que não tinham a exacta noção de que as imagens seriam empregues no tempo de antena do PS, e houve, porventura, algumas crianças que foram filmadas sem o preenchimento dos requisitos prévios", disse Vitalino Canas."
A EMPRESA É QUE PEDE AUTORIZAÇÃO? ESTRANHO, EVENTUALMENTE ESTRANHO!
E depois lá vêm desculpas d' "inginheiro" esfarrapado...
CASO 2-
Associação de Pais da Secundária de Fafe lança acusações à Inspecção Geral de Educação

Algum tempo depois da ministra da Educação ter sido recebida na Escola Secundária de Fafe com ovos, a Inspecção Geral de Educação visitou o estabelecimento de ensino e questionou os alunos sobre o caso. A Associação de Pais da Secundária de Fafe avança que se tratou de um método de interrogatório que incentiva a um "comportamento denunciante" e "é absolutamente inconcebível depois do 25 de Abril". A informação é avançada na edição de hoje do jornal Público. Mais pormenores com a jornalista Lurdes Dias.


Retirado da pág. RTP Online
TUDO EM PROL DA DEFESA DA PÉRFIDA, MESQUINHA E MORIBUNDA DE HÁ SÉCULOS SINISTRA MINISTRA!
CONCLUSÃO: ISTO É JÁ "TÃO TUDO NOSSO" QUE NEM VALE A PENA PEDIR AUTORIZAÇÃO AOS PAIS, MESMO QUE OS ALUNOS SEJAM MENORES!

20090429

20090428

'Ao setôr Socras, à Milú, ao pai Bino e a alguns Encarregados de Educação!'

Imagem: Recado de Enc. de Educação para o professor!




Imagem: O referido trabalho de casa, é este que aqui consta………….


E as crianças, senhores???

O Partido Socialista utilizou, sem autorização, imagens de alunos do 1º ciclo de escolas de Castelo de Vide no tempo de antena, sobre o computador Magalhães. Os pais exigem agora explicações.
(http://radiocomercial.clix.pt/info/actual_body.aspx)

Aguardam-se ansiosamente as explicações dos senhores socialistas, mas também gostava MUITO de ouvir a opinião do senhor albino...

Ora, então, vamos lá a coisas simpáticas ...

Sem jeito mas com boas intenções. O tema é cancro e só posso falar de um.
1.

Há vida após o cancro. [...] Entre os adultos diagnosticados com esta doença, estima-se que 64 por cento sobreviverá, pelo menos, cinco anos depois de constatada a sua existência, e a possibilidade de sobrevivência revela-se cada vez mais alargada.

"Como ainda há muitos aspectos desconhecidos do cancro da mama e nenhum tratamento individualmente funciona de maneira totalmente eficaz, existem diferentes opiniões sobre qual é o tratamento mais apropriado. ...

As mulheres a quem foi feita uma mastectomia simples vivem tanto como as que foram submetidas a uma mastectomia radical, em que se extirpam os músculos peitorais subjacentes e outros tecidos. ...

Se a mulher desejar um tratamento que não seja a mastectomia, o fármaco que bloqueia a acção das hormonas que se usa com maior frequência é o tamoxifeno. Outra opção é extirpar os ovários nas mulheres que ainda menstruam, mas não está confirmado se este procedimento é tão eficaz ou mais que o tratamento anti-hormonal. ...
Nota 1: apesar da mastectomia, o tamoxifeno é recomendado (prescrito, obrigatório) a várias mulheres mastectomizadas Estranho é não se saber bem o que se está a fazer e porquê.. Do mesmo modo, é usual 'acabar com o funcionamento dos ovários'. Nota 2: Acho pouco credível o que transcrevi mas é apenas uma opinião. Agradeço esclarecimentos.

note-se que o Tamoxifeno pode provocar cancro no útero.

* O tamoxifeno é um fármaco que bloqueia a acção das hormonas e que é administrado como tratamento de manutenção depois da cirurgia da mama. Nas mulheres com 50 anos ou mais, o tamoxifeno aumenta a probabilidade de sobrevivência nos primeiros 10 anos, depois de feito o diagnóstico, em cerca de 20 % a 25 %. Esta substância, que está quimicamente relacionada com os estrogénios, tem alguns dos efeitos da terapia substitutiva dos mesmos (Ver secção 22, capítulo 233) (os favoráveis e os desfavoráveis), como a possibilidade de reduzir o risco de desenvolver osteoporose ou de morrer de uma doença do coração, ou o aumento das possibilidades de desenvolver cancro do útero. No entanto, ao contrário da terapia substitutiva de estrogénios, o tamoxifeno não diminui os afrontamentos nem melhora a secura vaginal que surge depois da menopausa. ...

O cancro da mama pode propagar-se (dar lugar a metástases) para qualquer zona do organismo. As áreas mais frequentes são os pulmões, o fígado, os ossos, os gânglios linfáticos e a pele. O cancro pode aparecer nestas zonas anos, ou até décadas, depois do diagnóstico (e do tratamento) do cancro da mama. Se se propagou para uma área, provavelmente também se disseminou para outras, mesmo que ainda não se tenha descoberto. ...
2.
Prognóstico:

ScienceDaily (July 9, 2008) — Young women's breast cancers tend to be more aggressive and less responsive to treatment than the cancers that arise in older women, and researchers at the Duke Comprehensive Cancer Center and the Duke Institute for Genome Sciences & Policy may have discovered part of the reason why: young women's breast cancers share unique genomic traits that the cancers in older women do not exhibit. ...

3.

Os médicos não gostam de falar em cura para o cancro. Essa frase marcou-me.
Estive internada 3 dias recentemente e percebi que alguns médicos também não gostam de ir ver os seus pacientes. Mesmo que esses tenham sido submetidos a intervenções cirúrgicas delicadas.
Percebi tb que o reino da macacada não pertence exclusivamente ao imaginário infantil ... não ter água, não poder tomar banho, não saber nada, tentar reagir, ver pessoas a tentarem ajudar ... Ver que a dignidade humana, o direito a si próprio não são respeitados. Não ter água durante mais de 6 horas. Para beber.

E tanto mais ... tanto mais ...

Uma coisa é certa, sobrevivi, pelos vistos por poucos anos (que terei à frente). Mais um episódio ou dois e a coisa torna-se numa novela, a cores - já que filmei tudo o que me foi permitido.

Penso que este foi o episódio número 1 de alguns relatos e acreditem que conto muitas histórias e que eventualmente, nenhuma delas se passou comigo.

20090427

Subject:: O dever de educar para a Música

Fotografia: Margarida | 27 de Abril de 2009 | Salão Brazil
"Realiza-se no próximo dia 28 de Abril, pelas 18h15, a 12.ª sessão do ciclo "O dever de educar" com o tema "O dever de educar para a Música".

Mudando um pouco a rota deste ciclo, propomo-nos pensar nas próximas sessões no dever de educar em áreas específicas do saber. Começamos pela Música, um dos primeiros ensinamentos da escola, e delineamos algumas perguntas para a próxima sessão: Como tem sido encarado esse ensinamento ao longo do tempo? Para que serve? Que ligações estabelece com outras aprendizagens? Qual o seu lugar nos nossos currículos? O que se pode fazer para se educar musicalmente as crianças e os jovens?

O convidado é Manuel Rocha, músico com formação clássica e carreira diversificada, membro da Brigada Victor Jara e professor de violino no Conservatório de Música de Coimbra. A sua cultura musical e o seu empenho na aprendizagem da Música, têm-no envolvido em vários projectos educativos.

A sessão realiza-se na Livraria Minerva (rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos), em Coimbra.

As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença).

Organização: Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães."
*****

Não concordo com muito do que é dito neste texto mas saúdo a iniciativa.

PARA ISSO É PRECISO TER... TOMATES...


Imagem da Net
"França: em desobediência pedagógica"

Ó P'ra ela Disfarçada...

A vida tem destas coisas... O que é mau para uns é bom para outros... Graças à Gripe Suína há muita gente extremamente popular e querida que pode voltar a andar descansada sem temer que chovam ovos...
Depois de termos descoberto que o vírus H1N1, por uma situação altamente favorável, teve a sua origem em Portugal, como podemos ver aqui, vemos que está no sangue lusitano, mesmo se degenerado, aproveitar seja o que for para passar despercebido...

O mais rapidamente possível...

"O primeiro-ministro preside hoje à sessão de abertura de uma audição de peritos, que tem como objectivo auxiliar o Governo a concluir o mais rapidamente possível a meta de alargar a 12 anos a escolaridade obrigatória." in, Público
Ora aqui está a prova provada: primeiro decide-se depois, pensa-se. O tempo eleitoral está a chegar.

Bem dizia António Barreto:

"O GOVERNO “julga” que não vão ser necessários edifícios, equipamentos, recursos financeiros e docentes. Julga! Não é uma maneira de gerir o maior departamento do Estado. A criação do limite de 18 anos sugere imediatamente um problema: a idade de acesso ao mercado de trabalho é de 16 anos! Há aqui qualquer coisa que não bate certo. O governo “pensa” que não. Pensa! E que dizer dos alunos de 18 anos feitos a quem falta um ano de escolaridade no secundário? O governo “entende” que não há problema. Entende! Quem são estes trinta mil alunos que vão ser abrangidos? Trabalham? Onde? Em quê? Por que saíram do sistema? São pobres? Incompetentes? Incapazes de estudar? Sem apoios familiares? O governo não sabe. Se sabe, não diz. Mas vai fazer qualquer coisa. Quer dizer, vai dar dinheiro. Parece ser a única coisa que ocorre ao governo: dar dinheiro. Que vai o governo fazer com os que já fizeram 18 anos, mas ainda estão por exemplo a acabar o básico? Não sabemos. Será que o governo mandou estudar seriamente as razões concretas do abandono no fim do básico e no secundário? Que se saiba, não. Teve o governo a preocupação de investigar esta população que abandona a escola? Tem algum conhecimento, não apenas uma ideia, das consequências desta entrada na escola de umas dezenas de milhares de alunos renitentes, de jovens que já trabalham ou de adolescentes cujos pais não ajudam? As declarações dos governantes sugerem que têm mais palpites." texo integral, aqui.

As Virtudes da Avaliação 2

As Virtudes da Avaliação 1

Polícias têm de prender para cumprir número

Há esquadras onde são afixadas tabelas. Direcção Nacional diz que intenção é diminuir crime
NUNO SILVA
Várias esquadras do país estão a impor "números-base" de detenções a fazer até ao fim do ano. Os polícias queixam-se de que assim só trabalham para as estatísticas. A Direcção da PSP prefere falar em prevenção da criminalidade.
"Maior actividade operacional. Objectivo: 250 detenções". As instruções são claras e constam num um papel afixado na 2ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP do Porto (Rua da Boavista). O documento, datado de Fevereiro, estabelece as metas a cumprir nos restantes dez meses do ano.
De acordo com elementos policiais contactados pelo JN, aquele é um dos muitos exemplos de uma realidade com cada vez mais expressão em diversos pontos do país. E que está a ser levada bem a sério pelos profissionais da PSP, devido ao facto de terem interiorizado que o número de detenções também contribui para as respectivas avaliações e consequente progressão de carreira.
O princípio está a gerar contestação no meio policial. Há quem alerte que, num contexto destes, "a quantidade sobrepõe-se à qualidade". "Assim, corre-se o risco de haver uma polícia mais repressiva do que preventiva. De se valorizar mais o trabalho estatístico do que o que deve ser feito em prol da sociedade", sublinhou um agente, que pediu o anonimato.
No caso da referida esquadra do Porto, as "missões" são distribuídas por brigadas. Dois exemplos: a do Património (investiga sobretudo furtos e roubos) e a da Droga estão incumbidas de fazer, cada uma, quatro detenções por mês, ou seja, 40 no total, entre Março e o fim do ano.
O quadro "exige", também, um total de 14 detenções/mês (140 no total) às designadas brigadas de prevenção criminal, que estão direccionadas para situações de flagrante delito, e três detenções mensais às unidades que investigam crimes contra pessoas e financeiros. Além disso, e segundo o que está expresso no documento a que o JN teve acesso, são também determinadas equipas diárias e mensais de actividade operacional.
Na esquadra de S. João da Talha (Comando de Lisboa, Divisão de Loures), a quantificação do trabalho policial também está a servir de orientação. Foram afixados gráficos e tabelas a dar conta das detenções consumadas ao longo de 2008 (103) e das que já foram realizadas nos primeiros meses deste ano. São identificados, inclusive, os crimes em causa, entre os quais se contam falta de carta, excesso de álcool, furtos, roubos, ofensas à autoridade, posse de arma ilegal e de estupefacientes.
"Os gráficos deviam ser meros indicadores para as hierarquias, não para gerar concorrência entre profissionais, esquadras, divisões e até comandos", avisa fonte policial.
"Os fenómenos criminais têm de ser combatidos com estratégia e não com estatísticas. Por exemplo, ao nível do tráfico de droga, é mais importante deter um cabecilha do que dez pequenos traficantes. Os assaltos têm aumentado, mas o que acontece é termos polícias que deviam estar dedicados a essas áreas a deter por falta de carta....", realçou outro agente.
Contactada pelo JN, a Direcção Nacional (DN) da PSP admite que há "objectivos", mas no bom sentido . "No limite, o objectivo estratégico da PSP é diminuir a criminalidade na sua área de jurisdição, logo é expectável que os responsáveis policiais encontrem mecanismos localmente para prevenir o aumento da criminalidade", argumentou o comissário Paulo Flor, porta-voz da PSP.
Nesse sentido, a divulgação de números nas esquadras é entendida como "reflexo da transparência que a actividade policial tem ao nível de comunicação interna". O mesmo responsável desmente, por outro lado, que as detenções sejam critérios de avaliação, uma vez que nem todos os profissionais da PSP têm tarefas que proporcionem aquele tipo de actividade operacional.

20090426

Debate público urgente, precisa-se

É só doutores
Passou sem polémica o alargamento da escolaridade obrigatória até ao 12º ano. Pediram-se apenas melhores condições para as escolas e o inevitável ajustamento das leis laborais. Mas ninguém formulou a questão básica: e se, por absurdo que pareça, nem todos os alunos tiverem capacidade intelectual para chegar ao 12º ano?

Que fazer? Baixar, ainda mais, os níveis de exigência do ensino secundário para distribuir democraticamente os diplomas? Tudo perguntas proibidas. Para o romantismo educacional, o sucesso escolar nunca depende da inteligência do aluno. Depende das condições que o rodeiam, do esforço dos professores e até do eventual milagre do santo padroeiro.

O que espanta neste optimismo é o governo não ser ainda mais ambicioso e alargar a escolaridade obrigatória até ao doutoramento. Mas lá chegaremos.
João Pereira Coutinho, Colunista (http://www.correiodamanha.pt/)

Manuel Luís Goucha vai entrevistar Sócrates...

Leia tudo aqui

Uma imagem, algumas palavras ... Valem a realidade

Fotografia de Teodoro Manuel Vieira

ASSIM SE ASSASSINA A LIBERDADE

Há uma característica portuguesa muito especial que foi muito bem analisada por José Gil, a não –inscrição. Ou seja, artifícios para não agir.

O mais recente «acto de não-inscrição» prende-se com o episódio grotesco da atribuição do nome de Salazar à praça principal de Santa Comba Dão, por decisão da autarquia, governada por um eleito do PSD, partido com larga história de governo pós 25 de Abril e que se pode considerar um dos partidos constituintes (aprovou a constituição de 76). Posso compreender que não seja agradável para as pessoas com ideologias de esquerda, que o poder local de Santa Comba afirme como digno de homenagem o ditador que aí nasceu. Posso compreender a jogada provocatória do cripto-salazarismo, na promoção deste acto, justamente, no chamado «Dia da Liberdade». Mas, o que já não posso aceitar (mesmo que compreenda) é que haja tolerância para com os que estão a fazer uma campanha bem pensada, bem orquestrada, para fazer aceitar um novo regime de medo, de terror, que fecham os olhos perante homenagens destas e não tiram (ou recusam tirar em público) as consequências políticas de tais actos.
- Ou o PSD é uma agremiação heteróclita de caciques, sem outra coesão interna, a não ser uma «fidelidade» a uma sigla destituída de conteúdo (existiria um PSD salazarista, um PSD liberal conservador, um PSD social democrata, etc., etc.) …
- Ou é uma estrutura, com uma orgânica, com uma certa cadeia hierárquica, com cargos mais elevados que outros. Se uma estrutura local deste partido tem veleidades que saem fora do ideário, do programa, etc. deste partido ao nível nacional, então o que seria expectável? Não esperaríamos ver uma série de actuações internas, mas com eco para o exterior, com vista a corrigir o desvio. Parece que isto não se passou no caso da concelhia PSD de Santa Comba; pois esta comemoração muito «sui generis» do 25 de Abril de 2009 é certamente um processo com vários episódios muito bem conhecidos dos políticos locais e regionais (e com certeza também dos órgãos internos do PSD, pelo menos, muito provavelmente de todos os partidos!), antes mesmo de saltar para a ribalta do «fait accompli». Se foi orquestrado e preparado, como parece ser impossível de outro modo. Uma golpe de teatro destes não se improvisa… há uma conivência pelo silêncio, pela não-inscrição, das estruturas nacionais do partido.
Creio que isto demonstra a falta de coesão e coerência da chamada «democracia» portuguesa. Não sei quais serão as repercussões deste acto simbólico, estou muito mais preocupado pelo que significa: um balão de ensaio para uma reabilitação total e definitiva do fascismo lusitano, a sua mistificação, como época de governo enérgico, sábio, grandioso, patriótico, etc. Assim se assassina a liberdade… com a tolerância para com a propaganda das camisas negras (do duce) ou verdes (do Salazar).
Mas educação cívica não existe, não faz parte da «cultura política nacional»: não oiço nenhuma voz (à direita ou à esquerda) exigir explicações aos responsáveis políticos máximos do PSD: isto seria lógico. Mas implicaria por parte dos partidocratas, que perdessem os potenciais parceiros de coligações pós eleitorais em autarquias, por exemplo, pois seria difícil conviver em coligações com aqueles que são, no mínimo, coniventes com a campanha de branqueamento dos crimes de Salazar e dos agentes (políticos, administrativos, policiais…) do seu regime.