20080420

Nota Constitucional


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Estamos num tempo de alguma borrasca, e não só atmosfericamente. No calendário, aproximam-se datas críticas, e, para o bem e para o mal, a nossa intervenção na Blogosfera tem assumido um carácter determinante, naquilo que se poderia chmar a contra-agenda política, ou, tornando mais simples as palavras, continuamos a falar de tudo aquilo para que os Poderes receberam ordens para que se não falasse.
Ainda ontem, e estavam presentes várias figuras da Blogosfera, foi dito, por um convidado estrangeiro, que havia uma alínea oculta, no Tratado de Bilderberg, também conhecido pelo Tratado das Sardinheiras, ou Tratado de Lisboa, que, brevemente virá a ser ratificado pela Assembleia do Sim-Sim, também conhecida por Assembleia da República, ou se falava do papel futuro do Sindicalismo Tradicional.
Aparentemente, tem-se falado muito de Ensino, mas eu já tinha prevenido que o Ensino aqui era totalmente acessório: o que estava em jogo eram as diferentes frentes em que a contestação de rua, e os riscos de o Poder cair nas Avenidas, se apresentavam como iminentes. Os "posts" da Moriae e as revelações recentes do "Expresso" vêm na sequência do está previsto no Sinistro Tratado -- procurem-no, porque não me apetece -- onde se diz que "Os Sindicatos serão colaborantes" com os Governos. A Educação foi o primeiro pretexto conseguido, para libertar a panela de pressão da rua. Entendam, vociferem, reajam, insultem e reflictam, façam o que quiserem, é isto que eu penso e não sou o único.
A segunda parte, e aproveitando a plateia alargada destes três blogues, vem para um tema sobre o qual também já me pediram pronunciamento, mas tenho evitado fazer, dado não dispor ainda de todos os elementos, e geralmente só gosto de pronunciar uma acusação, quando, realmente, sei qual a proveniência. Trata-se daquela coisa do "Conteúdos-não-sei-quê" que aparece, sempre que se digita o endereço de "As Vicentinas de Braganza". Tenho de confessar que a minha primeira reacção, e para quem me conhece, foi a de dar uma gargalhada, mas isso sou eu, e as "Vicentinas" não são só eu, são mais pessoas, pessoas com obra texto, imagem e posição posta, ou que apenas ali estão, embora silenciosas, como sólido suporte humano. A resposta mais fácil era de essa parvoíce não passaria de mais uma das infantilidades do "Lixo Humano" , que até já tinha idade para ter mais juizinho -- por favor, para quem não sabe, ou já esqueceu, está lá tudo... -- e poderia ser uma resposta. Como sete vidas e milhões de interesses, confesso que um deles não é ler emails, e, ao tentar uma organização mínima do email ligado às defuntas "The Braganza Mothers", encontrei por lá dezenas de coisas, com meses, amos, que NUNCA tinha lido.
Foi um erro estratégico meu, já que as personagens, de certo modo, revelavam como eram e como actuavam. Se eu tivesse sido mais atento, talvez nunca tivesse acontecido o que aconteceu o ano passado.
Em conversa com outros Administradores do "As Vicentinas de Braganza" há uma posição consensual: a de acharem que a ser isto uma sequela de uma pessoa que não consegue desaparecer, e perceber que já perdeu qualquer significado no nosso horizonte, e no horizonte blogosférico, revela uma estrutura cada vez mais complexa e perigosa, pelo que não devemos remeter-nos ao silêncio, e, eventualmente pensar noutras estratégias de posicionamento. Vou explicitar: quando se apresentou, apresentou-se como uma pessoa que tinha pertencido a uma seita, sociedade secreta, a Opus Dei, que tinha traído e abandonado. Nesta fase do campeonato -- imagine-se -- já começámos mesmo a pôr em dúvida que a tivesse realmente abandonado, e fosse, mesmo, um agente dessa coisa sinistra, meramente posto em campo para identificar personagens. Se o não é, os métodos e processos continuam idênticos, tais como os explicita, no "post" de "The Braganza Mothers", que deverão visitar. Ali se mostra que quem trai uma vez trai muitas: trair não é um acto isolado, é como a vingança e a cobardia, revela todo um carácter... Pessoalmente, não tenho tempo nem paciência para isso, e acho que já fiz muito, ao reorganizar o meu email, juntando todas as peças desse defunto emissário na pasta "Messalina", que, aliás, aparecerá nas imagens que publiquei no "The Braganza Mothers". Agradeço que as VEJAM LÁ, -- têm de clicar nas imagens -- porque a ser essa a proveniência é um assunto só de lá, já não de aqui, nem de qualquer outro sítio.
Está lá tudo: a multiplicação das personagens, a usurpação de identidades, a perseguição sistemática e cega, a intervenção em nome de outrém, por todo o lado, para semear má fama, e criar discórdias, o procedimento cobarde, depois de papar uma missinha, para vir de alma lavada, etc...
Já tive oportunidade de, através da Administração-Geral, pedir uma intervenção sobre o assunto, como poderão ler, ou reler, AQUI.
Quando tive, ocasionalmente, de me cruzar com essa pessoa, obedecendo ao meu cavalheirismo, não sabia ainda estar perante alguém, tal como é descrito nas patologias, e passo a transcrever:
"Paranóia (do grego antigo παράνοια, "loucura", composto de παρα-, "desordem" e do tema afim a νοῦς "mente") é uma psicose que se caracteriza pelo desenvolvimento de um delírio crônico (de grandeza, de perseguição, de zelo etc.), lúcido e sistemático, dotado de uma lógica interna própria, não estando associado a alucinações. A paranóia não acarreta o deterioramento das funções psíquicas externas à atividade delirante. Estas duas últimas características a distinguem da esquizofrenia paranóide.
No indivíduo paranóico, um sistema delirante amplo e totalmente defasado da realidade pode coincidir com áreas bem conservadas da personalidade e do funcionamento social do sujeito, pelo que a repercussão da paranóia no funcionamento geral do indivíduo é muito variável - a bizarria dos comportamentos do indivíduo depende do âmbito mais ou menos restrito do sistema delirante, pois a atitude geral é coerente com as convicções e suspeitas; por exemplo, quando o delírio é amplo, integrando todos os familiares ou colegas de trabalho num conflito prejudicial ao sujeito, as suas atitudes de defesa e/ou de vingança tornam-se tão inadequadas e graves que conduzem a graves defeitos pessoais e sociais. Os conteúdos típicos dos delírios incluem a perseguição, o ciúme, o amor (erotomania) e a megalomania (crença na própria posição e poder superiores). [...] A paranóia crónica pode resultar de lesões cerebrais, abuso de anfetaminas ou de álcool, esquizofrenia ou doença maníaco-depressiva. Pode também manifestar-se em pessoas com distúrbio paranóide de personalidade - pessoas desconfiadas e sensitivas que parecem emocionalmente frias e se melindram facilmente.
A paranóia aguda, uma crise com duração inferior a seis meses, pode surgir em indivíduos já com perturbações prévias da personalidade e que sofrem alterações radicais no seu meio ambiente - imigrantes, refugiados, recrutas no serviço militar ou jovens que saem de casa pela primeira vez. Em tais indivíduos, uma personalidade vulnerável e predisposta a um factor de intenso stress vivencial resultam em ruptura psicótica mais ou menos transitória.
Na paranóia partilhada, a chamada «folie à deux», o delírio é partilhado pelos dois parceiros. Trata-se geralmente de um casal no qual um elemento dominante e paranóide incute as suas falsas crenças no parceiro mais fraco, passivo e sugestionável.",
ou aqui
"Chamado, pelo autores franceses, de "insanité sans délire" (insanidade sem delírio) ou, pelos alemães, de "insanidade moral". O termo descreve indivíduos com marcado egocentrismo que não têm deferência normal pelas outras pessoas, manipulando-as, como quer seja necessário, para atingir seus objetivos. Suas armas são o charme, a sedução, a intimidação e a violência, usadas, assim, progressivamente, de modo cada vez menos sutil, no caso de as outras pessoas não se comportarem da maneira como o sociopata quer.
Existem graus muito variados de distúrbio de personalidade, que vão desde a pessoa considerada apenas "chata", "inconveniente", "patologicamente egocêntrica", até os casos de matadores e estupradores em série, passando por viciados, traficantes e seqüestradores, todos eles muito pouco preocupados com o bem-estar da sociedade.
Algumas pessoas consideram, erroneamente, o distúrbio de personalidade dissocial apenas como doença, quando, na verdade, nada é, também, mais próximo do conceito mais puro de "crime", pois o sociopata tem plena consciência e entendimento dos erros que comete. Existe, atualmente, um movimento nos meios jurídicos da Inglaterra no sentido de enfatizar o dano à sociedade que é tolerar esses indivíduos anormais, mesmo nos casos, muito freqüentes, em que a Justiça ainda não consegue caracterizar, formalmente, seus crimes e comportamento habitual altamente lesivo aos demais (Kendell RE, 2002).
Os sociopatas portadores de distúrbio de personalidade dissocial (freqüentemente chamados de "psicopatas", em sentido estreito) são exímios simuladores e manipuladores, conseguindo enganar mesmo alguns dos melhores peritos e escapar de promotores e juízes severos.
Os manicômios judiciários estão repletos de pessoas absolutamente normais, que, em uma circunstância severamente crítica, cometeram algum crime do qual realmente se arrependem. Enquanto isso, a sociedade convive com sociopatas muito graves que, usando de sua inteligência e manipulação, galgam, por exemplo, cargos públicos e profissões as quais nunca poderiam exercer (incluem-se advogados, juízes, promotores, médicos e professores de medicina).
A segunda hipótese é ainda mais lúgubre, e já a tinha levantado aquando do "Motoratas de Marte", o que foi mal interpretado, devido à falta de elevação das pessoas, mas isso foi ultrapassado: serviu-me de exemplo, e passei adiante: a de que, pelo seu carácter eminentemente impertinente, o espaço das "Vicentinas" estivesse a tornar-se realmente problemático. Nesse caso, estaríamos, não perante um caso de brincadeira dos nossos "inimigos", falhos de coisas mais imaginativas, mas, sim, de CENSURA, com todas as implicações dessa palavra.
Para isso, já temos, e já tínhamos -- e a reflexão já é antiga, não se deveu a este episódio isolado, porque há mais coisas a pairar no ar, e que não são de agora -- algumas soluções e propostas, que, brevemente serão apresentadas aos membros do Blogue, e, atingido um consenso, compartilhadas com os seus inúmeros leitores.
A única coisa que pedimos, neste instante, é paciência, como a que tiveram todos os que conseguiram chegar ao fim deste longo texto.
Obrigado, e desculpa, mas as coisas são para ser tratadas pelos nomes e nas ocasiões próprias.

1 comentário:

Moriae disse...

Arrebenta,

solidariedade! como aliás sempre te afirmei. E bem sei do que falo porque fui uma vítima dessas paranoias ...

Fizeste bem em escrever sobre esse assunto.
abraço,
M.