20090403

Em solidariedade para com os educadores e professores do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre

Sei que há muitos mais blogues a manifestarem a sua solidariedade com os professores do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre mas não consigo referencia-los a todos. Deixo algumas hiperligações bem representativas do sentimento da classe docente.

Uma nota pessoal:
Quando o Paulo Guinote escreve que neste momento, atacar um, duas, dez escolas ainda é possível ou viável mas, atacar 100 ou 200 teria sido impossível, está cheio de razão - ele sabe, e nós também.
Enorme abraço solidário com a certeza de que resistir é vencer. Só depois a paz e a reconciliação.

Passo aos links:

Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Paulo Guinote

3 comentários:

Anónimo disse...

O poder actual é totalitário. Quem leu Hannah Arendt compreende perfeitamente, face aos desmandos deste governo e deste PS, aquilo que eu quero dizer. Os totalitários, em todas as ocasiões históricas, têm como objectivo, não apenas controlar todo o aparelho de Estado, como fazer com que o seu mando seja considerado «a lei», em que as próprias leis são ignoradas, espezinhadas por quem deveria zelar pelo seu cumprimento. É um Estado totalitário que está em marcha.

Talvez as pessoas não saibam, mas os nazis (não esquecer que eles se intitulavam nacional-socialistas...) não revocaram nunca a constituição de Weimar, a da república tomada por dentro e usando mecanismos eleitorais. Eles simplesmente ignoravam a constituição, teoricamente em vigor!

Manuel Baptista

In Memoriam EDOUARD H. GANDON disse...

A lógica da divisão é a lógica do poder. As pessoas estavam unidas em Sto Onofre, foi lá o ME causar dano, metendo ao barulho as pessoas mais titubeantes, mais hesitantes. Elas não foram capazes de ver a armadilha em que ficavam encurraladas. Como dirigentes sindicais estão liquidadas. Elas são vistas por todos os colegas como «capachos» do ME. Quanto ao secretário-geral da FNE, apenas está a falar como político, não com sindicalista. A conversa dele é de um político travestido de sindicalista. É o género mais comum nos ditos «sindicatos». Assim, JDS de uma penada, afunda a unidade de acção dificilmente conseguida, não apenas a nível local, pois enterra a plataforma sindical. Terá obtido promessas de um bom lugar no próximo governo? Quem sabe?
Manuel Baptista

O Zé disse...

http://soucontraacorrente.blogspot.com/2009/04/solidariedade-com-santo-onofre.html