20090919

Guerra Cirúrgica



Pois é, meus caros amigos e amigas: não é necessariamente a estupidez que tem de imperar em Portugal. Chegou a vez da Guerra Cirúrgica, e a massa cinzenta, que tanto nos custou nos estudos, e ao "Engenheiro", nada, senão uns postalinhos, traçou uma carta dos Círculos Eleitorais com uma intenção muito simples: descortinar qual o partido que estava mais a jeito para eleger o deputado que Sócrates caçou. A lógica, agora, é inversa, e chama-se "VOTO ÚTIL". Todos nós estamos sem saber para onde disparar, e a resposta veio cientificamente: voto útil, no partido que mais perto estiver de fazer o PS perder deputados por cada Círculo.
Vamos nessa? Vamos todos divulgar ISTO?... Vamos todos apontar nessa direção?... Força, então!...

6 comentários:

João Norte disse...

Ver professores que lutaram contra o governo ( eu lutei foi a todas), votarem no PSD faz-me uma enorme trisreza. A Manuela e o PSD foram os autores da primeira tentativa de dividir a carreira dos professores, da lei da rolha; até à véspera da 2ª manisfestação diziam que " os professores eram arrebanhados pelo PCP".
Que falta de coerência têm alguns professores!

Margarida Az disse...

Totalmente de acordo com o João Norte! Tenho andado a dizer isso e finalmente encontro uma voz perfeitamente no mesmo tom.

Anónimo disse...

Eu voto por convicção, por muito inútil que possa parecer.

Teresa

Anónimo disse...

Eu voto contra esta Ministra da Educação e contra as políticas da mesma.
Como a melhor maneira de a combater é votar PSD é assim que vou fazer no dia 27/9.
Votar nos outros partidos é "engonhar".
Esta opinião tem nome, mas vai no anonimato por causa das bruxas. Que as há, ..há!

Anónimo disse...

Pobre País que tem Professores sem convicções, que não seja a "lutinha", a "guerrinha"sem um pensamento que defina um rumo; e que só sabem viver de insultos e ataques fáceis.Esta é para o anónimo das bruxas.
Vote PSD se é essa a sua convicção, nunca por "vingancinhas"
Até à vista

Pata Negra disse...

Infelizmente isto é ou Sócrates ou...
Será que as nossas convicções que nos fizeram ir para Lisboa, etc..
Não nos obrigam a correr com ele?