
Maria Cândida Pereira, docente, natural de Gouveia, sofria de cancro de pulmão.
Morreu sem que lhe fosse reduzida a componente lectiva.
A docente, de 47 anos era mãe de duas meninas, com 12 e 14 anos.
A professora de Educação Visual e Tecnológica, solicitou a redução da carga horária, mas nunca chegou a pedir a reforma por incapacidade, uma vez que a redução no salário não lhe permitiria sobreviver e sustentar a família. Contudo, tal não foi aceite.
A docente (...) esteve na escola pela última vez nas reuniões de avaliação de Natal, em Dezembro e deveria regressar quinta-feira, dia em que morreu.Encontrava-se muito debilitada, sobretudo depois de uma operação onde lhe foram retirados dois terços de um pulmão.
Segundo Paula Feliciano,in Jornal de Santa Marinha (11.01.2008)
Cândida Pereira “(...)
teve de se arrastar até à morte”.















