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20080313

Dá ideia que não assinámos apenas o Acordo Ortográfico ...


"Em SP, 71% dos alunos do ensino médio têm dificuldade em subtração" (Folha Online)

Então poderá ser assim:
  1. baixa-se o nível de exigência atafulhando o professor com tudo menos com tempo para preparar aulas e desenvolver-se, ignorando o seu CV científico, colocando monos controleiros a dar-lhe notas ... e depois, por exemplo;
  2. faz-se um exame nacional pautado por rigor científico e, constatando que os alunos não sabem nada, despede-se o professorado. Abrem-se concursos e;
  3. entram as sobrinhas e sobrinhos todos .... porquê? Porque até os 'donos do mundo (parvónia neste caso)' têm necessidade de manter ocupados os descendentes ...

"Um em cada 10 estudantes universitários acredita que pílula protege do VIH"

E que tal avaliar o desempenho dos professores do ensino superior através do sucesso dos seus alunos, das vezes que uns e outros faltam (mesmo que para formação, congressos, doença etc), etc et al ? Poderiam, por ex. ser avaliados por Professores Catedráticos (independentemente da sua área ser diferente da deles). No fim, mesmo que o seu nível fosse excelente, só 3% beneficiariam com as provas.
Neste exemplo, até fui simpática já que, em princípio, um Professor Catedrático terá melhor currículo que um Doutorado ... O mesmo, não se passa no Básico e Secundário, onde malta equiparada a licenciado pode avaliar mestres e doutores de outras áreas.

Isto promete desenvolvimento ...