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"O chefe do Governo ainda defendeu esta acção concertada - parte do programa "Escola do Futuro" - afirmando que serviu para mostrar a prioridade que o Governo dá à educação. Mas esta teoria não convence o professor: "Não é preciso pôr os ministros todos a distribuir computadores para se apostar nesta área, até porque os problemas da educação não se resolvem assim. É preciso ir mais longe. As pessoas passam a ter os meios, mas não sabem usá-los", disse Marcelo ao 24horas.

«"Pôr os ministros a fazer estas campanhas é completamente ridículo", afirmou ao 24horas ò sindicalista. "Não é essa a função dos nossos governantes. Eles servem para tomar decisões importantes e o trabalho prático, de campo, pode ser feito por qualquer pessoa". » (diz, pelos vistos, António Avelãs, o tal presidente ...)
Imagem em/de Joaon
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