20080412

Sindicatos e Ministério da Educação chegaram a acordo

“De acordo com um documento distribuído no final da reunião, a ficha de auto-avaliação, a assiduidade, o cumprimento do serviço distribuído e a participação em acções de formação contínua, quando obrigatória, serão os únicos critérios a ter em conta. Estes quatro parâmetros integram o regime simplificado da avaliação de desempenho a desenvolver este ano lectivo, sendo aplicados a todos os professores contratados e aos dos quadros em condições de progredir na carreira, num total de sete mil docentes. "Para efeitos de classificação, quando esta tenha lugar em 2007/08, apenas devem ser considerados os elementos previstos na alínea anterior", lê-se no documento. “
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3 comentários:

Fátima Carvalho disse...

Venceu o bom senso. Parabéns à plataforma. Teve capacidade para apresentar uma contraproposta credível e séria, e serenidade para negociar com propositura. A educação constrói-se com estas atitudes. Todos sairam a ganhar? Porque não? Penso que acima de tudo ganharam: a escola, os alunos, a educação.

jfrade disse...

Estou satisfeito pela vitória dos sindicatos. Vitória nesta batalha, porque a guerra continua. Não exageremos nos festejos, não larguemos as armas porque o contrataque é certo e será violento.
JFrade

Kaotica disse...

Vitória? Que vitória: a de ligar o nado-morto ao ventilador? Este modelo de avaliação já está: faz-me lembrar aquela anedota ordinária: "é só a cabecinha! (o resto é para levar e trazer a cabecinha!) Desculpem mas estou verdadeiramente indignada e mais ainda com o vosso contentamento, senhores professores, do que com as cedências da Plataforma, que dessas já espero tudo! 100 000 na rua para isto? Somos mesmo um povo de brandos costumes, que se contenta com muito pouco. É evidente que as escolas que estão mais avançadas para o ano já levam vantagem. Afinal o modelo de avaliação estava bem para vocês! Espero que os movimentos dos professores sejam a partir de agora mais combativos, já que é claro que os sindicatos não estão a fazer o que os professores realmente queriam que os sindicatos defendessem!
A luta continua!