20080509

"A escola inclusiva foi chão que deu uvas" por Manuel Baptista

Mas há sempre quem se aproveite e venda a pior das «águas-pés» por vinho fino!
A «escola inclusiva» é utilizada como chavão para poupar nos apoios. Os professores têm de (o refrão bem conhecido) atender às necessidades educativas especiais das crianças que são colocadas à sua «guarda»... dê lá por onde der!
Têm, ainda por cima, de esconder o tal «insucesso», com notas inflacionadas(segredo de polichinelo), mas que se pagam muito caro...para os próprios alunos «bem sucedidos» e os bem sucedidos sem aspas. Pois, em ambos os casos, os certificados e diplomas deixam de ter valor, como uma espécie de moeda hiperinflacionada!
A discriminação é vista sempre como reforço do apartheid social, discriminação «positiva» é tomado a contra-senso. Mas isso que importa, se o PM e comitiva podem ir ao palanque distribuir beijinhos e apertos de mão às extraordinárias criaturas que são «exemplo» de histórias (estórias?) de sucesso.
Não há dúvida que estamos perante um modelo (escola pública miserabilista), uma prática (apartheid social) e uma classe (a proletarizarão das classes médias e a hegemonia da «nova» burguesia ps). Viva a legião do sucesso!!!... Eles sucedem-se uns aos outros.
O 'ranking' é o conceito-chave e único d*s polític*s e «pedagog*s» obsessiv*s compulsiv*s.
Não há dúvida, o melhor do mundo é as crianças...
Imaginem um «pai» ou «mãe»: encantados com o governo, porque agora sim, o seu filhote (filhinha) já não corre o risco de perder o ano!
Tenham cuidado, Pais e Mães, com o exército pedó-filo (FILO='gosta' PEDO=crianças...) que se perfila por detrás de sorrisos eleitorais!
Manuel Baptista


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