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20090407

Finalmente..., Estado Português Processado!

Divulguem, ....divulguem, ....divulguem!

Estes políticos não se vão esquecer do nome Manuela Estanqueiro, que foi obrigada a trabalhar quase até morrer, sem lhe ser dada a aposentação por incapacidade, com uma Leucemia Mieloide Aguda, com um estado físico e psicológico altamente debilitado!

Há duas semanas o Sindicato de Professores da Zona Centro, entrou com o processo em Tribunal contra o Estado Português, a Caixa Geral de Aposentações e os elementos constituintes da Junta Médica (CARLOS MAIA, MARIA CARMO CRUZ E MANUEL AMADEU RÉ CASTRO).

RESERVO-ME AO DIREITO DE PENSAR QUE SE NÃO HOUVER JUSTIÇA, É PORQUE O PODER POLÍTICO SE SOBREPÕE A TUDO E A TODOS....

Relembro" Estou chocado" - disse o Sr. Primeiro Ministro
Resultados das averiguações do funcionamento das Juntas médicas - nunca foram divulgados publicamente. As atrocidades continuam a acontecer! Então Sr. Primeiro Ministro? O que diz agora?

Teresa Silva - "A Verdadinha"

Conhecem algum caso? Não deixem passar em branco! Divulguem, denunciem !

Nota: Publicação original no dia 6 de Abril pelas 17 horas.

20080904

Caixa Geral de Aposentações indeferiu pedido de reforma a juíza com doença bipolar

"(...) O parecer da junta médica é de que as capacidades da juíza estão parcialmente reduzidas, mas que Conceição Oliveira não está definitivamente incapaz para a profissão.

A solução passa, assim, por um regime de trabalho especial. A juíza esteve de baixa durante mais de um ano e hoje voltou aos Juízos Criminais de Lisboa, embora diga com convicção: "Não vou mais julgar"."(Sic Online)

20080310

Já não sei como referir situações destas ...

"Uma professora de Caminha acusou hoje a Caixa Geral de Aposentações de "violar a lei" ao não lhe conceder reforma antecipada completa, por cancro, mas mostrou-se convicta de que, em breve, o tribunal "fará justiça"." (Lusa/RTP)

"Isabel Soares, de 57 anos, professora de educação visual na EB 2,3 e Secundária de Caminha e com mais de 30 anos de serviço, está de baixa desde 2001, quando lhe foi diagnosticado um cancro." (Idem)

"Estive a morrer, durante dois anos não conseguia andar, escrever ou mesmo telefonar, fiz uma quimioterapia muito forte. O cancro, neste momento, está controlado, mas a doença provocou-me efeitos secundários irreversíveis, nomeadamente a nível da medula e da locomoção", referiu." (Id.)

Notícia relacionada:

20071115

Aposentações negadas: solidariedade para com a colega

Aposentações negadas [2007-07-24]: - Professora com cancro obrigada a trabalhar

"Mandam-nos para as escolas para morrermos mais depressa”, denuncia a professora Maria Manuela Jácome, doente oncológica há seis anos – desde então foram-lhe retirados, em sucessivas operações, um quarto do estômago, a vesícula, baço, duodeno e parte do intestino –, sem conseguir que a Caixa Geral de Aposentações (CGA) lhe conceda a necessária aposentação. (...)

DISCURSO DIRECTO

"O que estão a fazer com a nossa classe é um atentado aos direitos fundamentais."
"Pessoas com doenças oncológicas, outras com invalidez elevada, arrastam-se no trabalho."
"Em Setembro de 2006 apresentei-me na escola e tinha de fazer 35 horas semanais."
"Puseram-me numa biblioteca oito horas por dia. Só lá consegui estar dois dias."
"Se voltar morro, como morreram aqueles meus colegas que voltaram
"Estava sentada numa cadeira, de castigo, obrigada, oito horas por dia.
"Quero tranquilidade, porque estão a matar-me com esta angústia. Estão a desgastar-me."
Maria Manuela Jácome


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Fonte: Correio da Manhã

20071108

"Contraste entre querer e ser obrigado"

"Na passada segunda-feira, o Ministro das Finanças veio à televisão, decidido, socorrer uma funcionária de uma Junta de Freguesia obrigada a ir trabalhar sem as mínimas condições para o fazer. A televisão mostrou e voltou a mostrar uma senhora incapaz de se vestir sozinha, mas que a Caixa Geral de Aposentações considerou apta para trabalhar.

«Heroicamente», o Ministro anunciou que estava a tratar pessoalmente do assunto, garantindo dar ordens à ADSE para manter a senhora com baixa e obrigando a Caixa Geral de Aposentações a rever a situação.

Mas o Senhor Ministro não anunciou nenhuma responsabilização dos membros da Comissão que tomou a decisão conducente a este absurdo.

(...) Esta atitude contrasta claramente com as decisões tomadas nos casos do professor que fez um comentário “jocoso” ou do médico que afixou um artigo de jornal no Centro de Saúde. (...)" (Amílcar Duarte [Engº Agrónomo, docente da Universidade do Algarve – FERN], Barlavento, 8 de Novembro de 2007 )