
O colega Jorge Costa escreveu-nos este e-mail que, com a devida autorização, publico. Importa (-me) dizer que, partilho da sua indignação e interrogações.
Uma coisa que me tem chocado, no que ao “entendimento” concerne, é a pouca importância dada à notícia do Expresso, onde se relatava o processo sórdido de negociações feitas nas costas dos professores.
Nem os blogs mais aguerridos deram grande destaque à coisa.
Será que todos consideramos as tais negociações como um detalhe sem importância?
Será que a resignação já é tanta que, para além de termos comido e calado os frutos da ofensiva do Ministério da Educação, também achamos natural a manipulação a que os sindicatos nos submeteram em resultado das suas agendas ocultas?
Será que não vamos pedir explicações? Há muito para esclarecer.
O que diz Mário Nogueira da notícia do Expresso? Qual foi o papel, para além do da FENPROF/CGTP, dos outros sindicatos da plataforma? O que tem para nos dizer João Dias da Silva da FNE/UGT.
Amanhã, nas manifestações convocadas para a zona centro, os sindicatos vão ter uma boa ocasião para começarem a dar explicações.
Não devemos aceitar que se ponha uma pedra sobre o assunto e se continue a cantar vitória.
Os sindicatos, agora acredito, tiveram uma grande vitória, concretizaram a sua estratégia subordinada à tal agenda oculta, mas nós, os 100 000, tivemos uma derrota estrondosa.
No Dia D votei contra a assinatura do “entendimento”, por isso, tenho a consciência tranquila. Sempre desconfiei da bondade das intenções da Plataforma Sindical, os factos deram-me razão.
Como se sentem agora os que, de boa fé, votaram a favor? Confiarão novamente nos sindicatos? Estarão disponíveis para tornarem a ser peões de estratégias que lhe são alheias?
Não haja dúvida que por aí pairam muitas interrogações sem resposta.
Seja como for, amanhã lá estarei: de luto e em luta!
Nem os blogs mais aguerridos deram grande destaque à coisa.
Será que todos consideramos as tais negociações como um detalhe sem importância?
Será que a resignação já é tanta que, para além de termos comido e calado os frutos da ofensiva do Ministério da Educação, também achamos natural a manipulação a que os sindicatos nos submeteram em resultado das suas agendas ocultas?
Será que não vamos pedir explicações? Há muito para esclarecer.
O que diz Mário Nogueira da notícia do Expresso? Qual foi o papel, para além do da FENPROF/CGTP, dos outros sindicatos da plataforma? O que tem para nos dizer João Dias da Silva da FNE/UGT.
Amanhã, nas manifestações convocadas para a zona centro, os sindicatos vão ter uma boa ocasião para começarem a dar explicações.
Não devemos aceitar que se ponha uma pedra sobre o assunto e se continue a cantar vitória.
Os sindicatos, agora acredito, tiveram uma grande vitória, concretizaram a sua estratégia subordinada à tal agenda oculta, mas nós, os 100 000, tivemos uma derrota estrondosa.
No Dia D votei contra a assinatura do “entendimento”, por isso, tenho a consciência tranquila. Sempre desconfiei da bondade das intenções da Plataforma Sindical, os factos deram-me razão.
Como se sentem agora os que, de boa fé, votaram a favor? Confiarão novamente nos sindicatos? Estarão disponíveis para tornarem a ser peões de estratégias que lhe são alheias?
Não haja dúvida que por aí pairam muitas interrogações sem resposta.
Seja como for, amanhã lá estarei: de luto e em luta!
Jorge Costa















