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20090426

ASSIM SE ASSASSINA A LIBERDADE

Há uma característica portuguesa muito especial que foi muito bem analisada por José Gil, a não –inscrição. Ou seja, artifícios para não agir.

O mais recente «acto de não-inscrição» prende-se com o episódio grotesco da atribuição do nome de Salazar à praça principal de Santa Comba Dão, por decisão da autarquia, governada por um eleito do PSD, partido com larga história de governo pós 25 de Abril e que se pode considerar um dos partidos constituintes (aprovou a constituição de 76). Posso compreender que não seja agradável para as pessoas com ideologias de esquerda, que o poder local de Santa Comba afirme como digno de homenagem o ditador que aí nasceu. Posso compreender a jogada provocatória do cripto-salazarismo, na promoção deste acto, justamente, no chamado «Dia da Liberdade». Mas, o que já não posso aceitar (mesmo que compreenda) é que haja tolerância para com os que estão a fazer uma campanha bem pensada, bem orquestrada, para fazer aceitar um novo regime de medo, de terror, que fecham os olhos perante homenagens destas e não tiram (ou recusam tirar em público) as consequências políticas de tais actos.
- Ou o PSD é uma agremiação heteróclita de caciques, sem outra coesão interna, a não ser uma «fidelidade» a uma sigla destituída de conteúdo (existiria um PSD salazarista, um PSD liberal conservador, um PSD social democrata, etc., etc.) …
- Ou é uma estrutura, com uma orgânica, com uma certa cadeia hierárquica, com cargos mais elevados que outros. Se uma estrutura local deste partido tem veleidades que saem fora do ideário, do programa, etc. deste partido ao nível nacional, então o que seria expectável? Não esperaríamos ver uma série de actuações internas, mas com eco para o exterior, com vista a corrigir o desvio. Parece que isto não se passou no caso da concelhia PSD de Santa Comba; pois esta comemoração muito «sui generis» do 25 de Abril de 2009 é certamente um processo com vários episódios muito bem conhecidos dos políticos locais e regionais (e com certeza também dos órgãos internos do PSD, pelo menos, muito provavelmente de todos os partidos!), antes mesmo de saltar para a ribalta do «fait accompli». Se foi orquestrado e preparado, como parece ser impossível de outro modo. Uma golpe de teatro destes não se improvisa… há uma conivência pelo silêncio, pela não-inscrição, das estruturas nacionais do partido.
Creio que isto demonstra a falta de coesão e coerência da chamada «democracia» portuguesa. Não sei quais serão as repercussões deste acto simbólico, estou muito mais preocupado pelo que significa: um balão de ensaio para uma reabilitação total e definitiva do fascismo lusitano, a sua mistificação, como época de governo enérgico, sábio, grandioso, patriótico, etc. Assim se assassina a liberdade… com a tolerância para com a propaganda das camisas negras (do duce) ou verdes (do Salazar).
Mas educação cívica não existe, não faz parte da «cultura política nacional»: não oiço nenhuma voz (à direita ou à esquerda) exigir explicações aos responsáveis políticos máximos do PSD: isto seria lógico. Mas implicaria por parte dos partidocratas, que perdessem os potenciais parceiros de coligações pós eleitorais em autarquias, por exemplo, pois seria difícil conviver em coligações com aqueles que são, no mínimo, coniventes com a campanha de branqueamento dos crimes de Salazar e dos agentes (políticos, administrativos, policiais…) do seu regime.

20080508

As metempsicoses de Manuela Ferreira Leite

Dedicado ao Quink644 (não te trates, não, filho, que um dia destes ainda vou ter de te levar ao Centro de Desintoxicação do Cartaxo...)
Hoje, tudo o que eu vou escrever é mentira. The Braganza Mothers são como os Cretenses: todos os Braganza Mothers são uns grandes mentirosos, e isso já era velho no tempo em que Platão inventou Sócrates, que era o "Arrebenta" dele, e até parece que neto, mas essas coisas só confirmadas pelo teste do ADN, ou no "Alcibíades III", um livro tão maravilhoso que nunca chegou a ser escrito, como a "Comédia", de Aristóteles, que achava que a vida, já nessa altura, era um Vale de Lágrimas, e uma perpétua contenção orçamental.
Por razões várias, tenho andado a tentar evitar escrever este texto. A primeira, porque a casa continua desarrumada; a segunda, porque sempre acreditei em que fazia falta, em Portugal, uma mulher à frente um Partido; a terceira, decorrente da segunda, porque lá por ser mulher não era argumento para que fosse uma qualquer, e eu não tinha, assim, a absoluta certeza de ir escrever sobre uma mulher, e aqui entra outra vez Platão, embora a coisa já fosse velha desde Pitágoras e as crendices hindús, e mais atrás.
Falo, obviamente, de Manuela Ferreira Leite, e das suas Metempsicoses.
Para além das coisas que correm por todas as más-línguas, que não é o meu caso, numerário da Opus Dei e servidor de motoristas da Carris em dias de folga, em regime de "franchising", herdado da Amélia da Marmitas, sempre houve qualquer coisa no fácies da Man'ela que me inquietava, não sabia se era chuva, se era gente, mas coisa boa não era, certamente, ora, sensação semelhante só quando deixo, de Ferrari, a Lola, na sua esquina de trabalho, e, mal me vira as costas, penso, "há meia hora, ainda rapavas os pelos as pernas, agora olhando bem para esses silicones, até pareces a Sovício Aparício..."
A razão, estava, como sempre, na leitura dos Clássicos: Manuela Ferreira Leite estava numa das metamorfoses da sua longa Metempsicose. Platão, misógino até à quinta casa, se me não falha a memória da leitura do "Alcibíades III" -- esse Alcibíades, se tivesse vivido hoje, era daqueles que iria trocar uns favores no Jardim de Belém, por um ténis da "Nike", com a Felícia Cabrita a assistir a tudo, sem perceber que se tratava do Mercado Livre, a funcionar, enfim... -- Platão, "dizia eu de que" começava por afirmar que as almas incarnavam, não sei lá de onde, no Homem, depois, o Homem morria de fome, devido à especulação dos bancos, cheios de crédito mal-parado, em redor dos alimentos, e nascia, reincarnado em Mulher, para depois se finar, intoxicado em botoxes e dietas radicais, e vir renascer num leão -- suponho que daqueles do Sporting --, e depois lá seguia por ali fora, de animal em animal, até passar pela lesma, pela alface e até pelos pedregulhos da calçada.
Platão era um gajo cheio de imaginação, porque suponho que cada uma destas transmigrações da Alma, apesar de serem em sentido descendente, implicava um renascer, coisa impossível hoje em dia, porque um tipo decente apagava-se, e, apesar de renascer em Paula Bobone, tinha logo à perna um gajo do B.E.S. a lembrar-lhe que ainda tinha 25 anos de crédito à habitação para pagar, e os gajos são ferozes, porque consta que perseguem tudo, até aos cães sarnentos, e até estar liquidada, ou a alma, ou o último cêntimo, com precedência para o segundo.
Manuela Ferreira Leite, se formos à "Wikipédia", secção do Comboio Fantasma, começou por ser um tal de José Dias Ferreira, Chefe de um dos Governos em que a Monarquia já estava mais para lá do que para cá. Aparentemente -- e isso é um sinal da sua modernidade -- tentou reincarnar em vários homens, mas sem sucesso, já que o Demiúrgo lhe tinha reservado aquele inigualável fácies de equídeo, que tanto a celebrizou nos derradeiros anos do séc. XX. As metempsicoses de Ferreira Leite levaram-na, então, a ser Secretária de Estado do Orçamento de um dos Governos do Cavaco, de onde foi corrida, como profundamente incompetente, e onde logo morreu, para reincarnar, um pouco mais abaixo, já como Secretária de Estado Adjunta e do Orçamento, aliás, dos Três Orçamentos, já que Cavaco governava com o de Estado, o das Privatizações e o dos Fundos Comunitários.
A par com Mira Amaral, foi assim que conseguiu o prodígio de nos colocar na Cauda da Europa de então, o que muito lhes agradecemos, ainda hoje em dia.
Nessa fase, já a degradação ia tão avançada, que teve de se metempsicosar num dos postos mais decadentes de qualquer Governo, o cargo de Ministra da Educação (!), o que representou o abandonar definitivamente a sua anterior forma humana, para se transformar num dos chamados Ministros do Enche-Chouriços -- a par da Pasta da Cultura -- onde ganhou a camada capilar escura que a celebrizou, a Ministra do Mato Grosso e das Retenções. Desse período animalesco, vem a célebre autorização da declaração de Utilidade Pública da defunta Universidade "Independente", que tanto jeito deu a tanta gente boa, de ambas as cores de pele, uns mais de cá, outros mais de Angola. Foi a chamada Era da Academia do Diamante, com esplendores do Diploma comprado de Huíla.
De degradação em degradação, foi depois Ministra de Estado e das Finanças do pior Governo de Portugal, antes de Sócrates, no Período da Tanga, o que até pareceu uma ascensão, mas não era: era tão-só o palco que estava ainda mais embaixo do que outroras-eras...
A sua mente brilhante inventou então um objectivo para Portugal, que era o "Deficit", que já estava em Freud, que dizia que o período sado-anal, de retenção das fezes no esfíncter, relacionado com a Poupança, representava uma estranha forma de vida, ou de prazer, como a defunta Amália diria.
Como cantaria o Outro, o Príncipe Orlowsky, no "Morcego", de Johann Strauss, "chacun à son goût", não fosse a megera achar que 10 000 000 de Portugueses deveriam partilhar com ela o prazer da retenção das fezes, na sala-de-estar do cólon...
Obviamente que tanta rentenção, ou dava um volgo, ou um estouro.
Como Portugal é um país muito imaginativo, uma espécie de Finlândia de Cacilhas, deu ao mesmo tempo o estouro e o volgo... O estouro é o que estamos a viver agora; o volgo chama-se José Sócrates, e corresponde, mais coisa, menos coisa, a expelir pela boca as fezes muito tempo retidas no aparelho digestivo. Eu sei que soa mal, mas é a Real Politik, ou "é a vida", com diria o Guterres.
Nesta fase, já Ferreira Leite se tinha metempsicosisado num agrião mal lavado, e preparava-se, mesmo, para se transformar num grelo definhado, em forma de Farda Mortuária Final da Servilusa, ponto, pt, quando o Patrão de Bilderberg se lembrou de a reincarnar numa coisa ainda mais vil, a candidata do PSD de Rui Rio, Cavaco Silva, Marcelo Rebelo de Sousa e outros dos responsáveis pelo Desastre Nacional.
Em Platão, tudo o que já tinha sido bom degenerava; em Portugal, tudo o que sempre foi péssimo... promove-se.
Eu sei que esta ficção ainda poderia ser pior, e ela ter reincarnado, pelo caminho, em Vítor Constâncio, Paulo Teixeira Pinto, Proença de Carvalho ou Vasco Graça-Moura, mas vamos ficar por aqui.
Por mim, tudo bem, sendo já dado adquirido que o vencedor das próximas eleições será o novo partido, o Partido de Bilderberg, nas suas duas epifanias: ou Sócrates, todo bom e todo-poderoso e todo absoluto e reforçado -- se até lá o Mundo não se tiver extinguido... -- ou Sócrates coligado, no Centrão, com o Mamarracho do P.S.D.
Balsemão já pensou em tudo: para que nada falte aos dois, a próxima metempsicose de Ferreira Leite vai ser um lançamento simultâneo da metempsicose de Sócrates: vão ser geneticamente modificados, e vão nascer siameses, colados pela rata e pelo abdómen, de modo que vão passar quatro anos a dar linguados um ao outro.
Não se ria, prezado leitor: por cada beijo, cada um deles terá de cuspir de nojo para o lado, e as cabeças nas quais eles irão cuspir serão as nossas, como está previsto no tal Sistema Chinês do escarro Cultural.
Muito boa noite, e espero ter-vos estragado o resto da semana.
(Edição Pentagramática hermética no "Arrebenta-Sol","A Sinistra Ministra", "Democracia em Portugal", "KLANDESTINO" e "The Braganza Mothers". Um verdadeiro asco...)

20080430

Calamity Jane


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem by KAOS

Tenho andado naquela fase do no-pachorra-man, para televisões: hoje, caí no erro de ligar a SIC-Monhé, e apanhar com um gaja com alguns títulos promissores, a dizer que havia fome no Mundo, como se isso fosse uma coisa que um noticiário pudesse decretar, ou que tivesse assim caído, de um dia para o outro, para o pessoal ficar ainda mais assustado, e a começar a guardar bofes, tripas e chouriços, debaixo do colchão... Por mim, comi hoje entremeada, e felizmente que não estava ninguém do Bangla-Desh ou de Darfur a ver, porque acho que o próximo passo da estratégia de Bilderberg vai ser pôr os que ainda comem entremeada, a serem logo em seguida postos a ser comidos por aqueles que não têm nada para morfar. Avizinham-se tempos lindos: a Múmia de Boliqueime avisa o outro das cadeiras feitas à pressão para equilibrar as contas, como se equilibrar as contas fosse baixar o preço artificialmente subido da gasolina, do trigo, do arroz, e dessas coisas horríveis que as pessoas pobres são obrigadas a comer. Espero que isto não vá provocar um baque no preço do chocolate com trufas, que aí é que a minha dieta para criar estrias e olhos azuis, de boga, esbugalhados vai ao fundo. Nem quero pensar nisso, prefiro acabar ao pé do Louçã, a fingir que grito pelas vítimas da fome, defronte de uma posta de salmão fumado selvagem, e uma taça de Moët...

A montante, Manuela Ferreira Liete já sofreu as intervenções possíveis dos especialistas de imagem... não, não foram cremes, nem botox, nem pasta de pérola moída: aquilo foi mesmo com tosquiadoras, com martelos pneumáticos e com rectro-escavadoras, em força. Aparentemente, assim, do relance das primeiras páginas dos jornais, enquanto estava a engatar no Colombo, deu-me ideia de que lhe fizeram uma desmatação, tipo o que estão a praticar na Floresta Amazónica, e que repuxaram as crinas todas para trás, nuns ondeados que estão agora na moda, e que me fazem sempre lembrar, o Nuno Rogeiro, na fase terminal da Marquesa de Alorna, em que já fazia subir indiscriminadamente os mulatos ao quarto. Ora, ao desmatarem a Ferreire Leite, aconteceu uma coisa terrível: tudo aquilo que a floresta tropical húmida escondia ficou à vista, as rugas, as estrias, as olheiras, aquela estrutura facial, ditada pela Secção de Ouro dos Equídeos, as manchas de muitos anos de exposição às brumas do PSD profundo, e aquela horrível série de verrugas, que, imediatamente, aproveitaram para dar nas vistas, o Pacheco Pereira, a Marcela, cheia de tesão mental, o Rui Rio, com um cadastro de fazer esvaziar Vale de Judeus, mais uns tarecos que estão lá sempre, muitos deles, da Esquerda e da Extrema-Esquerda reciclada, que é a pior coisa que há, porque são capazes de passar uma estreira parte da vida a gritar umas coisas vermelhas, mas, quando toca a Sineta da Realidade, sentam logo as almôndegas no sofá mais próximo que está perto, e que, geralmente, é uma coisa das tias, mete crucifixos, brocados, reposteiros, rezas, morais e decências, tudo o que é o oposto do meu quotidiano e ideal de vida, que também tenho o direito, não é?...

Aquele repuxar das crinas da Ferreira Leite para trás só me faz lembrar quando descobriram Angkhor Vat, com aquelas carantonhas esfíngicas fabulosas, e trataram de tirar o mato todo, mas as marcas das raízes, os buracos que tinham aberto na zona de ciselamento das pedras, os desmoronamentos, estava lá tudo, como na cara da Ferreira Leite, com a pequena diferença de que a Civilização Khmer foi um ponto alto da História da Cultura, e a Manela não passou de um epifenómeno aqui da taberna, um Khmer Laranja, com ar de Civilização em fase de "rebajas", enfim, uma profetisa da Igreja Universal dos Saldos dos Últimos Dias, e com a caixa de esmolas bem controladinha. Para os mais esqucidos, devemos àquela carranca o primeiro grito de tarzona sobre o "Déficit", e recordo que foi a fase em que mais fiz o contrário e gastei tudo o que tinha e não tinha, só para chatear e as contas dela ainda ficarem mais desiquilibradas: lá terei dado de comer às fiadeiras da Dunhill, da "Richard's", da "Osklen", aos "resorts" do Brasil, às Editoras de Luxo Inglesas, Francesas e Americanas, e aos antiquários de Túnis e Fez. Foi uma alegria, mas a verdade é que começo a ficar preocupado: sendo o Português um povo masoquista, com sexualidade difusa, perturbada e mal assumida; sendo esta gente capaz de se lixar a si própria, desde que, com isso, a vida do parceiro se torne mais difícil, o que eu estou a ver, em hipótese, é um Vigarista da "Independente", sem Maioria Absoluta, em 2009, e uma gaja com cara de cavalo, a dar-lhe imediatamente a mão, e a fazerem a pior das coligações "ever", o Centrão, onde estão alojados 90% dos gajos que destruíram este país desde 25 de Abril, para poder pôr em ordem todas as políticas de contenção, mas a contenção do cidadão comum, claro, nunca, jamais, em incarnação alguma, a dos Grandes Interesses, que esses não se contêm, expandem-se, globalizam-se e oprimem, sem qualquer excrúpulo.

No fundo, o Português, votante e eleitoralista, de 2009, vai ser chamado à Emoção: na Manela reverá a esposa, como muitos gostam, masculinizada, autoritária e frígida, para depois poder ir para a rebaldaria com os amigos e as punhetas virtuais. O Português sentimental vê na Manela a esposa à altura que o Cavaco nunca teve, reduzido à sua fraca Maria corcunda, de chitas de Centro-Esquerda. Talvez tenhamos um "ménage", em Belém, o que não deixaria de ser interessante... Por outro lado, a nível de Governo, Sócrates/Manela seria o equilíbrio dos opostos: a masculinizada e frígida, em conúbio -- hymenaeus -- com o homem-senhora, destravado e com tendências histéricas. Talvez fosse maravilhoso, talvez fosse um belíssimo convite para a Emigração, no fundo, España não está assim tão distante, e ficava o Nuno Rogeiro cá sozinho, para apagar as luzes, depois de ter aviado, no seu avatar de Marquesa de Alorna, o último negrinho do "Rapto no Serralho".

Este texto é apenas metade do que tinha para escrever, mas vai ficar por aqui, porque o próximo vai direitinho ao Acordo Ortográphico, e a todas as benesses e inconvenientes que acarreta.

Obrigado pela atenção.

( Edição em forma de mesa-de-pé-de-galo, simultaneamente no "A Sinistra Ministra", "Democracia em Portugal", "KLANDESTINO" e "The Braganza Mothers" )