20071204
Viva! Viva! Estamos em 4º lugar na Grande Europa dos 27!!!
20070907
As cores da ministra
QUEM GANHOU COR E QUEM A PERDEU ESTA SEMANA"
(pág. 22)
"Maria de Lurdes Rodrigues inicia mais um ano lectivo sem problemas e com uma grande «fezada» (sic!) no incremento dos cursos de via profissionalizante."
Das duas três:
-- ou os responsáveis por esta rúbrica são uns grandessíssimos troca-tintas pois os professores com quem tenho falado nunca viram o futuro da Educação tão negro nem se lembram de uma ministra tão cinzenta e passam as noites em branco a ver se encontram uma saída para as medidas absurdas que continuam a ser tomadas;
-- ou os jornalistas são já obrigados a escrever em código, querendo «fezada» referir-se a "fezes" e podendo-se assim ler nas entrelinhas que muita merda continua a ser feita no Ensino;
-- ou este tipo de jornalismo aligeirado feito à maneira da Caras (quem está in; quem está out) não tem outro fim senão vender gato por lebre: é que me conste o ano lectivo ainda não começou e para muitos professores que ficaram no desemprego os problemas já começaram e não devem ser poucos; além disso este louvor aos "cursos de via profissionalizante" resulta completamente gratuito pois não há jornalista que nos mostre que a realidade é que não têm outro objectivo que o de gerar rapidamente uma massa de gente ignorante que facilmente servirá de carne para canhão a um sistema que se alimenta de empregos precários e mal remunerados que só convêm a quem procura mão de obra barata e desqualificada.
20070905
Não se trata do processo original mas é igualmente sinistro
«Os professores que sábado de manhã se deslocaram às lojas do Cidadão e os cerca de 3700 - números do Ministério do Trabalho e da Segurança Social (MTSS) - que segunda-feira foram aos centros de emprego saíram de lá "com a sensação" de que são "criminosos sujeitos a termo de identidade e residência (TIR)".
A descrição foi feita ao 24horas por uma professora, que solicitou o anonimato.
(…) foi dito aos docentes, um pouco por todo o País, que teriam de se apresentar no centro de emprego ou nas juntas de freguesia onde residem no prazo de 15 dias, para fazer prova de procura de trabalho.
Contactado pelo 24horas, fonte do MTSS esclarece que "essa leitura do Decreto-Lei n.° 220/2006 está errada" e explica porquê:
"Os 15 dias só começam a contar a partir do momento em que a pessoa é notificada de que a prestação foi deferida. Nunca antes".
Estando definido preto no branco que um professor tem direito a subsídio, coloca-se de imediato outra questão. Havendo até 31 de Dezembro de 2007 contratações cíclicas do Ministério da Educação (ME) para necessidades residuais nas escolas, pode isso ser considerado procura de trabalho? (…)” (Recortes de Imprensa do SPGL])
Fonte: “Professores à nora”, 24 Horas, 05-09-2007









