20071006

Soma e segue # 5XX2

"Sócrates no lançamento de projecto polémico

Ambientalistas contestam nova unidade de aquacultura em Mira
O primeiro-ministro, José Sócrates, preside hoje ao lançamento do projecto de aquacultura da Pescanova em Mira, Distrito de Coimbra. Um investimento de 140 milhões de euros, contestado por grupos ambientalistas, que condenam a sua localização, dentro da Rede Natura 2000.

Os promotores do projecto Acuinova afirmam que o empreendimento irá criar 200 postos de trabalho directo e 600 indirectos, produzindo mais de sete mil toneladas de peixe (pregado) anualmente, sobretudo destinado a exportação para a União Europeia.

Para permitir a instalação da empresa de origem espanhola, o governo excluiu em Fevereiro do regime florestal 206 hectares a sul da Praia de Mira, a cerca de 500 metros da orla marítima, o que motivou protestos dos ambientalistas.

Em Agosto, o Ministério do Ambiente emitiu uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável ao projecto, condicionando a aprovação definitiva, contudo, a um estudo sobre a possibilidade de afastar o empreendimento o mais possível para Este, de forma a "minimizar a interferência nas dunas móveis, com a criação de uma zona tampão capaz de reter as areias e estabilizar estas dunas".

Na sequência, a Quercus anunciou a apresentação de uma queixa na Comissão Europeia contra o Estado português, repudiando a aprovação do projecto na zona costeira de Mira e considerando que ele cria "mais um ponto negro na orla costeira portuguesa".

As críticas ao projecto foram subscritas pela Ecolojovem, estrutura de juventude do partido ecologista "Os Verdes", por considerar que a unidade de pescado de Mira vai destruir as dunas da praia e aumentar a erosão costeira.

A cerimónia de lançamento será presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates e conta com a participação do ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho e o presidente do Grupo Pescanova, Manuel Fernandez de Sousa-Faro."
Fim de ripanço.

Primeiro: A educação
Segundo: A saúde
Terceiro: A justiça
Terceiro b): As prisões
Quarto: A segurança social
Quinto: O ambiente
Sexto: O que falta? É/são o/s próximo/os...
Ah sim esquecia-me... mesmo depois de arrumar com tudo para a privada (refiro-me ao local das meditações urgentes e não à dita iniciativa) ainda resta... vá lá, vocês são capazes!!! então?? um esforço, que diabo!!! Pois, isso mesmo!!!! Parabéns!!! Acertaram!!! Falta o povo. São óptimos como trabalhadores (imigrantes, etc). Se não querem trabalhar não faz mal: Escravos também servem. É só vantagens... E mesmo quando morrem (no local de trabalho de preferência i.e. profs e não so...) servem para adubo!!! E se demorarem a morrer?? Fácil! Podemos sempre imitar esses gigantes da industrialização que criaram algo único na história da humanidade: A morte industrializada (googlar Belsen, Auschwitz, etc).
Portanto sinistrada se pensaram que já estava tudo no fundo, animem-se!!! Ainda a procissão vai no adro.
E para aqueles que esperavam o D. Sebastião na alternância política deixem-me rir. O Menezes???

1 comentário:

Moriae disse...

Calma amigo. Ainda não está TUDO completamente perdido.
Força e solidariedade deste lado, tu sabes.
Abraço,
M.