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20081127

Cá, como noutros países da União Europeia...

Manifestação de professores, França, 20/Novembro

«É preciso não perder a embalagem»

20080626

AFINAL NÃO É SÓ POR CÁ


Professor multado em 800 aérios por ter batido em aluno...
Eu diria: se calhar, só se perderam as que caíram no chão!
Imagem daqui

20080608

Os boletins do descontentamento ...

Em França o descontentamento pelas reformas em curso no âmbito da educação é muito grande.Assim, em algumas escolas os professores decidiram agora utilizar os boletins dos alunos para expressar a sua hostilidade às reformas implementadas pelo ministro Darcos. Assim, os pais poderão ler:

“Não nos responsabilizamos pelas consequências que as reformas em curso na entrada do ano escolar de 2008 terão no futuro dos vossos filhos” .

Claro está que a utilização dos boletins para este efeito está a provocar polémica…

Ler artigo do Le Figaro

20080417

França: protestos contra reforma na educação terminam em confusão

"Terminou em violência uma nova manifestação em Paris contra o plano de reforma da educação do governo do presidente Nicolas Sarkozy.

A proposta prevê o corte de mais de 11 mil empregos.

Cerca de 13 mil estudantes lotaram as ruas da capital francesa pedindo para que o governo desista de cortar empregos no sistema de ensino. Os policiais tentaram dispersar os manifestantes e a passeata terminou em confusão.

Esse é o sétimo protesto em três semanas. Os estudantes afirmam que a reforma vai comprometer a qualidade do ensino. Mas o presidente Sarkozy alega que os cortes são necessários para reduzir as despesas da União." (Globo.com)

20080402

Por que será preciso vir um sindicalista francês chamar os bois pelos nomes?


Saiba porquê
Leia aqui a
Intervenção de André Yon
no Encontro organizado pela CDEP a 14/Abril/2007

(André Yon voltará a defender connosco a Escola Pública
no Encontro de 19/Abril/2008
que a Comissão de Defesa da Escola Pública está a organizar)

20080316

Experiências de Unidade em Defesa da Escola Pública

Marcha da Indignação, Lisboa 8/Março
(100 000 cidadãos unidos)


«Quando podemos encontrar-nos com os pais e explicar-lhes como funcionam as coisas, as relações são em geral boas e sentimo-los prontos a agir de acordo connosco», diz Odile Dauphin, professor de história e geografia. Há dois anos, estava eu no Henri-IV, aquando da reforma Allègre do ensino secundário. Com o SNES (Sindicato Nacional do Ensino Secundário) e o SNFOCL (Sindicato Nacional Força Operária das Escolas Básicas e Secundárias), conseguimos juntar mais de duzentos pais para os informar do que estava a ameaçar os seus filhos e o ensino em geral. «A reunião, realizada num sábado de manhã, correu bem, foi aprovado um apelo comum, e aquando da nossa greve, que durou três semanas, contámos com o apoio, e por vezes mesmo com a participação, de pais em muitas manifestações, apesar de tudo isto ter levado à desorganização do ensino. Aliás muitos pais fizeram a ligação com o que se passava ao nível do seu trabalho (hospital, correios...) e se não pudemos propriamente criar um "soviete Henri-IV", soprou nesse ano um vento de revolta no cruzamento da Rua Clovis com a Rua Clotilde, muito solidário com o que então se passava nas famosas escolas secundárias dos subúrbios.»

(in Maurice T. Maschino, Pais Contra Professores, França, 2002, Ed. Campo das Letras)