Mostrar mensagens com a etiqueta ministra da educação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ministra da educação. Mostrar todas as mensagens

20080318

CARTA ABERTA À EXMª SRª MINISTRA DA EDUCAÇÃO

Maria de Lurdes Reis Rodrigues
Nascida em Lisboa, a 19 de Março de 1956
Se o nosso presente forem as nossas queixas e indignações pessoais, talvez a ministra se tornasse sensível...
Danos colaterais ou as infelizes injustiças do processo de reforma da educação em Portugal


Orlando Rodrigues Fonseca
Professor de Geografia do quadro de nomeação definitiva do
Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes
Nota: Esta carta será também enviada para a Presidência da Republica, para o Secretário de Estado da Educação, para a FENEPROF, para a CONFAP e para os gabinetes dos Secretários gerais dos partidos políticos PS, PSD, CDS-PP, BE e CDU.
Recebido via:

João Paulo Soares
http://bioterra.blogspot.com

PDF aqui

20080229

Carta à senhora

Diz a senhora que os professores não terão dificuldades em proceder a este processo de avaliação porque “os professores passam a vida a avaliar os seus alunos e por isso percebem muito de avaliação”.
Pois é senhora! É precisamente por perceberem alguma coisa de avaliação que não compreendem nem aceitam esta forma de avaliar que a senhora e os seus capangas, serpenteando, lhes querem cuspir à cara!

Costumo apresentar-me aos meus alunos dizendo que sou injusto a avaliar porque sou humano. Digo-lhes, depois, que estou ali, antes de mais nada, para os acompanhar e ensinar e que a avaliação é apenas uma coisa necessária.
Por vezes, perante resultados menos bons, tento identificar as razões do insucesso: são os alunos, os pais, o sistema, a sociedade, a temperatura… eu sei lá!... Mas, muitas vezes, pensando bem, chego à conclusão que a culpa é minha e daí, penso e repenso e vou aprendendo em cada dia a ser Professor.
Mas o que a senhora arranjou agora, com este sistema, foi uma forma de apontar que a culpa é sempre minha! Que, se houver insucesso escolar, a culpa só pode ser minha! Que, se os alunos abandonam a escola, a culpa é minha! Que, se os alunos no fim da escolaridade não arranjam emprego, a culpa é minha! Que, se os pais não têm tempo para os seus filhos, a culpa é minha! Que, se o meu colega tem de faltar ou eu adoecer, a culpa é minha! Que, se a escola não tem condições, a culpa é minha! Que, se o ensino está desajustado da realidade, a culpa é minha! Que, se as políticas educativas não resultam, a culpa é minha! Que, se o estado não tem dinheiro e existe défice, a culpa é minha! Que, se os portugueses não procriam, a culpa é minha! Que a culpa é sempre minha!
Pois é, de tanto me baterem, começo a acreditar que a culpa é minha! Não valho mais que umas grelhas de registo! Não valho nada! Não passo de um funcionário ao desmando de uns senhores que sabem muito mais que eu!
Não passo de um professorzeco!

- Era assim, que me queria, cabisbaixo!?
Não ministreca, eu sou um Professor
E vou encher Lisboa a 8 de Março!

20071103

Raios de SOL

Fonte: manchete/SPGL (SOL)

"(...) “As notícias publicadas nos semanários ‘Expresso’ e ‘Sol’ sobre o diploma do Estatuto do Aluno são notícias falsas e sem qualquer fundamento”, sublinha a nota do gabinete do primeiro-ministro. (...)" [LER O ARTIGO COMPLETO AQUI]

«Desmentido a notícia dos semanários
Sócrates nega que Cavaco Silva tenha feito Governo alterar o Estatuto do Aluno
03.11.2007 - 12h13 Lusa [Público online]

O gabinete do primeiro-ministro assegurou hoje que José Sócrates não discutiu o Estatuto do Aluno com o Presidente da República, contrariando notícias divulgadas nos semanários que afirmam que Cavaco Silva levou o Governo a alterar o diploma.

“O Sr. primeiro-ministro não discutiu com o Sr. Presidente da República o Estatuto do Aluno”, refere uma nota do gabinete do primeiro-ministro, citada pela Lusa. (...)»

20070918

Os contras do prós e prós: uma ministra péssima!


Na qualidade de cidadã e de encarregada de educação venho fazer campanha pelo “péssima” porque ela é realmente péssima, uma autêntica bruxa malévola. É péssima por insistir em fazer aquela troca de olhos com as famílias, como se tudo estivesse de feição para elas, enquanto por detrás cinicamente ajuda a destruir a escola pública. A autonomia das escolas é a mais completa desresponsabilização do Estado da educação dos seus cidadãos. É péssima como a sua péssima demagogia, capaz só de convencer quem não acompanha de perto a escola dos seus filhos e quem não sabe o que por lá se vai passando.