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20090519
HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE RESISTE, HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE DIZ NÃO
HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE RESISTE, HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE DIZ NÃO
(É SABER QUE HÁ PROFESSORES DESTES QUE AINDA ME FAZEM ACREDITAR QUE A LUTA SE JUSTIFICA!)
20090402
O polvo está a chegar às escolas

No Público de dia 1 de Abril contei 11 anúncios a propósito da "abertura" de candidaturas ao cargo de Director de Escola ou Agrupamento. Logo me lembrei que era a Lei 75/2008 a entrar direitinho no prazo previsto, publicados os anúncios no jornal, como manda a lei, e logo por coincidência no dia 1 de Abril, que, pelo sim pelo não dá muito jeito aos Socretinos que, sempre podem depois dizer, todo este plano de despojar as escolas de vida democrática, colando-lhe por cima um falso ar democrático, era brincadeira, mentira, dia dos tolos.
Mas eu acredito ser a pura das verdades, a lei de gestão está mesmo a ser posta em prática, e por isso logo me lembrei de uma personagem, que deve estar prestes a ser directora porque já começou há muito a fazer a cama onde se há-de deitar. O conselho geral transitório que escolheu e influenciou usando todos os meios, vai certamente votar nela, que outra coisa poderia acontecer? Fica debaixo de olho dos tolos do ME e vai fingir andar direitinha, de preferência mostrando ser mais papista que o papa. Ela não se importa nada, que as leis sejam absurdas, se é isso que querem que ela faça, ela até gosta. Lá no agrupamento vai tudo para a frente e nem há discussão. Ai a nossa presidente é que falou bem, as outras é uma tristeza as coisas que dizem aos senhores secretários de Estado, deviam ter vergonha e serem mais profissionais. Rodeada de gente assim, está tudo a andar, senhor secretário de Estado e uma troca de olhos cúmplice com a senhora ministra. No final de tudo isto uma boa compensação monetária para fazer o trabalhinho e pôr tudo a andar. Eis a função e a disponibilidade de alguns futuros-directores das escolas e agrupamentos da escola pública.
Ei-los a tomar os lugares do poder, conformes com a lei e em breve num agrupamento mandará absolutamente alguém que diz assim: Nós [portugueses] dantes mandávamos para lá as Marias [criadas]; agora eles [Brasil] mandam-nos as putas e os criminosos. E isto em pleno Conselho Pedagógico, em frente a pais, a professores, numa escola onde há alunos brasileiros, africanos, do leste, ciganos, chineses, tudo, como deve ser na escola pública. O que pensa a tal presidenta dessas crianças, alunos da "sua" escola? Para ela são filhos de putas e criminosos?
Corre-se por esta e por outras o risco de não serem as melhores pessoas a ocuparem o cargo de Director de uma escola, pior ainda se for Agrupamento pois sobe-lhes o poder à cabeça. Ainda mal se sabia do 1-B/2009 e já havia quem se gabasse do aumento, como quem diz para as colegas: queridas, sempre são mais 500 euritos ao fim do mês, nada de especial mas sempre dão jeito para os jacuzis. Ela nunca disse exactamente isto, mas podia ter dito, é pessoa para isso e muito mais. Ela é das cumpridoras e das que ousam, uma Felgueiras.
Mas eu acredito ser a pura das verdades, a lei de gestão está mesmo a ser posta em prática, e por isso logo me lembrei de uma personagem, que deve estar prestes a ser directora porque já começou há muito a fazer a cama onde se há-de deitar. O conselho geral transitório que escolheu e influenciou usando todos os meios, vai certamente votar nela, que outra coisa poderia acontecer? Fica debaixo de olho dos tolos do ME e vai fingir andar direitinha, de preferência mostrando ser mais papista que o papa. Ela não se importa nada, que as leis sejam absurdas, se é isso que querem que ela faça, ela até gosta. Lá no agrupamento vai tudo para a frente e nem há discussão. Ai a nossa presidente é que falou bem, as outras é uma tristeza as coisas que dizem aos senhores secretários de Estado, deviam ter vergonha e serem mais profissionais. Rodeada de gente assim, está tudo a andar, senhor secretário de Estado e uma troca de olhos cúmplice com a senhora ministra. No final de tudo isto uma boa compensação monetária para fazer o trabalhinho e pôr tudo a andar. Eis a função e a disponibilidade de alguns futuros-directores das escolas e agrupamentos da escola pública.
Ei-los a tomar os lugares do poder, conformes com a lei e em breve num agrupamento mandará absolutamente alguém que diz assim: Nós [portugueses] dantes mandávamos para lá as Marias [criadas]; agora eles [Brasil] mandam-nos as putas e os criminosos. E isto em pleno Conselho Pedagógico, em frente a pais, a professores, numa escola onde há alunos brasileiros, africanos, do leste, ciganos, chineses, tudo, como deve ser na escola pública. O que pensa a tal presidenta dessas crianças, alunos da "sua" escola? Para ela são filhos de putas e criminosos?
Corre-se por esta e por outras o risco de não serem as melhores pessoas a ocuparem o cargo de Director de uma escola, pior ainda se for Agrupamento pois sobe-lhes o poder à cabeça. Ainda mal se sabia do 1-B/2009 e já havia quem se gabasse do aumento, como quem diz para as colegas: queridas, sempre são mais 500 euritos ao fim do mês, nada de especial mas sempre dão jeito para os jacuzis. Ela nunca disse exactamente isto, mas podia ter dito, é pessoa para isso e muito mais. Ela é das cumpridoras e das que ousam, uma Felgueiras.
20090123
Lugares de Interesse Nacional...
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É com pequenos gestos como estes que vamos aferindo a solidariedade do povo português com a luta dos professores contra um Governo déspota, que quer retirar os direitos adquiridos a quase todas as classes à excepção da dos políticos e dos banqueiros...
Palavras-chave
a educação em Portugal,
governo Sócrates,
lugares de interesse nacional,
pequenos gestos,
Portugal,
Simplex
20081205
«Um passo atrás no futuro»
Maria de Lurdes Rodrigues, hoje no parlamento mostrou-se disponível para discutir tudo. E continuou a insistir que este ano é preciso é levar a avaliação para a frente e, para o ano que vem logo se há-de negociar, o que importa é que se vá fazendo. Foi a intervenção do EU EU EU, como disse o outro maranteu - ou seria da UE, UE, UE? Talvez das duas porque a teimosia de uma é o cumprimento das directivas para a educação e suas sinistras políticas da outra, numa perfeita simbiose. As palavras da ministra soam a falso, soam ao falsete de um tom magoado, rancoroso, de não a deixarem levar a sua avante. Queria tanto ser ela a desempenhar aquelas ordens e a desmanchar por suas mãos a classe dos professores… Talvez seja a sua alma anarquista bastando-se a si própria, colando estampilhas na Batalha, sem revolta, completamente serena, tranquila, como quem está certo de estar a cumprir uma missão. E que missão: esta gente é ditadora e quer-se fazer passar por anarquista, por socialista, por ex-maoista, quando afinal não passam de paus mandados, cumpridores e obedientes do plano arquitectado pelas instituições da UE, Bilderbergs e o diabo que os leve. O plano do esvaziamento e da destruição da função pública e dos serviços públicos. O aval da pilhagem dos fundos dos bancos e a transferência de capitais através de nacionalizações temporárias, enquanto existem prejuízos monumentais que o Estado financia, para depois, já recompostos e lucrativos, regressarem ao seu estado “natural” de entidades bancárias privadas. Todos esses escândalos que se têm passado com este governo mas que também se teriam passado com outro da mesma laia. Esta UE não tem nem dá futuro. Este governo, esta maioria de passagem está condenada. É preciso ter um povo muito estúpido se depois disto tudo voltam a votar neste PS ou no outro partido do vergonhoso e calamitoso alterne. Tiranos são os que se mantêm no poder quando já não são queridos. Julgam-se cheios de razão, desprezam a vontade do povo, prosseguem obstinados impondo leis absurdas.
Esta tirana desta ministra está um caco. Presa por que sinistros arames?
Esta tirana desta ministra está um caco. Presa por que sinistros arames?
20081130
Se o ME/governo decidir mostrar-se «chico esperto»...
Se o ME/governo decidir mostrar-se «chico esperto», diz:
«pois bem, vamos suspender o decreto, vamos avançar com as propostas sindicais, mas aí todos têm de cumprir esta avaliação neste ano lectivo.»
Bem, espero que percebam a ratoeira.
O modelo é suspenso este ano, as propostas sindicais avançam, os sindicatos ficam comprometidos em levá-las à prática, eles próprios, como numa espécie de socialdemocracia…
e depois de vencidas as eleições…
voltam à carga com uma nova versão do simplex, mais ou menos recauchutada, mas sempre tendo a divisão entre avaliadores e avaliados, professores titulares e professores… e quotas!
E além disso, terão o decreto de gestão a ser aplicado sem problemas, dando origem a um sistema de mini empresas, todas elas tributárias do poder político a nível autárquico ou geral. Um rega-bofe!
Finito escola pública! Viva a escola-empresa! ou Viva a escola-caserna (esta será para as «classes perigosas»)!
«pois bem, vamos suspender o decreto, vamos avançar com as propostas sindicais, mas aí todos têm de cumprir esta avaliação neste ano lectivo.»
Bem, espero que percebam a ratoeira.
O modelo é suspenso este ano, as propostas sindicais avançam, os sindicatos ficam comprometidos em levá-las à prática, eles próprios, como numa espécie de socialdemocracia…
e depois de vencidas as eleições…
voltam à carga com uma nova versão do simplex, mais ou menos recauchutada, mas sempre tendo a divisão entre avaliadores e avaliados, professores titulares e professores… e quotas!
E além disso, terão o decreto de gestão a ser aplicado sem problemas, dando origem a um sistema de mini empresas, todas elas tributárias do poder político a nível autárquico ou geral. Um rega-bofe!
Finito escola pública! Viva a escola-empresa! ou Viva a escola-caserna (esta será para as «classes perigosas»)!
Palavras-chave
Avaliação,
chico-esperto,
governo Sócrates
20080904
E o passe escolar tecnológico 4_18@escola.tp?
Imagem KaóticaJá usufruiram do novo passe escolar 4_18@escola.tp?
Maior é a minha consideração pelo vendedor da Pomada Gibóia da Feira da Ladra!
(Saibam porquê n' O Pafúncio)
Palavras-chave
banha da cobra,
demagogia,
governo Sócrates,
Mário Lino,
passe escolar,
socretinices,
socretinos
20080629
Nunca 30 000 foram tão poucos
Quem tivesse estado na manifestação dos professores, na Marcha da Indignação, começa a duvidar que lá tivessem estado 100 000. É que aqueles 100 000 ao pé dos 200 000 que no outro dia disseram que havia na manif da CGTP, passam a ser 300 000 ou coisa que o valha. Como não há-de haver quem facilite a vida aos miúdos na matemática para que se habituem a estas contagens sem as estranharem? Na manif de hoje, quem lá esteve diz que aquilo não eram mais do que 5 000, mas os números oficiais, os dos media que as pessoas ouvem, as que ouvem, voltaram a dizer que lá estavam 30 000!
Por que será que os media têm agora esta necessidade de fazer passar a mensagem que os trabalhadores estão na rua a manifestar-se em grande número pela CGTP? Este alinhamento, este sindicalismo instituído que cumpre agendas e calendários, e que só se agita quando ultrapassado pela massa, estrebucha de mansinho no seu canto de cisne. As forças por detrás dos media, congratulam-se com o facto e publicitam-no. A história da CGTP lhes agradecerá por terem registado que o movimento sindical não morreu sem luta e com o povo ainda a gritar na rua.
Conheço bem o programa de festas: contar as bandeiras, colocar em formatura, colocar um megafone na boca das Marias e vai disto avenida abaixo até ao discurso. Discurso. Palminhas acabou e alguém nos enganou. Hino, punhos no ar (cada vez menos), local para apanhar a camioneta de regresso a casa. Viagem de regresso já sem qualquer pressão na panela. Só cansaço. Pelo menos comeu-se qualquer coisa de borla com as senhas do sindicato. Esta gente há-de se cansar. Qualquer dia já ninguém mais virá.
Lembro-me dos tempos em que a Inter-sindical ia aos locais de trabalho organizar comités e convocava uma greve geral de trabalhadores se fosse preciso. Depois disso são inumeráveis as perdas dos direitos sofridas, as humilhações, o roubo escandaloso que fazem da força de trabalho, desvalorizando-a e exigindo que renda ainda mais, que os trabalhadores trabalhem mais horas, que produzam mais. Nenhuma greve geral. Para onde foi a ideia da greve geral? A UGT sempre pronta a negociar, não quer nada com greves, é um sindicalismo amarelo criado de propósito para tudo aceitar. A última unidade sindical de que há memória, foi a Plataforma Sindical dos Professores para forjar o acordo firmado pelo Memorando do Entendimento. Uma unidade sindical para tramar a classe levando-a apenas a adiar por uns meses o cumprimento das agendas e das directivas europeias convertidas nas políticas educativas do governo Sócrates, mais engenharias do que educativas, cosmética que, caso venha a ser implementada irá comprometer o futuro da escola pública portuguesa e falsear completamente os dados do estado do Ensino.
Mas os sindicatos não são o que os dirigentes querem que eles sejam. Têm lá dentro pessoas, trabalhadores, gente que sofre na pele as consequências dessas políticas. Até quando vão aguentar tamanha afronta? Como vão entender que tanta força que tiveram nas ruas seja assim desperdiçada e que acabem sempre perdendo alguma coisa em cada vitória anunciada? Que força é essa que constantemente perde direitos?
Por que será que os media têm agora esta necessidade de fazer passar a mensagem que os trabalhadores estão na rua a manifestar-se em grande número pela CGTP? Este alinhamento, este sindicalismo instituído que cumpre agendas e calendários, e que só se agita quando ultrapassado pela massa, estrebucha de mansinho no seu canto de cisne. As forças por detrás dos media, congratulam-se com o facto e publicitam-no. A história da CGTP lhes agradecerá por terem registado que o movimento sindical não morreu sem luta e com o povo ainda a gritar na rua.
Conheço bem o programa de festas: contar as bandeiras, colocar em formatura, colocar um megafone na boca das Marias e vai disto avenida abaixo até ao discurso. Discurso. Palminhas acabou e alguém nos enganou. Hino, punhos no ar (cada vez menos), local para apanhar a camioneta de regresso a casa. Viagem de regresso já sem qualquer pressão na panela. Só cansaço. Pelo menos comeu-se qualquer coisa de borla com as senhas do sindicato. Esta gente há-de se cansar. Qualquer dia já ninguém mais virá.
Lembro-me dos tempos em que a Inter-sindical ia aos locais de trabalho organizar comités e convocava uma greve geral de trabalhadores se fosse preciso. Depois disso são inumeráveis as perdas dos direitos sofridas, as humilhações, o roubo escandaloso que fazem da força de trabalho, desvalorizando-a e exigindo que renda ainda mais, que os trabalhadores trabalhem mais horas, que produzam mais. Nenhuma greve geral. Para onde foi a ideia da greve geral? A UGT sempre pronta a negociar, não quer nada com greves, é um sindicalismo amarelo criado de propósito para tudo aceitar. A última unidade sindical de que há memória, foi a Plataforma Sindical dos Professores para forjar o acordo firmado pelo Memorando do Entendimento. Uma unidade sindical para tramar a classe levando-a apenas a adiar por uns meses o cumprimento das agendas e das directivas europeias convertidas nas políticas educativas do governo Sócrates, mais engenharias do que educativas, cosmética que, caso venha a ser implementada irá comprometer o futuro da escola pública portuguesa e falsear completamente os dados do estado do Ensino.
Mas os sindicatos não são o que os dirigentes querem que eles sejam. Têm lá dentro pessoas, trabalhadores, gente que sofre na pele as consequências dessas políticas. Até quando vão aguentar tamanha afronta? Como vão entender que tanta força que tiveram nas ruas seja assim desperdiçada e que acabem sempre perdendo alguma coisa em cada vitória anunciada? Que força é essa que constantemente perde direitos?
Palavras-chave
dados falseados,
governo Sócrates,
greve geral,
luta sindical,
manifestação CGTP,
marcha da indignação,
media,
sindicatos,
UGT
20080530
A era dos poderes absolutos
Palavras-chave
governo Sócrates,
monodocência,
poder absoluto,
Santana Castilho
20070918
Os contras do prós e prós: uma ministra péssima!

Na qualidade de cidadã e de encarregada de educação venho fazer campanha pelo “péssima” porque ela é realmente péssima, uma autêntica bruxa malévola. É péssima por insistir em fazer aquela troca de olhos com as famílias, como se tudo estivesse de feição para elas, enquanto por detrás cinicamente ajuda a destruir a escola pública. A autonomia das escolas é a mais completa desresponsabilização do Estado da educação dos seus cidadãos. É péssima como a sua péssima demagogia, capaz só de convencer quem não acompanha de perto a escola dos seus filhos e quem não sabe o que por lá se vai passando.
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