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20081210

"Mais um ano congelado"

"O novo regime do estatuto da carreira docente vai custar aos professores entre 25% e 50% do valor de ordenados que potencialmente viriam a receber ao longo da sua vida profissional. (...)" (Movimento dos Professores Revoltados )

20081023

Pata Negra, mais dois plágios!!!

Este blogue até tem um aviso de direitos de autor no rodapé mas ... de nada serve pois não?

O Não Professor do Ano é da autoria do amigo Pata Negra e foi publicado em "A sinistra Ministra" no dia 15 de Novembro de 2007 (Hummm ... boa data!)

Creative Commons License Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
[Publicação original - deste post ... :/: 18:46 de 23 de Out. de 2008]

20080716

Em busca da redenção ... ou ... caminhos por percorrer

Na verdade, gostei de ler o que o Mário disse mas ... não chega ... de todo. Digo isso porque apesar de ter 60% de incapacidade até 2013 (nova avaliação) sei que posso trabalhar mas NÃO da maneira absurda que 'o sistema oferece' i.e. mais ou menos 200 alunos, 10 turmas, 22 horas mais as outras que perfazem as 35h sem tempo para me tratar, descansar, programar, desenvolver, etc et al. Fora as viagens (não posso guiar por ora e durante algum tempo de tratamento) ...

Imagem: scan de 'umas pequenitas partes' do DN de hoje

Em conclusão: O meu caso já me enjoa porque é meu ... e porque não vou deixar que me matem. Assim, por causa de muitos colegas que estão em circunstâncias semelhantes ou piores APELO à FENPROF que se tente redimir pelo que não fez e que mostre a força que PODE TER. Eu darei uma segunda oportunidade aos sindicatos. Estou a pensar voltar a sindicalizar-me para poder com legitimidade refilar PORDENTRO. Ouvirei os argumentos. Estudarei ... Mas ... ok???
Pode não servir de nada. Estou a partilhar pensamentos. É humano.

20080407

É assim mesmo!!! [II]

PrtScn dali
"(...) Ana Brandão, 44 anos de idade, é funcionária administrativa na Junta de Freguesia de Vitorino de Piães e há dois anos que reclama a reforma antecipada, devido a cervicalgia e lombalgia degenerativas. Após três anos de baixa, foi obrigada, a 5 de Novembro de 2007, pela CGA, a regressar ao seu trabalho. Nesse mesmo dia, e perante a exposição mediática do caso, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, anunciou que Ana Brandão iria entrar novamente de baixa médica até que a CGA reapreciasse do caso. A 20 de Novembro, foi avaliada por nova junta médica, onde, garantiu, apenas lhe fizeram "muitas perguntas" sobre como começou a sua doença. Poucos dias depois foi notificada pela CGA de que o seu pedido de reforma antecipada fora indeferido após a junta médica de recurso ter considerado que não se encontrava "absoluta e permanentemente incapaz" para o trabalho. (...)" (DN Online)
Esta junta aceitará uma Certidão de Óbito? Lamento o recurso a este tipo de humor negro mas ... é lamentável o que se continua a passar. Não se esqueçam, colegas, morreram 3 professores em serviço (Artur José Vieira da Silva, Manuela Estanqueiro, Maria Cândida Ferreira Pereira) e em condições degradantes por causa dos atestados de saúde que as Juntas lhes passaram...

20080311

Recortes de Imprensa



Apoio à ministra abre guerra nas associações de pais
Dissidentes até já questionam verbas entregues à Confap

Mulher do número dois do PS esteve na 'manif' dos professores contra o Governo
Fernanda Tadeu, mulher de António Costa, foi à manifestação contra o Governo [Fotos aqui]

Fonte: DN

20080222

"150 mil alunos com necessidades educativas, dos quais pelo menos 100 mil são permanentes"

Entrevista DN ONLINE

No dia em que as alterações no ensino especial chegam ao Parlamento, Miranda Correia, um dos maiores especialistas nacionais do sector, diz ao DN que houve precipitação da tutela e que só uma minoria das necessidades educativas é abrangida
Em Portugal não há estudos de prevalência que nos dêem estimativas fiáveis dos alunos com necessidades educativas especiais. Guiamo-nos sobretudo por estudos feitos por autores estrangeiros. Países como o Canadá e o Reino Unido apontam para prevalências de 10% a 12%. Tendo em conta a nossa população de cerca de 1,5 milhões de alunos podemos falar em150 mil alunos com necessidades educativas, dos quais pelo menos 100 mil são permanentes. Já me ofereci para fazer um estudo de prevalência nacional, nas escolas, mas o Ministério não respondeu.

(...)

...E o que podemos dizer é que a lei exclui cerca de 90% dos alunos com necessidades educativas permanentes. Os casos previstos para apoio especializado são cerca de 4000 no País: alunos cegos, surdos, com perturbações do espectro do autismo e mulitideficiência. É óbvio que devem ser alvo de educação especial. Como os outros.

(...)

Defendo a inclusão a 100%. Mas estou aqui como professor e investigador. E nessa condição diria que só será uma boa ideia quando as escolas tiverem a atitude, os conhecimentos e os recursos para poderem incluir a maioria dos alunos com necessidades educativas especiais. Houve uma precipitação muito grande no que diz respeito à publicação desta lei, e um orgulho, por parte do Ministério da Educação, que o levou a não ouvir ninguém a não ser os "seus" peritos.»|DN

Nota: Leia a entrevista na íntegra. Por razões óbvias não a transcrevi na totalidade.

20080209

Avaliação de Desempenho - Suspensa por Providência Cautelar

Temos luz ao fundo do túnel?

Tribunal aceita acção para travar avaliação docente
O Tribunal Administrativo de Lisboa admitiu "liminarmente" a providência cautelar, com efeitos suspensivos, interposta pelo Sindicato Independente e Democrático dos Professores (Sindep), que apontava irregularidades cometidas pelo Ministério da Educação no âmbito da avaliação dos professores. A tutela tem 10 dias para contestar a decisão, que poderá mesmo congelar todo o processo.Em causa, como avançou o DN há uma semana, quando a providência cautelar foi entregue, está um despacho do secretário de Estado adjunto da Educação, Jorge Pedreira, em que este atribuiu à antiga inspectora-geral da Educação, Conceição Castro Ramos, competências para emitir recomendações em nome do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores (CCAP) - entidade a que esta vai presidir, mas que ainda não foi constituída.O decreto lei que regula a avaliação dos professores (2/2008) indica às escolas que sigam as recomendações do CCAP na adopção de uma série de "indicadores de registo" necessários ao processo de classificação. E a ausência dessas recomendações, por o conselho não existir, foi invocada pelos sindicatos para pedirem o adiamento do processo. Mas Conceição Castro Ramos, mandatada para o efeito pelo secretário de Estado, acabou por fazê-las. Agora, com a decisão do tribunal, que diz não "antever fundamento de rejeição" da providência cautelar, o Sindep considera que "todo o processo de avaliação" fica suspenso. "A intenção da lei é clara", disse ao DN Carlos Chagas, do sindicato: "As escolas eram obrigadas a seguir as recomendações antes de avançarem com o processo. E as recomendações que foram feitas são inválidas".Visão completamente oposta tem a tutela: "O Ministério da Educação tem um prazo para concretizar a oposição à providência cautelar e vai fazê-lo", disse ao DN Rui Nunes, assessor de imprensa da ministra Maria de Lurdes Rodrigues. "Mas, do ponto de vista do Ministério, a acção em causa não tem quaisquer efeitos suspensivos do processo de avaliação em si". O argumento do Executivo, aliás já defendido publicamente por Jorge Pedreira, é que, apesar de as regras dizerem que as escolas "devem" seguir as recomendações do CCAP, não há nada que as impeça de prosseguir com o processo de avaliação caso estas não existam.A providência cautelar interposta pelo Sindep foi a primeira de uma série de acções do género movidas pelos sindicatos. Esta semana, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) já entregou providências cautelares em Coimbra e no Porto e hoje vai fazê-lo no mesmo tribunal que aceitou a acção do Sindep.Apesar de o segundo período estar já em curso e dos atrasos no processo, o Ministério da Educação não abdica de que a avaliação bienal reflicta já este ano lectivo, admitindo apenas "trabalhar" com as escolas no sentido de identificar os aspectos que podem ser avaliados já este ano.