Mostrar mensagens com a etiqueta Mário Nogueira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mário Nogueira. Mostrar todas as mensagens

20090617

Memorando do Entendimento? Nada que não se possa rasgar!

Mário Nogueira, caros dirigentes sindicais, povo da FENPROF,

Então a gente vai ficar a ouvir o Valter Lemos dizer aos 4 ventos coisas destas?

O Ministério da Educação diz que a Fenprof parece já ter esquecido o conteúdo de um memorando que assinou com o Governo há cerca de um ano sobre a avaliação do desempenho.

(...)

«Ficou assente num memorando entendimento, desde há um ano, que os professores que tivessem uma classificação negativa, não teriam efeito na sua classificação», recorda.

Valter Lemos acrescenta que «a FENPROF deve-se ter esquecido desse acordo que fez como o Ministério da Educação há um ano atrás, mas nós mantemos esse acordo em vigor».

É certo que o Memorando já foi rasgado simbolicamente, na manifestação dos 120 000, quando a FENPROF abandonou a mesa das negociações. Mas depois voltou para lá com a promessa de negociar o Estatuto da Carreira Docente e amanhã volta a lá estar outra vez às voltas com o mesmo assunto. Entretanto o Valter Lemos vem tirar coelhos da cartola e esfregar o Memorando nas ventas de quem o assinou.

E o resto dos professores fica-se a ouvir estes disparates? E e FENPROF, o Mário Nogueira, a própria Plataforma, leva com o coelho nas trombas e fica-se?

Não será mais do que altura de rasgar esse Memorando na prática?


20081215

MN: «a intenção (do ME) é fazer a folha às escolas»

Entrevista a Mário Nogueira: "Três anos de encenação negocial desacreditaram o Ministério da Educação!"

Na véspera de mais uma reunião com o Ministério da Educação (esta segunda-feira, dia 15, nas instalações do CNE, em Lisboa, às 15h00) , o Secretário-Geral da FENPROF diz não ter grandes expectativas, pois três anos de encenação negocial desacreditaram o ME. Acrescenta, ainda, não saber se o modelo de avaliação do ME cabe numa folha A5, numa A4 ou precisa de um A3, mas que a intenção é a de fazer a folha às escolas, disso não duvida. Lamenta que o ME continue a gastar dinheiros públicos para fazer propaganda e manipular a opinião pública e termina a dizer que a luta dos professores está forte e recomenda-se...�
Expectativas para a reunião de dia 15 de Dezembro?
Mário Nogueira (MN): Muito poucas. Ao longo dos três últimos anos o Ministério da Educação perdeu toda a credibilidade negocial porque nunca negociou de facto. De encenação em encenação, todos os processos ditos negociais que foram abertos resultaram, apenas, de imperativo legal. Isto é, respeitaram-se as formalidades, mas nunca houve negociação efectiva.
Mas o ME diz que convocou muitas reuniões�
MN: É verdade, mas foi o tempo em que mais se reuniu e menos se negociou. Não há, para nenhuma matéria, seja o que for de essencial que tenha sido considerado pelo ME, falemos de carreira, de avaliação, de concursos, de gestão, de educação especial, de aposentação, seja do que for� Nada! Nunca se viu tamanha prepotência e nunca a negociação foi tão maltratada� é a negação, não só do espírito, como de uma prática negocial séria e efectiva.
Neste processo de "simplificação" da avaliação, a Ministra afirmou que a proposta sindical cabia numa folha A4. Que tens a dizer a isto?
MN: Que a ministra desvalorizou a proposta sindical por esta ser mais rigorosa e exigente no plano pedagógico do que a do ME. Enquanto o ME deixou cair, na sua simplificação, o que é essencial, e refiro-me à componente científico-pedagógica e ao trabalho do professor na escola, os Sindicatos centraram aí a sua proposta e isso moeu-os. Não sei se a proposta ministerial cabe numa folha A4, se basta uma A5 ou se precisa de um A3, o que sei é que pretende fazer a folha às escolas, pois constitui um factor de grande instabilidade que, de forma irresponsável, nelas é introduzido.
O ME ignorou todas as posições da Plataforma Sindical, mas a reunião que se realizou no dia 11, sobre avaliação, não era de agenda aberta?MN: Era, mas o conceito de agenda aberta, para o ME foi, no mínimo, original: os Sindicatos puderam apresentar as suas propostas, mas foram informados, logo no início, que o ME "não suspendeu, não suspende, nem suspenderá" o seu modelo de avaliação. E quando tentámos discutir o conceito de "agenda aberta" a Ministra informou-nos não ter comparecido na reunião para ouvir teorizar sobre esse assunto.
Então como fazer para evitar que o modelo do ME prejudique as escolas e nelas instale novos conflitos?
MN: Em primeiro lugar, mantendo a avaliação suspensa nas escolas, o que evitará que estas sofram as consequências da sua aplicação. Depois, esperando que na Assembleia da República as propostas de lei que prevêem a suspensão da avaliação sejam aprovadas. Por fim, mantendo a luta contra o modelo do ME em todas as frentes�
Isso quer dizer...�
MN: �...isso quer dizer que, a par de toda a luta dos professores, pode também ser desenvolvida uma forte acção jurídica contra este modelo, não sendo de excluir o recurso a providências cautelares já a partir de Janeiro.
O ME divulgou no seu site e em jornais de circulação nacional um texto em que diz desmontar os dez mitos que existem em torno da avaliação. Que comentário lhe merece aquele texto?
MN: Não traz nada de novo. Limitam-se a repetir o discurso como se, de tanto o repetirem, passassem a ter razão. Não falam do essencial e evitam qualquer referência aos aspectos de fundo do modelo de avaliação, limitando-se a falar do processo. Relevante é o facto de, mais uma vez, o ME ter utilizado dinheiro dos contribuintes para a sua propaganda e manipulação. Já não bastava a utilização abusiva dos mails dos professores, agora é, mais uma vez, o esbanjamento de dinheiros públicos. É uma vergonha!
O que achas do facto de 13 professores terem entregue no ME um abaixo-assinado com 1.500 assinaturas de docentes que apoiam o modelo de avaliação imposto através do ECD?
MN: Que deverá corresponder à realidade: 1% dos professores quererão ser avaliados pelo modelo do ME, talvez até um bocadinho mais, por aí 2 ou 3%, e que são menos de 0,01% os que dão a cara por isso.
Por fim, a reunião de amanhã, dia 15, com o Ministério da Educação...�
MN: Expectativas praticamente nulas porque, como já disse, esta equipa ministerial já está desacreditada também no que respeita à sua capacidade negocial. Como os professores têm exigido, a abertura de um processo de revisão do ECD deverá ter em linha de conta objectivos bem definidos a atingir e essa definição deverá ser previamente estabelecida. Substituir o modelo de avaliação, acabar com as quotas e eliminar as categorias são objectivos mínimos. Com esta equipa ministerial, seria muito perigoso avançar "no escuro" para a revisão do ECD. Os professores correriam o sério risco de verem o seu gravoso estatuto de carreira ficar ainda mais negativo� Era, até, o mais provável�
Neste contexto tão negativo, o que se espera dos professores?
MN: Que continuem a lutar como até aqui: com a firmeza e a determinação que são próprias de quem sabe que a razão está do seu lado. Será uma luta difícil e, previsivelmente, longa, mas a razão sobrepor-se-á, como acontece sempre, à teimosia. Lamentável é que os teimosos não compreendam o mal que fazem com a sua obstinação e, neste caso, o mal que fazem às escolas, aos professores e aos alunos. Pela nossa parte, continuaremos a lutar. Desistir é próprios dos fracos e os professores nunca estiveram tão fortes!

http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=266&doc=3866&mid=115

20081128

WE HAVE KAOS IN THE GARDEN: FENPROF 2008 TOUR

Imagem publicada pelo Kaos em WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

"Não vi mas li. Parece que a Manuela Ferreira Leite teve tempo de antena no tempo de antena da FENPROF. À FENPROF, só lhes posso dizer que andam em muito más companhias embora estou certo que ouvirei que a utilizem “por razões tácticas”. É bom é que explique aos professores que essa Doutora ainda há seis meses desafiava o Sócrates para ele manter a Sinistra e a sua avaliação. Agora só diz o contrário para tentar “apanhar” uns votos, ou seja para ela são “razões tácticas”. Quem ganha mais nesta simbiose de razões tácticas não sei, mas pelo Menos a Manelinha devia ter vergonha da figura “populista” que tanto criticava e agora faz. O Sindicato, esse devia escolher melhor as companhias.

20081125

In Memoriam



O ECD nunca foi aceitável!

20081123

Cruzzeeeesss ... 'Ele (*)' Não Será Capaz de Tal Crucificação!!!




[Não consigo transcrever o texto do Kaos porque me recuso a acreditar que vai acontecer outra vez ... Por outro lado, quem sou eu, mera secretária, para encontrar tal luz ...]



Nota: (*) Referimo-nos a Mário Nogueira (*) Referimo-nos a Mário Nogueira (*) Referimo-nos a Mário Nogueira (*) Referimo-nos a Mário Nogueira (*) Referimo-nos a Mário Nogueira (*) Referimo-nos a Mário Nogueira (*) Referimo-nos a Mário Nogueira

20081021

A angústia de um homem de Bigode, no momento de tentar enfiar uma farpa no Complexo de Elektra de uma traumatizada ex-aluna Casapiana

Imagem do PROTESTO GRÁFICO
Vocês andam cheios de sorte, porque, ultimamente, eu ando de bom humor. Ora, quando eu ando mal humorado, detesto que gozem comigo, e, quando sorrio, ainda detesto muito mais.
Vamos direitinhos ao assunto: era uma vez um país de homens de bigode. Isso é do tempo dos afonsinos, em que os homens, sempre obcecados com o tamanho da "coisa", e impedidos de andar com a "coisa" de fora, para se medirem uns com os outros, recorriam a uma metáfora, e deixavam crescer uns pelos, debaixo das narinas.
A mensagem era subtil, como todos os pensamentos da Rosa Lobato de Faria: quanto maior o bigode maior a "coisa".
Havia "coisas" para todos os gostos e tamanho: pequeninas, à Hitler; farfalhudas, à pielas de Manuel Alegre; retorcidas nas pontas, à garupa da Sarah Palin; inchadas, como o botox da Manuela Moura Guedes, ou ralas, meros buços, como a inteligência de Vítor Constâncio.
Isso era no Tempo da Abundância, quando os cavalheiros desciam o Chiado, e davam bengaladas uns nos outros, sempre que o Millennium-BCP da época branqueava capitais, ou o BPN escondia os buracos financeiros por debaixo do tapete, e a Caixa Agrícola falia, num "ai" tuberculoso, de IV Acto da "Traviata".
Depois, com o esvaziar da Ampulheta, os últimos bigodes viram-se em 25 de Abril de 1974, onde toda a gente queria mostrar que tinha uma "coisa" grande, esperançosa e revolucionária.
Ai, que saudades!... Está longe, como Alcácer-Quibir, não é?... Porque depois veio a Crise, e imperou a Lei das Incompatibilidades, e, ou se tinha bigode em cima, ou... em baixo.
Mário Nogueira, supomos, optou, em 2008, pelo bigode de cima, e caiu numa terrível ratoeira, e aqui vamos ter de começar a ser objectivos, para construir o silogismo, e os factos reais, comprováveis e cientificamente tratáveis são os seguintes:
1) Mário Nogueira tem bigode
2) Eu desconfio de homens de bigode
3) Os homens de bigode necessitam sempre de mulheres autoritárias e dominadoras
4) Maria de Lurdes Rodrigues ADORA e precisa de homens de bigode, que lhe fazem lembrar o Pai (Freud) Ausente
Dadas as quatro situações anteriores, as conclusões tornam-se, agora, watsonianas: Mário Nogueira quer mostrar a toda a gente que tem a "coisa" grande, mas a "coisa" grande é incomprovável, porque ela é hoje um Gato de Schrödinger: como só se pode ter o bigode em cima, ou em baixo, se se quiser comprovar o bigode de baixo, imediatamente ele ressalta para cima, e nada se sabe; se se olhar para o bigode de cima, dada a Lei das Incompatibilidades, nada ficamos a saber sobre o bigode de baixo.
Simples, não é?...
A notícia de que os "agitadores", velha categoria herdada dos tempos do Maior Português de Sempre, tinham começado a pôr a circular uma sms, dizendo que os Professores se iam "conciliar" com os seus maravilhosos Sindicatos de Bigode, pôs-me imediatamente um sorriso às listas, como o do Gato da Alice, e comecei eu, imaginem, a afiar as pontas do meu próprio bigode...
Nem vocês imaginam, caríssimos leitores, o estado de pólvora em que fico, sempre que me tocam no bigode: como se diz em bom Português, vai tudo raso, e hoje é uma pequeníssima ante-câmara de eu começar a pôr tudo a ir mesmo raso, e vai já de seguida: Sr. Mário Nogueira, nunca o conheci de lado nenhum, como não assisto aos programas do Goucha (outro, de bigode), ou aos "Gatos Fedorentos", e só o ouvi, finalmente, referenciado numas quantas anedotas de mau gosto.
Prefiro qualquer Bergmann aos Sindicalistas.
Sei que assinou um contrato, onde atraiçoou 100 000 pessoas, com uma pessoa que nunca fez um "mea culpa" da sua cumplicidade em diversos homicídios involuntários de Juntas "Médicas", coisa que NUNCA lhe perdoarei, e que, mandasse eu, já lhe teriam valido um valentíssimo olho da rua há anos, mas mesmo muitos anos!...
Do que tenho lido pela Net, o Sr. e mais os seus sequazes, estão-se a preparar, mais uma vez, para fazer "surf" numa onda que não é vossa.
Acontece que há uma Classe Profissional, que, ao longo dos últimos anos, foi ferozmente ofendida e vilipendiada por um Poder Repugnante, cuja hipóstase é essa mulher-a-dias que puseram como Ministra da Educação, conhecida nalguns altares pela "SINISTRA MINISTRA".
Acontece que dessa classe profissional depende todo o futuro de Portugal, porque é ela, e só ela, que educará as Gerações Futuras. Se não tiver condições físicas, nem estabilidade psicológica, para cumprir a sua tarefa, iremos regredir, com sequelas muito mais graves do que as quotidianas trafulhices de Bolsas e Bancos de um Sistema Parolo: Sr. Nogueira, nós regrediremos à Idade Média, com a sua complacência e a dessa Incompetente que insiste em tutelar a 5 de Outubro.
O meu conselho é, pois, muito simples: se ainda não sabe, eu domino a PALAVRA, e a palavra -- in principio erat verbum -- é criativa e pode ser fatal. Imagine um cenário em que frases de mérito subitamente se unem com imagens cruciais, e o Sr., os seus acordos, e a Bruxa da 5 de Outubro são tsunamicamente transformados num puré como nunca sonharam!...
Hoje, como ja viu, estou profundamente romântico: estou a viver, intensamente, este Verão Indiano de 2008, com temperaturas como eu adoro, e com o País a afundar-se na direcção que eu bem previra, e é por isso que, com muito amor, acredite, com muito amor, por si, por todos os homens de bigode, e pelas engomadeiras autoritárias que hoje, madrugada do dia 21 de Outubro lhe vou deixar aqui um amigável convite blogosférico: lembre-se de que a hora é de União, e, assim sendo, desconvoque a sua Palhaçada de 8 de Novembro, e venha juntar-se aos mais de 100 000 que, Dia 15 de Novembro, virão descer a Avenida da Liberdade.
Já imaginou que a sua sobrevivência pode estar dependente do Cataclismo desse Dia?...
Saudações Democráticas de quem muito o estima, e tudo de melhor para si deseja.
P.S - Dê um grande beijo meu à Lurdes, quando a vir... A partir de hoje, é a Guerra.

(Pentagrama guerreiro, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")

20081014

'Parece que se acabaram as dúvidas ...'

Imagem e texto da autoria doO sinistro veneno

"(...) Parece que se acabaram as dúvidas de que lado da barricada se coloca o Mário Nogueira nesta luta. Se não é ao lado dos professores, o que o memorando já fazia crer, só pode ser do lado da Sinistra. Andar a dizer que quer combater as politicas do Ministério não é suficiente para fazer crer que está do lado certo. Para lá estar tem de aceitar a opinião e a decisão daqueles que diz representar. Será que questionou os seus associados sobre o assunto ou simplesmente lembrou-se de dizer isto e, fê-lo em nome próprio, da Fenprof ou da plataforma sindical?
Na altura da assinatura do memorando afirmei que o Mário Nogueira ia morder a maça envenenada da Bruxa da Educação, agora parece-me que, Mário Nogueira é o próprio veneno na luta dos professores." (Kaos)

20080716

Em busca da redenção ... ou ... caminhos por percorrer

Na verdade, gostei de ler o que o Mário disse mas ... não chega ... de todo. Digo isso porque apesar de ter 60% de incapacidade até 2013 (nova avaliação) sei que posso trabalhar mas NÃO da maneira absurda que 'o sistema oferece' i.e. mais ou menos 200 alunos, 10 turmas, 22 horas mais as outras que perfazem as 35h sem tempo para me tratar, descansar, programar, desenvolver, etc et al. Fora as viagens (não posso guiar por ora e durante algum tempo de tratamento) ...

Imagem: scan de 'umas pequenitas partes' do DN de hoje

Em conclusão: O meu caso já me enjoa porque é meu ... e porque não vou deixar que me matem. Assim, por causa de muitos colegas que estão em circunstâncias semelhantes ou piores APELO à FENPROF que se tente redimir pelo que não fez e que mostre a força que PODE TER. Eu darei uma segunda oportunidade aos sindicatos. Estou a pensar voltar a sindicalizar-me para poder com legitimidade refilar PORDENTRO. Ouvirei os argumentos. Estudarei ... Mas ... ok???
Pode não servir de nada. Estou a partilhar pensamentos. É humano.

20080416

O que são votações não significativas???


Imagem do Kaos, obviamente (O Politico Sinaleiro)


"Houve algumas escolas que recusaram a moção, mas por aquilo que sei terão sido poucas e as votações não terão sido significativas", disse ao DN."
Pergunto:

- Por acaso houve algum estudo científico para aferir se o ámen à Sinistra, encabeçado pela Plataforma e representado pelo Mário Nogueira, é ou não é significativo? E os números? Onde estão? Quero poder confirmar!!! Basta de hipocrisia!

20080415

DIA D: Que os professores possam decidir em plena consciência!

Nas reuniões do DIA D os delegados sindicais vão levar às escolas documentos para os professores assinarem.

Nas reuniões do DIA D os professores vão explicar aos sindicatos por que é que a assinatura deste acordo não lhes convém.

A Comissão de Defesa da Escola Pública (CDEP) aconselha a leitura atenta dos seguintes documentos que os delegados sindicais irão apresentar aos professores nas reuniões que vão ocorrer hoje nas escolas.

Memorando do Entendimento Plataforma Sindical dos Professores/ME

Comunicado da Plataforma Sindical dos Professores

A posição da Comissão de Defesa da Escola Pública (CDEP) em relação ao Memorando do Entendimento e em relação à situação que está criada, é marcada pelos seguintes documentos, os quais deverão ser lidos e divulgados de imediato entre os professores:

Carta da CDEP aos Professores (para ser divulgada no DIA D)

Moção da CDEP aprovada a 12/Abril, no Plenário-Debate, em Leiria


Para memória futura
, recordamos as palavras de Mário Nogueira:

"O responsável [MÁRIO NOGUEIRA] admitiu contudo não rubricar o documento se, durante o dia de manhã, quando este for explicado aos docentes em escolas de todo o país, estes se manifestarem contra a assinatura: «Só admitimos não assinar se durante o dia de amanhã [terça-feira] os professores nos disserem que não se revêem no entendimento».

Colega,

Acredite que não é necessário pensar, sequer, uma vez, pois não está colocada qualquer hipótese de Acordo com MLR. Só se essa revogasse o ECD, a Gestão, a legislação sobre Educação Especial e, qual cereja em cima do bolo, se demitisse.

Quanto a alguma solução que desbloqueie a actual situação de conflito, passa pela aceitação, pelo ME, das propostas que hoje levaremos (hoje no nosso site).

Quanto ao "capitularem mais uma vez", sinceramente, não consigo lembrar-me qual foi a vez anterior, o que recordo, isso sim, é que em 8 de Março estiveram 100.000 colegas na rua, convocados pelos seus Sindicatos. Como é evidente, não deixaremos de honrar os nossos compromissos. Não por qualquer razão que pudesse ditar o "nosso" fim, mas porque esse fim, enquanto Professores que somos, seria o de todos nós Professores.

Com os melhores cumprimentos

Mário Nogueira

20080410

Bem mais descansada!!! [II]

Colega,

Acredite que não é necessário pensar, sequer, uma vez, pois não está colocada qualquer hipótese de Acordo com MLR. Só se essa revogasse o ECD, a Gestão, a legislação sobre Educação Especial e, qual cereja em cima do bolo, se demitisse.

Quanto a alguma solução que desbloqueie a actual situação de conflito, passa pela aceitação, pelo ME, das propostas que hoje levaremos (hoje no nosso site).

Quanto ao "capitularem mais uma vez", sinceramente, não consigo lembrar-me qual foi a vez anterior, o que recordo, isso sim, é que em 8 de Março estiveram 100.000 colegas na rua, convocados pelos seus Sindicatos. Como é evidente, não deixaremos de honrar os nossos compromissos. Não por qualquer razão que pudesse ditar o "nosso" fim, mas porque esse fim, enquanto Professores que somos, seria o de todos nós Professores.

Com os melhores cumprimentos

Mário Nogueira

20080316

Entrevista Correio da Manhã: Mário Nogueira


"Esta é a mais importante e a mais informativa entrevista publicada sobre as injustiças, incorrecções e trapalhadas da actual avaliação de desempenho dos professores. A entrevista é um excelente argumentário a favor das posições dos professores e de contestação ao actual modelo de avaliação de desempenho. Nela, são evidenciadas as razões pela qual NUNCA os professores poderão aceitar este modelo de avaliação!" (
Ramiro Marques, blogue Profavaliação)
[clique no título deste post para ler a entrevista na íntegra]

20080120

Um PIN especial

Foto da Margarida Azul

Evocação
: Timor Leste

TAGS/ETIQUETAS especiais:

Notícias relacionadas: aqui, ali, acolá, acoli e ALÀ nos valha (Educação Especial)!

Nota 1: Assunto em estudo ... Tem que se lhe diga? Não sei. Para mim, que não sei de nada, parece-me que o governo de Sócrates tem tudo minado. De Portugal a Timor, é um saltinho ...

Nota 2: O PIN que o Mário tem na lapela é Timorense e foi oferecido pessoalmente por Xanana Gusmão. É constituído pela 'aliança' de duas bandeiras. A nossa e a deles :)
Legenda (*****) Assunto sob investigação da Moriae

A expressão condiz com o tema, penso eu [II]

Foto da Margarida Azul

Bom, o Mário estava a ser entrevistado. O jornalista era simpático e o assunto fascinante: EDUCAÇÃO!!!

Assinado:
Moriae, O Personagem.

A expressão condiz com o tema, penso eu [I]

Foto da Margarida Azul

Ao falar daquela coisa (que supostamente gere a Educação em Portugal) o ar do Mário foi (suponho eu e a minha imaginação) esse ... 'Caso perdido', 'Incompetente', 'Destruidora de Lares' etc etc ... É claro .... tudo isto fui eu e a minha imaginação.

Assinado: Moriae, O Personagem.

20071103

NOTA(S) À COMUNICAÇÃO SOCIAL

ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS GRAVES SERÃO “APOIADOS” POR DOCENTES SEM FORMAÇÃO E SEM EXPERIÊNCIA PARA O EFEITO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COLOCA PROFESSORES SEM FORMAÇÃO NEM EXPERIÊNCIA A APOIAR ALUNOS DEFICIENTES

[TAL COLOCAÇÃO É ILEGAL E LESARÁ GRAVEMENTE OS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS]


VALTER LEMOS CHUMBADO POR FALTAS



«Valter Lemos faltou três vezes e, por essa razão, chumbou por faltas e não teve o seu nome gravado na placa de inauguração de uma escola.

A história é simples e relata-a um jornal de Coimbra: Valter Lemos era o convidado de honra para inaugurar a EB1 de Casal de São Tomé, em Mira, tendo, por essa razão, o seu nome gravado na placa. Nela podia ler-se:

“Inauguração da remodelação da Escola do 1.º CEB e Jardim de Infância do Casal de São Tomé, por sua Ex.ª o Sr. Secretário de Estado da Educação Dr. Valter Victorino Lemos, sendo Presidente da Câmara o Dr. João Maria Ribeiro Reigota. 31 de Outubro de 2007”.

Só que a tentativa de inauguração das tais instalações remodeladas já tinha história: Valter Lemos já havia adiado, por duas vezes, a sua deslocação a Mira razão por que a placa já tivera de ser modificada por outras tantas vezes para mudar a data, uma em finais de Setembro e outra a 24 de Outubro.

Desta vez parece não ter havido paciência para justificar nova falta e a inauguração fez-se com a placa a ter de ser de novo alterada. Só que, agora, não na data, mas na referência a quem inaugurou a dita remodelação, o governador civil de Coimbra.

Para o futuro, fica a certeza de ninguém ter de explicar aos vindouros por que razão foi convidado para inaugurar a Escola do 1.º CEB e o Jardim de Infância de Casal de São Tomé um dos principais responsáveis pelo ataque à Escola Pública que tem vindo a ser movido pelo Governo de Sócrates. No presente fica a confirmação, pela atitude do governante, de que o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.

A Direcção» (SPRC)


20071012

a versão soft ...

... é do género:
- esta coisa serviu para que Rui Pereira diligencie no sentido de reforçar as regras que dizem respeito à realização de "cordões", manifestações e/ou ajuntamentos com mais do que duas pessoas, à semelhança do caso, bem presente, de Guimarães:
"(...) Contudo, Rui Pereira salienta que «as diligências promovidas pela polícia devem ser levadas a cabo em condições que tornem claro que o seu objectivo é, apenas, assegurar os direitos de manifestantes e de quaisquer pessoas e bens».

O ministro recomenda ainda que«é de toda a conveniência que tais diligências obedeçam a normas técnicas uniformes, claras e precisas». (...)

Recomendam igualmente que a Direcção da PSP emita instruções para uniformizar «claros procedimentos de colheita de informação policial para efeitos de garantir a ordem e a tranquilidade do exercício dos direitos» dos cidadãos, onde se inclui a realização de manifestações." (TSF
)
so ... passo a citar os parágrafos finais de um comunicado da FENPROF que o Mário Nogueira enviou (obrigada, companheiro!):
"No sentido de reforçar a exigência dos trabalhadores portugueses de uma Europa verdadeiramente social e contra a flexigurança e de dar voz ao protesto contra as políticas do Governo que empobrecem o país e atentam contra direitos fundamentais dos cidadãos em geral e dos trabalhadores em particular, a FENPROF exorta os professores e educadores a participarem em grande número na Manifestação Nacional que a CGTP-IN promove no próximo dia 18 de Outubro em Lisboa. "