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20080716

Em busca da redenção ... ou ... caminhos por percorrer

Na verdade, gostei de ler o que o Mário disse mas ... não chega ... de todo. Digo isso porque apesar de ter 60% de incapacidade até 2013 (nova avaliação) sei que posso trabalhar mas NÃO da maneira absurda que 'o sistema oferece' i.e. mais ou menos 200 alunos, 10 turmas, 22 horas mais as outras que perfazem as 35h sem tempo para me tratar, descansar, programar, desenvolver, etc et al. Fora as viagens (não posso guiar por ora e durante algum tempo de tratamento) ...

Imagem: scan de 'umas pequenitas partes' do DN de hoje

Em conclusão: O meu caso já me enjoa porque é meu ... e porque não vou deixar que me matem. Assim, por causa de muitos colegas que estão em circunstâncias semelhantes ou piores APELO à FENPROF que se tente redimir pelo que não fez e que mostre a força que PODE TER. Eu darei uma segunda oportunidade aos sindicatos. Estou a pensar voltar a sindicalizar-me para poder com legitimidade refilar PORDENTRO. Ouvirei os argumentos. Estudarei ... Mas ... ok???
Pode não servir de nada. Estou a partilhar pensamentos. É humano.

20071010

PESOS MORTOS ou aulas práticas de como viver com a morte à frente: para todas as idades e níveis de escolaridade

Imagem de aqui

Professores incapacitados em mobilidade especial

2007/10/09
"Se lhes for negada a colocação onde querem ou a aposentação"

MAIS:

Fonte: Portugal Diário,

«Reforma só se estiver a morrer»

2007/07/16 Sara Marques
"Um cancro roubou-lhe o intestino e obrigou-a a viver com um saco preso à barriga, por onde saem as fezes, sem que tenha controlo sobre elas. Pediu aposentação, mas junta médica diz que professora «não reúne as condições necessárias»
Maria da Conceição Ferrão tem 57 anos e passou mais de metade da vida a dar aulas. Há dez anos, um cancro no cólon obrigou-a a uma operação em que lhe retiraram parte do intestino e que lhe mudou a vida. Fez quimio e radioterapia e vive com um saco colector preso à barriga, por onde lhe saem as fezes, sem que tenha qualquer controlo sobre elas. Juntas médicas declararam-na incapaz para exercer funções docentes, mas quando pediu aposentação, responderam que «não reúne as condições necessárias».(...)"
Fonte: Portugal Diário (Leia a continuação)