20090106

Golpadas domésticas: Manuel Alegre (continuação)


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DN: «Professores processados se recusarem avaliação»

Conselhos executivos arriscam ser substituídos. Escolas têm desde ontem dez dias para afixar calendário da avaliação

Iol Diário - 06-01-2009 - 08:22h I Por: Redacção / CR

"Estou perfeitamente desmotivada com este Governo, não vale a pena" (M. Rosário Gama)

"Escola: mais do mesmo" por Daniel Sampaio

Público, 04.01.2009, Daniel Sampaio

"No início de 2009, nada de novo ou estimulante existe na escola portuguesa.Terminou o ano com mais do mesmo: falta de entendimento entre professores e Ministério da Educação (ME), alunos sem participação activa no quotidiano escolar, pais desinteressados da escola e só raramente integrados em associações de encarregados de educação. Uma iniciativa correcta do ME - a atribuição do Prémio ao melhor Professor do ano - não suscitou qualquer interesse na opinião publicada ou pública, arriscando tornar-se em mais uma operação rotineira sem qualquer impacte na vida da escola.Os acontecimentos de uma escola do Porto, em que um aluno apontou um revólver de plástico a uma professora, foram de imediato desvalorizados por dirigentes do ME e classificados de "brincadeira de mau gosto". Parece que o facto de ser uma arma a brincar tranquilizou a tutela, na linha de outras declarações oficiais em que a indisciplina é sempre vista separada da violência e como tal considerada de menor importância. O risco é evidente: se não valorizarmos o pequeno incidente de indisciplina, se não respondermos de imediato com medidas correctivas de responsabilização, a desordem cresce dia após dia. Sabe-se hoje que a degradação do clima na escola progride por estádios, desde a recusa de regras na turma e pouco trabalho, até actos graves de delinquência (agressão a professores, destruição de material escolar), com etapas intermédias de pequenos delitos, comportamentos provocatórios e desafios à autoridade que denunciam uma violência latente. Ora a pistola de plástico insere-se num estádio intermédio de provocação que prenuncia momentos em que as regras podem passar a ser a dos grupos violentos e intimidatórios, em vez de serem construídas na sala de aula, a partir de um regulamento da escola organizado com a participação de todos.O ME deveria criar as condições mínimas de funcionamento das salas de aula, dando aos professores força para combater a indisciplina, através da co-responsabilização de docentes, alunos e pais. Para isso o professor, amparado nas estruturas da escola (com particular realce para o Conselho de Turma), deveria ter poder para, de imediato, conseguir actuar no controlo disciplinar. Se o comportamento causador de perturbação for cedo diagnosticado, a medida correctora impõe-se com coerência e será apoiada pela maioria dos alunos e seus pais.Concretizando: se a escola trabalhar o mais possível com a família, se os professores formarem um grupo coeso - a partir de acções de formação dirigidas à prática pedagógica com turmas heterogéneas e na consequência do trabalho no Conselho de Turma - se os alunos forem ouvidos com respeito sobre o funcionamento desejável na sala de aula, se o comportamento mínimo de indisciplina for logo detectado e respondido com medidas definidas previamente para aquele comportamento, o clima escolar poderá melhorar. Se, pelo contrário, tudo for remetido para o burocrático e aborrecido "Estatuto do Aluno" ou para o Ministério Público (não se vislumbra, até agora, qualquer sucesso na prometida e muito propagandeada acção desta estrutura), nada poderá melhorar.Noutra perspectiva, interessa sempre a história relacional do incidente. Não é por acaso que aquela turma e aquele aluno escolheram o momento: todo o comportamento indisciplinado tem atrás de si a construção/destruição de uma relação pedagógica, só possível de compreender através de uma análise detalhada do que se passou com os diversos intervenientes. Por que razão as coisas correm mais ou menos bem com uns docentes e decorrem em catástrofe com outros? Por que motivo alguns professores sinalizam certos alunos como problemáticos em termos disciplinares e outros não concordam? Pela razão de que os mestres com sucesso ganharam tempo, no início do ano, a construir uma relação de respeito recíproco com os seus alunos.Em derradeira análise, o episódio da pistola de plástico é mais um exemplo de como este ME se concentrou no acessório: enquanto se discutem grelhas de avaliação tornadas cada vez menos exigentes pela pressão dos protestos, os professores são deixados sozinhos e sem meios perante a indisciplina crescente. Ficará para a história da educação em Portugal esta oportunidade desperdiçada e este arrastar da degradação até... às próximas eleições.
"

20090105

O regime totalitarista nas vésperas do encontro dos CEs em Santarém

Não é preciso dizer quase nada ... A ser verdade o que o Público relata estamos perante um regime pior do que a saga do sr. reitor de outros tempos. As reguadas devem, suponho, ter sido substituídas pelas penalizações que constituem a tal avaliação. Por sua vez, a dita avaliação colocará na rua centenas de docentes a curto/médio prazo. Nem os titulares se safam ... Pois.
Diz assim o texto:

"A este director encontra-se reservada actualmente a gestão administrativa, financeira e pedagógica da escola, o que justifica que assuma igualmente a presidência do Conselho Pedagógico e que lhe caiba a designação dos responsáveis pelos departamentos curriculares, enquanto principais estruturas de coordenação e supervisão pedagógica das escolas", destaca o diploma.

Cabe ainda ao director "proceder à designação dos coordenadores de estabelecimento de educação pré-escolar ou de escola integrada num agrupamento, enquanto seus representantes nos estabelecimentos de educação ou nas escolas situadas fora da sede do agrupamento".(...)" (Público online)

Devo ter interpretado mal :/

Moção aprovada por maioria na Assembleia Municipal de Matosinhos em solidariedade com a luta dos professores

A Assembleia Municipal de Matosinhos manifesta a sua solidariedade com a luta dos professores, que se batem pela melhoria da qualidade do ensino e das suas condições de trabalho e pela escola pública.
Hoje, nas escolas, reina a burocracia, e a qualidade que os nossos jovens vão tendo garantida no ensino deve-se ao enorme esforço que os professores têm feito para não os afectarem, apesar dos graves problemas que enfrentam, para o que trabalham muitas horas para lá do seu horário, sacrificam o seu tempo livre, o seu convívio com a família e até a sua saúde.
Assistimos à reforma antecipada de um elevado número de professores, os mais velhos e mais experientes, aqueles que sempre lhe deram tudo, mas que não querem pactuar com a desumanização crescente das escolas, em que os alunos são vistos como números e em que o sucesso é fabricado para se transformar em estatísticas positivas para a imagem nacional, em detrimento de uma verdadeira formação de qualidade.
Quando vamos às escolas, como encarregados de educação ou no nosso papel institucional de elementos de Associações de Pais, de Conselhos Pedagógicos ou de Conselhos Gerais Transitórios, podemos verificar o estado de desgaste físico e emocional de muitos professores que, não obstante, continuam a desempenhar as suas funções com sentido de responsabilidade, tendo sempre em vista os seus alunos, nossos filhos e jovens da nossa sociedade.

Alguns factos comprovam esta realidade:

- 100 mil professores manifestaram-se em 8 de Março contra esta política educativa, particularmente contra o Estatuto da Carreira Docente (que divide os professores em duas categorias sem justificação de formação diferenciada para exercício de funções que tal o requeressem) e contra o modelo de avaliação vigente (que acarreta uma enorme sobrecarga de trabalho e de burocracia)
- Oito meses depois, a 8 de Novembro o número de manifestantes aumentou para 120 mil, uma unidade jamais vista em Portugal, numa classe com cerca de 140 mil profissionais. Essa unidade viria a ser confirmada com a elevadíssima percentagem de adesão à greve de 3 de Dezembro. Estes números obrigam, no mínimo, a uma reflexão cuidada. Não pode toda uma classe estar unida apenas por interesses corporativistas.
- Segundo dados da Caixa Geral de Aposentações, mais de 5100 professores pediram a aposentação no presente ano, registando-se um aumento de 35% relativamente ao ano de 2007. Muitos destes docentes pediram a reforma antecipada, o que implica um significativa penalização (Jornal Público, 16/12/2008).
- Na revista Saúde Mental, foi publicado, em Setembro, um estudo da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, que, tendo por base um universo constituído por docentes de Lisboa, concluiu que, entre eles, existe um número muito maior de indivíduos sofrendo de depressão do que sucede com a restante população (42,4% contra 29,8%). Um número significativo (24%) dos docentes incluídos neste estudo consome psicofármacos, continuando, muitos deles, a apresentar sintomas depressivos.
- Aqueles que melhor conhecem o dia-a-dia das escolas sabem que elas se encontram submersas numa enorme burocracia, que obriga os professores a manterem-se na escola em tarefas burocráticas e em reuniões que ultrapassam o seu horário, acrescendo ainda o trabalho de preparação de aulas e outros a fazer em casa. Muitos deles não aguentam esta sobrecarga que os impede de se dedicarem como gostariam àquilo que fizeram toda a sua vida: o ensino, a relação pessoal e pedagógica com os alunos. Assim surgem as depressões e os pedidos de reforma, muitas vezes antecipada, com o prejuízo que esta instabilidade causa nas condições de ensino-aprendizagem e na imagem da escola pública.
- Tendo a Escola Secundária Infanta D. Maria, de Coimbra, sido a primeira do ranking nacional, os seus órgãos dirigentes consideram como uma das causas desse sucesso a estabilidade do corpo docente. A Presidente do Conselho Executivo e os encarregados de educação afirmaram já publicamente preocupação pelo facto de o corpo docente se encontrar neste momento numa situação de instabilidade, devido ao número de docentes que se reformou recentemente ou com pedido de aposentação em curso, o que os faz temer a perda do lugar cimeiro que têm conseguido nos resultados nacionais.

Nada deve ser mais importante nem mais desejável do que preservar a boa disposição dos professores. É nisso que reside o maior segredo do bom funcionamento das escolas. Com amargura de espírito, os professores não poderão prestar um bom serviço, nem responder convenientemente às [suas] obrigações. [In Ratio atque Institutio Studiorum Societatis Jesu (século XVI)]

Vários séculos nos separam deste prospecto da educação jesuíta, que mostra o carácter das inovações pedagógicas introduzidas no séc. XVI, considerado um século revolucionário para a pedagogia, em cujo centro estiveram os jesuítas. A valorização que nele se atribui aos professores e à sua forma de estar e de sentir não é hoje secundada pelos nossos governantes, que têm denegrido a imagem destes profissionais.

A Assembleia Municipal de Matosinhos, reunida a 18 de Dezembro de 2008: Mostra reconhecimento pelo trabalho social prestado por estes profissionais; pela sua dedicação e empenho apesar das adversidades; e pela unidade que tão persistentemente têm vindo a demonstrar na defesa das condições de trabalho e de qualidade da escola pública.
A enviar: Assembleia da República, Presidente da República, Primeiro Ministro, Ministério da Educação, Imprensa

Matosinhos, 18 de Dezembro de 2008

Um Ótimo 2009, seguido de Alguns Conselhos para Meninas Delicadas conseguirem atravessar o Ano em segurança

Imagem do KAOS
Em todas as Cosmologias, há sempre um Princípio e um Pai. O Pai era Cavaco, um eurocético que se meteu num Citroen reles e acabado e foi fazer rodagens para a Figueira da Foz, para imediatamente se tornar europeísta e atraiçoar Soares, o homem que assinara a Adesão, quando o Espírito Santo subitamente lhe assoprou vir ali um tufão de Fundos, e nesse tempo todo o Universo vivia imerso nas trevas dos Fundos. Com os Fundos, o Pai Nosso disse "Fiat Lux!...", e a Luz fez-se por tudo o que eram mãos de amigos e compadres. A mulher, que nunca devia ter saído de fazer cortinas, acabou num mini, para onde ia, no banco de trás, para a Católica, com o pai a fazer de "chófer". Ao fim de 10 Anos, já toda a Terra estava mergulhada num tal clima de pré-insurreição de rua que estoirou, e o Pai, cobarde e de mãos suadas, apanhou com duas valentes carimbadelas na tromba, a dizerem-lhe "NÃO" e mais "NÃO". Quanto ao resto do país, já se tornara num paraíso de consumidores de droga e suas rémoras, em certos meios conhecidos como traficantes, noutros, como membros da Ordem dos Advogados. Fátima, Futebol e o Fado atingiam os respetivos zénites, coisa nunca de antes sonhada nos tempos do Pai do Pai, o Maior Português de Sempre.
Finda a Guerra, nascera a necessidade de traficar armas, e quem trafica armas e droga necessita de novos bancos e casas caras para branquear, mas era só, como Moisés disse, o Começo, porque quando chegava o divertimento, havia que ir buscar a putalhada aos asilos, para satisfazer os caprichos das peles relaxadas e lascivas dos plutocratas da nova Cauda da Europa. As barracas enchiam-se de raças novas, escravos, fora do sistema de Segurança Social, e que construíam as Novas Pirâmides, deste Egito de Esgoto. Depois de usados, eram deitados para o cano da rua. Após um Interregno de meia dúzia de anos, e depois de percecionar a horrorosa desgraça em que isto estava mergulhado, o Guterres da Franja pôs-lhe um carimbo de "Pantano", e foi-se embora. Há países que são insuportáveis para certos caráteres.
Com a extinção destes primeiros dinossauros, começava a Idade da Tanga, coisa belíssima, inventada pela Tríade Barroso, Leite, Portas. O Portas era o único que se divertia, porque não pode haver maior fetiche para um uranista do que estar acima de todas as fardas.
Com Santana Lopes, assistimos ao primeiro golpe de estado do Período Constitucional, já que havia o risco da Classe Política ser envolvida no Escândalo Casa Pia, e houve que colocar um tampão, que conseguisse abafar tudo. Meteu-nos medo a todos, quando o seu único programa eleitoral era uma frase simples "Abafar Tudo". Mercê disso, brevemente, teremos Carlos Cruz a apresentar o "1, 2, 3, ora agora engula tudo o que faz de conta que nunca aconteceu outra vez", e Marluce, "et pour cause", substituirá Maria João Avillez nas entrevistas dos apêndices do Regime.
Depois de Sócrates já vocês sabem o resto: só doenças raras, chamadas Lurdes Rodrigues, e espécies em vias de extinção, na forma de Pargos das Finanças, e -- ó, maravilha das maravilhas!... -- um gajo com cara de cágado, que à frente da Economia, confirmou, com a entrada do Novo Acordo de 2009, que não era um Ministro, mas mesmo um... cagado.
Os conselhos são poucos e simples, e destinam-se a todas as meninas bem-aventuradas:
1) Ria-se, sempre que lhe disserem que Sócrates foi com a Câncio para Veneza: foram praticar natação, numa cidade que se afunda. Como se diz em Futebol, treinos de balneário, para depois praticarem o aprendido num país naufragado. Para as más línguas, fica a versão de que foram para Veneza praticar o coito, depois de esgotados todos os recursos masculinos da América do Sul.
2) Nos três atos eleitorais de 2009, a mensagem é simples: em vez de votar em Partidos, leia atentamente, as listas de candidatos. Mal encontre um nome suspeito numa delas, passe para o Partido do lado, e, se, depois de ter percorrido todos, só encontrar coisas duvidosas, passe uma cruz grande em cima do boletim de voto, ou grafe-lhe, caligraficamente, um carinhoso "vão à merda".
3) Como corolário do anterior, será natural que a habitual conceção do Espetro Eleitoral se esfrangalhe, e comecem a saltar da cartola distribuições de bancada que não lembrariam nem ao Menino Jesus; só deus sabe se não teremos uma Coligação de Salvação Nacional CDS/PP versus PCP, com Manuel Alegre a arrancar os cabelos e a perceber que a sua estratégia de virgem impoluta afinal cheirava tão mal como o restante esgoto. Odete Santos sorrirá, nos braços de Paulo Portas, como Vice-Primeira Ministra.
4) Haverá um poslúdio para as Europeias. O conselho, aí, é votar completa e totalmente, em branco, para que o Parlamento Europeu perceba que há um país que desapareceu do Mapa do Velho Continente. Seria adorável ver o lugar de Portugal cheio de cadeiras vazias, em Estrasburgo, mas ainda é um sonho.
5) Quando chegar a hora do rebate do homem que nunca deveria ter saído de detrás da sua marquise, de 2005, e a quem nunca deveria ter sido permitida a infâmia de deixar hastear uma bandeira de croché, no Palácio de Belém, vote na Carmelinda Pereira, pelo menos, sempre foi Professora, e já percebeu que a Política acabou.
6) Una-se em Movimentos de Protesto e Cidadania. Assine todas as petições. Atafulhe oe emails oficiais com casos que conheça. Denuncie associações mafiosas da CP, contratos do Ex-Bastonário, Germano de Sousa, com Hospitais Centrais, para assegurar "forever" (20 anos é muito tempo...) o exclusivo e o monopólio de certas análises. Sempre que houver um Presidente da ASAE vindo da Corrupção das Estradas, investigue-o, e ponha-o de quarentena.
7) Nunca vote em nenhum membro ou ex-membro do BPN, BPI, BCP, e qualquer banco ou empresa que comece por "B" ou tenha "B" no nome. São também de excluir "R" -- incluindo todos os frequentadores da "Casa dos Érres" e "Pês".
8) Pratique o protesto televisivo: corte, sempre que aparece um anúncio, e mude de canal. Vá aos livros de Manuel Alegre e rasgue a página onde está o poema que apareceu nas publicidades do BPP. Faça o mesmo, e pelas mesmas razões, a todo o lixo associado aos nomes de José Pacheco Pereira, general Vasco Rocha Vieira (ex--governador de Macau), a jornalista Maria João Avillez, o escultor João Cutileiro, o advogado Proença de Carvalho, o pintor Julião Sarmento, o músico Pedro Abrunhosa e o director das Produções Fictícias (e moderador do programa "O Eixo do Mal", da SIC-Notícias, mais ao Miguel Esteves Cardoso, Clara Ferreira Alves, Mia Couto, José Eduardo Agualusa, Agustina Bessa-Luís, Pedrito de Portugal, Ana Salazar, Maria de Lourdes Modesto, entre outros. Pode juntar a esse esterco os plágios de José Saramago, Margarida Rebelo Pinto e Sousa Tavares e outros, que agora se me falham.
9) Desligue a televisão, sempre que apareça um suspeito de crime, ou uma cara que apareceu sem justificação óbvia. Em vez disso, dirija-se para a Net, para tentar perceber de quem é, ou já foi, amante, e se pertence, ou não, a alguma das associações secretas que nos governam . Se não aparecer nada na Net, é porque é tão secreta que ele pertence mesmo. Risque-o/a do seu mapa intectual e visual.
10) Desconfie antes, durante e depois da tomada de posse de Obama. O Vice dele, John Kerry, é um habitual frequentador do Clube do Crime de Bilderberg, pelo que já se sabe quem vem mandar aí.
11) Se se sentir realmente indisposto como que o acabei de escrever, compre, pela http://www.ebay.com/, um daqueles cintos que os inocentes Palestininanos do Hamas usam para visitar as escolas israelitas, e vá à 5 de Outubro pedir um autógrafo ao Valter Lemos. Não sabe como fazer?... A parte do Ebay é fácil. Quanto a aproximar-se do Valter, faça um sorriso rasgado, abra os braços, e corra na direção dele, gritando, muito alto, "meu querido amig...
BUUUUUUUM!!!!!!!!"


(Estrela dos Três Reis Magos, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")

20090103

Quando já se esgotou tudo ...

As vindimas de Março...



Educação
Escolas tecnológicas correm risco de fechar devido à "instabilidade do financiamento."


Estas são as escolas de sucesso, as escolas tecnológicas que conseguem antecipar as vindimas para Março, pois seria nesse mês que haveria dinheiro… Possivelmente para levar os alunos para o Chile ou outro qualquer país do hemisfério Sul, já que não consigo imaginar alguém a vindimar o que ainda não existe. Bem sei que não sou um especialista nesta área, contudo, a ideia que tenho é que as vindimas se fazem, em Portugal, lá para Setembro e Outubro, pelo que não consigo compreender esta antecipação de meio ano… Será que são tão bons assim? Da mesma forma, devem conseguir fazer omeletas antes das galinhas porem os ovos e, nesse caso, merecem que lhes seja conferida, igualmente, a certificação em magia ou feitiçaria…
Quanto à ANQ, continuo sem perceber qual a sua ligação com o Ministério da Educação, que raio de confusão se gerou neste país para se misturarem estruturas deste tipo mas creio que, no futuro, terá que haver dois ministros, um da educação e outro da qualificação, certificação ou lá o que isso for… Perceba quem puder.
Já no que respeita à falta de dinheiro, este é um tema que parece não distinguir qualificação, certificação ou educação. Não há dinheiro, logo não se pode gastar, logo aldraba-se tudo para parecer que se fez o que não fez. Nisto não há distinções, são as vindimas de Março e as omeletas sem ovos…

Os erros da ministra: perspectiva de André Freire [politólogo]

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"(...) Para André Freire, a ministra da Educação cometeu um grande "erro" ao ter declarado que perdeu os professores, mas ganhou a população. "Não podem fazer-se reformas bem sucedidas sem se mobilizar os profissionais. Nas democracias, as coisas devem ser feitas com bastante diálogo e tentando mobilizar as pessoas", lembra o politólogo, embora também reconheça que "as mudanças, para serem sólidas, levam mais do que uma legislatura". No futuro de Maria de Lurdes Rodrigues há ainda uma "grande incógnita", para André Freire. É que "quanto mais nos aproximamos de eleições, menor é a probabilidade de mudanças".(...)" (HERMANA CRUZ, JN I O ano de todas as decisões)

20090101

... E FOI TUDO...

Imagem daqui
E que disse o "rei do do bolo" sobre educação?
"Tenho-me empenhado em chamar a atenção para o papel decisivo da educação das crianças e jovens na construção do futuro que desejamos para Portugal.
O aumento do número de alunos no ensino secundário e superior e a redução do insucesso e do abandono escolares são sinais positivos do ano que terminou.
Sei, também, que há mais escolas em que a qualidade do ensino é uma realidade efectiva.
Mas temos ainda muito a fazer para reduzir o atraso de qualificação dos nossos jovens, em comparação com a maioria dos países da União Europeia.
Para termos sucesso é preciso unir esforços, melhorar o clima de confiança entre todos os intervenientes no processo educativo.
É preciso assegurar o empenho e a dedicação dos professores, exigir uma participação mais activa dos pais na educação dos filhos, mobilizar as comunidades locais. E não podemos dispensar a exigência para com os alunos."
Excerto do discurso encavacado de ano novo (Quem tiver pachorra pode conferir AQUI)
E mais não disse... E, para dizer isto, mais valia estar calado.
E eu pergunto-me a mim própria para que serve esta figura, se nem para enfeite...